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Olimpia, 29 de Abril, 2019 - 14:24
Da internet para TV: “Assédio” é a nova aposta da Globo

“Assédio” é uma obra ficcional que conta a história de uma rede de mulheres que se forma para denunciar uma série de abusos sexuais cometidos por um médico bem-sucedido e respeitado: Roger Sadala (Antonio Calloni). A saga começa quando uma dessas mulheres rompe o silêncio e torna público o que até então era restrito ao consultório / Ramón Vasconcelos-RG



Stela (Adriana Esteves) é psicologicamente frágil e sofre por não conseguir ter filhos com seu marido. Torna-se paciente de Roger Sadala (Antonio Calloni), mas é violentada durante um procedimento. Acaba silenciando e se sente incapaz de se abrir sobre a violência que sofreu. Seu casamento termina e ela cai em depressão / Ramón Vasconcelos-RG

 

 

Primeira série original da Globo desenvolvida com exclusividade para o Globoplay, “Assédio” chega na tela da Globo na próxima sexta, dia 03 de maio. A obra de 10 episódios é da autora Maria Camargo, com Bianca Ramoneda, Fernando Rebello e Pedro de Barros. A direção artística é de Amora Mautner, direção-geral de Joana Jabace e direção de Guto Botelho. A série é livremente inspirada no livro “A Clínica: A Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih”, de Vicente Vilardaga.

Stela. Eugenia. Daiane. Maria José. Vera. Professora. Arquiteta. Recepcionista. Dona de Casa. Bailarina. Nomes, profissões e estatísticas que reuniram mulheres de idades, classes e situações emocionais tão diferentes em torno da mesma dor, vergonha e angústia. Cada uma com uma história, uma bagagem, mas todas com a mesma sede de justiça, que as fortaleceu. Juntas após os episódios de assédio, elas encontram umas nas outras o acolhimento que não viam em suas próprias casas, com sua própria família.

A quebra do silêncio gera um movimento crescente e desperta nas demais vítimas o desejo por justiça. As vítimas passam a entender que juntas são mais fortes. “Por estarem vulneráveis e por haver uma permissividade social e cultural, elas vão sendo assediadas. Esse médico tira partido dessa fragilidade delas, do poder que ele tem e da permissividade que acontece em torno para atacá-las”, ressalta a autora Maria Camargo.

Quem são essas mulheres? De onde vem sua força? De onde vêm suas fraquezas? Conheça abaixo algumas vítimas do médico Dr. Roger Sadala (Antonio Calloni).

Stela (Adriana Esteves) e Homero (Leonardo Netto) vivem um casamento feliz e sonham em ter um filho, mas sem sucesso. Ela é professora de educação infantil, ele piloto de avião. Em 1994 vão ao consultório de Dr. Roger e, já no primeiro encontro, acreditam que finalmente vão conseguir aumentar a família. A esperança vira desalento e escuridão quando Stela, após a coleta dos óvulos, é violentada pelo médico ainda anestesiada. Sem entender bem o que aconteceu, mas ciente da agressão, não consegue contar a ninguém o que viveu. O caos se estabelece em sua vida. Ela deixa o emprego, a separação é inevitável e a professora acaba acometida por uma forte depressão.

Assim como aconteceu com Stela e Homero, o casal Eugênia (Paula Possani) e Ronaldo (Felipe Camargo) procuram tratamento. É a saída para realizar o sonho de maternidade da arquiteta, já que ele, após ser pai no primeiro casamento, fez vasectomia. Ao acordar da anestesia, também após a coleta dos óvulos, ela tem dores, algum sangramento e estranha a atitude do médico. Ainda assim, confiante, volta para a segunda etapa do processo e entende o que aconteceu: ela é assediada pelo médico novamente, mas dessa vez consciente. Eugênia conta imediatamente tudo para o marido e juntos procuram um advogado. 

Assim como as outras pacientes, Maria José (Hermila Guedes) também sofre com a ausência de filhos e a cobrança por parte da família. Diante de tantos casais com condições financeiras para realizar o tratamento, ela e Odair (João Miguel) vivem uma situação diferente. Residem em Vitória da Conquista, na Bahia, e precisam abrir mão de suas economias para conseguir financiar a viagem, a consulta e o procedimento. Juntos viajam para São Paulo em busca do sonho, mas o que encontram pelo caminho vai contra todos os seus desejos. Maria José é violentada por Roger e ainda precisa lidar com a desconfiança do marido, que, ao saber do ocorrido, acredita que a relação foi consensual. Mesmo após o ataque, ela decide continuar o tratamento para fazer valer o dinheiro investido. A vontade de ser mãe parece maior do que a agressão sofrida, mas a dor é inevitável.

Vera (Fernanda D’Umbra) logo entra para a estatística do Dr. Roger. Casada com Elisa (Simone Iliescu), com quem resolve ter um filho, também é agredida psicológica e fisicamente. Juntas, elas procuram um advogado para registrar o ocorrido e descobrem que outra cliente, Eugênia, passou pela mesma violência e decidem procurá-la. Já é ano de 2007 quando as duas se encontram, conversam e decidem se unir contra o médico.

De 1994 a 2007 nada muda na relação do médico com suas pacientes. O silêncio das vítimas parece garantir a tranquilidade de Roger e a certeza de que sairá ileso de qualquer ato cometido dentro de suas clínicas. Mas Daiane (Jéssica Ellen), a recepcionista, sempre desconfiou do que acontecia dentro do consultório. Não podia ter certeza, mas seus sentidos indicavam que algo terrível se passava ali. O que não imaginava é que, após servir de espiã para Glória (Mariana Lima), mulher do patrão, seria atacada por ele. No entanto, ela não se cala diante do abuso e decide expor publicamente o assédio sofrido.

Se você não acompanhou a série no Globoplay, vai valer a pena assisti-la na TV aberta


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