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Olimpia, 19 de Maio, 2019 - 10:57
A triste história de quem não consegue cortar o queijo

“Evoluir pessoalmente é, com certeza, desenvolver a capacidade de refletir, de enxergar esta vida fruto das próprias narrativas de cada um. Mas, humanos que somos, temos impulsos, pulsões, tesões, mas também teimosia, repulsa e incapacidade de aceitar que o outro pode ser diferente e não precisa acatar tudo o que entendemos como certo. Sempre somos melhor que o outro. O outro sempre é inferior. Dificilmente conseguimos aceitar as diferenças alheias. Humildade é para poucos. Compreensão apenas para aqueles que chegam próximo ao nirvana. Amor incondicional, então, apenas para as mães que se matam pela prole. Como conviver num mundo dominado pelos Brutus, pelos Coronéis, por aqueles que não conseguem se desprender do poder da subjugação?”

Mestre Baba Zen Aranes.

GENTEM, ...

... parodiando o líder vermelho tupiniquim, nunca, na história desta cidade, existiu uma situação inusitada como esta.

CLARO, ...

... sempre o que aqui é refletido é o exercício de divagação pelas profundezas inconscientes deste ser que passa a maior parte de seu tempo navegando pelas águas sombrias da imaginação. São teses surgidas do pensar, do comparar fatos, do contrapor de ideias e da busca de uma essência que dificilmente se encontra em qualquer canto, em qualquer época, em qualquer área do conhecimento.

TRADUZINDO ...

... na linguagem mais simples. O cara! É o seguinte, o que se escreve aqui é a opinião do Elefarantes, entendeu, pó? É nóis.

CLARO ...

... que a reflexão crítica nada mais é que a imaginação e sua descrição de fatos que são transformados em imagens traduzi­das em palavras, em frases e que depois, em átimos de segundo, voltam a ser imagens que se chocam, que se comparam, mas vão e voltam em pequenas histórias que se transformam em conclusões, que se sente ser o mais próximo da verdade. Porém tudo é fruto da imaginação de quem está refletindo.

MAS, ...

... voltando ao processo analítico desta semana conturbada, dois temas foram destaques. A queda de braço entre Niquinha e Pimenta na Câmara e parte da população protestando contra o caos na Saúde que parece não ter quem queira resolver.

CLARO, ...

... os detalhes dos dois temas, o leitor certamente verá estampado nas páginas desta edição. Portanto, este ser quer apenas deixar registrado sua perplexidade quanto ao segundo tema, mas não por parte dos pobres olim­pien­ses usuários da saúde pública, mas sim, por parte dos governantes que não parecem estar imbuídos de um mínimo de vontade política de agir para resolver o problema.

CHEGOU-SE ...

... ao ponto de mortes estarem ocorrendo possivelmente por situações que poderiam ser evitáveis dentro da saúde pública.

MAS, ...

... bem ao estilo dos ditadores, dos coronéis, o poder público parece preferir trabalhar com o me­do, com o terror para calar a boca de quem tem coragem de se manifestar contra uma situação que apenas os encas­telados no poder não conseguem perceber.

É COMO SE ...

... existisse um mundo virtual onde habitariam o prefeito, seus assessores, e os fugitivos do PT, navegando por uma ilha da fantasia, onde tudo está perfeito, bem melhor que em outras plagas, onde a roseira plantada no jardim gramado da UPA tem o poder de resolver o problema intrincado do mal funcionamento ou em­per­ramento total das UBSs, da falta de diagnóstico correto, de exames e de remédios da UPA e do próprio sistema, incluindo-se aí a Santa Casa que também precisa de gente especializada para dar conta das necessidades deste povo sofrido.

É COMO SE ...

... a cidade fosse uma propriedade particular deste grupo, acompanhada de perto do outro poder, também inerte, apenas aproveitando as oportunidades para tirar proveito da situação, mas sem intenção alguma de resolver o problema que acaba se agigan­tando, se transformando em algo insolúvel, mesmo quando o próprio “El Comandante” já bradou que não é.

O PIOR, ...

...é ver que existiria a possibilidade deste governo atingir graus de reso­lutibilidade que poderia finalmente fazer esta cidade que viu todas as outras de seu porte evoluírem, crescerem, chegar a pontos satisfatórios aproveitando a veia do turismo.

MAS, NÃO! ...

... É como se o prefeito vivesse uma queda de braços com algum ser invisível, cujo asco ou ódio, o estaria impedindo de enxergar que é preciso, muitas vezes, recuar, admitir erros e tirar proveito deles para poder evoluir, mas principalmente, é preciso ouvir o próximo. Ninguém é tão perfeito que não necessite do outro. O ser humano quando se isola, vira bicho, fica desumano e é o que se principia estar acontecendo. Assim nascem os ditadores.

AO INVÉS DE ...

... buscar soluções, o que se está querendo é calar a boca de quem tem coragem de se manifestar. A impressão que se tem é a de que ainda reviveremos os tempos em que os coronéis percorriam a cidade em seus cavalos, com seus chapéus, botas e casacos de generais e com a arma na cintura causando o medo, o pavor, o constrangimento da imposição de sua vontade sob pena de morte ou de humilhação gigantesca.

José Salamargo, preferindo acreditar que tudo tenha sido falha de comunicação e que as coisas não sejam o que estão parecendo ser. Que o mandatário não descambe para a tirania e para o totalitarismo e consiga enxergar que está com a faca e o queijo nas mãos. Basta cortar. E para exemplificar tal situação vai o depoimento de uma mãe entristecida pelo tratamento recebido por um filho seu dispensado pela saúde local: “Olímpia está com excesso de obra e com pouca Saúde”. Ora, senhores, é só distribuir um pouco mais de amor, de humildade, de compaixão e ouvir um pouco os reclamos e tentar resolvê-los, amenizá-los, que o pouca Saúde deixa de existir Olímpia se transforma na cidade que todos nós olimpienses sempre desejamos que seja.


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