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Olimpia, 28 de Setembro, 2020 - 17:21
Guindaste Metafórico, a Maior Obra de Engenharia que Jamais Existiu

Guindaste Metafórico, a Maior Obra de Engenharia que Jamais Existiu
Como colocar o planeta Terra no eixo, desentortando sua inclinação? Como evitar todos os problemas decorrentes desse desequilíbrio axial? A solução vem por um brasileiro que elabora o “Guindaste Metafórico, a Maior Obra de Engenharia que Jamais Existiu”, para fisgar o Himalaia e suspender o planeta com um gancho imenso. Depois da surreal manobra, o comandante operador do guindaste fictício saltaria de asa delta pelo hemisfério sul a fim capturar o suposto agente da inclinação axial terrestre. É pra rir, mas essa viagem do autor baiano Daniel Mendes fundamenta-se na célebre frase “dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e moverei o mundo”, do matemático grego Arquimedes de Siracusa, aquele que primeiro significou a palavra “eureka”. A ficção científica começa com a descrição do Guindaste, mas envereda em um drama de temáticas bem contemporâneas. O arquiteto alcoólatra Patrício Paternostro inventa o guindaste imaginário e acaba sendo plagiado pelo engenheiro Pedro Rocha, seu amigo, que rouba a grande ideia. Depois da traição, a narrativa descreve a mirabolante execução do projeto pelas mãos do engenheiro, sua campanha de financiamento digital alicerçada na ideia roubada, a gestão de fake news em suas redes sociais, e suas absurdas mentiras motivadas por escusos interesses pessoais. O guindaste começa a ser construído no Amapá, onde passa a linha do Equador e onde seria o canteiro de obras do megaprojeto de engenharia. O povo cai no conto do vigário, acreditando na existência dessa construção, e apoia o engenheiro, que para tudo inventa uma explicação, ávido pelo superfaturamento. O livro é editado pela editado pela PCBooks e tem 148 páginas.

 

Como Escapar de um Casamento
Uma história sobre fins e recomeços, com doses equilibradas de tragédia, corações partidos e, por fim, o amor. Bem como exige um bom romance de época. O jovem escritor paulista Gui Ribeiro, de apenas 20 anos, traz um afago aos leitores do estilo em “Como Escapar de um Casamento”, da série “Nobres em Fuga”, trilogia do selo 3DEA Antique. Apesar de o título indicar fuga, ele retrata justamente o contrário: como é possível redescobrir a felicidade? O livro conta a história de Elisa Jones, que teve seu poder de escolha perdido em uma mesa de jogos. Seu irmão apostou a mão da jovem e, obviamente, perdeu. Não disposta a acatar a sentença de um casamento com um homem mais velho e violento, Elisa foge. Uma iniciativa muito à frente do seu tempo, já que estamos falando de um romance que se passa em 1822, na Inglaterra. No decorrer da trama, a protagonista que precisa esconder sua verdadeira identidade, acaba se apaixonando por Benjamin Potterfield, Conde de Cheshire. Entre incertezas, pedras no caminho, construção de laços de amizade, quebras de paradigmas, Eliza precisa escapar do casamento arranjado e fazer com que o conde permita amar e ser amado. E é com esse romance de época e uma pitada de mistério que o autor pretende emocionar e conquistar uma nova leva de leitores. No livro, Gui fala de recomeços, pessimismos, mentiras e sobre o amor – que pode estar em qualquer lugar, até no coração de quem não se espera. Seu objetivo é fazer que o leitor reflita e acredite, assim como ele, que amor ainda existe. E não só nas páginas dos livros. Com 303 páginas a obra está disponível em e-book.

 

Alegrias e Tristezas
“Alegrias e Tristezas”, título da obra dos historiadores 
Bruno da Silva Antunes de Cerqueira 
e Maria de Fátima Moraes Argon, é a tradução de como D. Isabel descreveu sua vida em uma pequena autobiografia em 1908. O lançamento é a maior obra já publicada sobre a personagem e tem 888 páginas. Bruno e Fátima desfazem mitos, explicam e esmiúçam muitas informações erradas e contraditórias sobre a Princesa Isabel com base em mais de 20 anos de pesquisas. Com mais de 70 ilustrações, a produção apresenta a força da personagem histórica e aborda o golpe militar que implantou a República e impediu D. Isabel de assumir o Terceiro Reinado. Outro destaque da produção é a análise sobre a própria expressão “Princesa Isabel”: os autores revelam que contém uma armadilha teórica que minimiza a participação dela no processo da Abolição da Escravatura no Brasil. O livro apresenta ainda a cronologia da vida da princesa e tabelas com todos os homens e mulheres a quem D. Isabel conferiu títulos de nobreza. “Alegrias e Tristezas: Estudos Sobre a Autobiografia de D. Isabel do Brasil” é indicação fundamental para historiadores, cientistas sociais, jornalistas e para todos os amantes da História do Brasil. O livro traz, ainda, cadernos de imagens inéditas e mais de mil notas de rodapé, genealogias dos ancestrais e descendentes de D. Isabel, manuscritos originais dos seus textos e análise de todas as biografias já produzidas sobre ela. A obra é um lançamento da Linotipo Digital e Instituto Cultural D. Isabel a Redentora.

 

Geopolítica da Intervenção
Os interesses ocultos dos Estados Unidos na “Lava Jato” são revelados de forma objetiva e documentada em “Geopolítica da Intervenção – A verdadeira História da Lava Jato”, publicado pela Geração Editorial. Na obra, o advogado e cientista político 
Fernando Augusto Fernandes 
desvenda as ações de espionagem e vigilância global do “Grande Irmão”, que incluem a cooperação do juiz Sérgio Moro. Sob a ótica privilegiada de quem viveu alguns dos episódios decisivos, como advogado, o autor mergulha em documentos, vídeos, matérias jornalísticas e processos – compartilhados com o leitor para mostrar, de forma contundente, os objetivos da operação para além do combate à corrupção. O autor parte da estruturação da “Doutrina de Segurança Nacional”, que possibilitou o Regime de 1964; passa pela influência dos EUA na polícia brasileira, em nome da guerra às drogas; e chega às estratégias para cooptar e influir juízes e membros do Ministério Público brasileiro. Essas abordagens permitem, nos capítulos seguintes, compreender a “Lava Jato” e os interesses escusos de seus idealizadores. Cruzamentos de relações familiares, religiosas e de amizade entre procuradores, delegados, juízes, provas de compadrios e relações suspeitas entre investigadores e julgadores, nas cortes inferiores, no STF, nas igrejas, no Congresso e até na OAB são submetidos ao crivo do leitor. Mais que trazer informações fundamentais para compreender a “Lava Jato”, “Geopolítica da Intervenção” disseca os eventos que desencadearam a instabilidade que afasta o Brasil da plena democracia. Uma obra para o leitor refletir sobre os destinos do país, no momento em que a operação perdeu força política. O livro tem 448 páginas.


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