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Olimpia, 01 de Julho, 2019 - 17:24
“Aruanas” pretende levantar a bandeira da preservação da Amazônia

1- Thainá Duarte, Taís Araújo, Débora Falabela e Leandra Leal serão as protagonistas de “Aruanas” vivendo as personagens Clara, Verônica, Natalie e Luiza, respectivamente / Fábio Rocha-RG

 

2- No último dia 18, “Aruanas” teve sua pré-estreia em Londres. Debora Falabella deu o ar da graça no Electric Cinema, para a première que contou com inúmeros jornalistas e convidados especiais / Joanne Davidson-RG

 

3- Estiveram também em Londres, além de Debora Falabella, Estela Renner e Marcos Nisti, autores de “Aruanas” / Joanne Davidson-RG

 

4- Afastada da TV desde 2016, depois da tragédia que vitimou Domingos Montagner, seu colega de elenco em “Velho Chico”, Camila Pitanga volta agora em “Aruanas”, vivendo a vilã Olga / Fábio Rocha-RG

 

5- Carlos Manga Jr, Leandra Leal, Camila Pitanga, Taís Araujo, Débora Falabella, Estela Renner e Marcos Nisti. Diretores, autores e estrelas de “Aruanas” / Fábio Rocha-RG

 

A Globo está investindo todas as suas fichas em produções para a Globoplay, seu serviço de streaming, tudo para fazer frente à poderosa Netflix e suas produções originais.  Prova disso é a estreia mundial, na noite da próxima terça-feira, dia 03 de julho, de “Aruanas”, em uma exibição especial do primeiro episódio na tela da Globo. Depois só assinando o streaming para conferir os demais episódios. A série chegará a mais de 150 países, com legendas em 11 idiomas: inglês, espanhol, francês, italiano, alemão, holandês, russo, árabe, hindi, turco e coreano. Internacionalmente a produção estará disponível em aruanas.tv, em um ambiente powered by Vimeo, onde poderá ser comprada por US$ 12,90. De julho a outubro, 50% das vendas serão doadas para uma iniciativa (a ser revelada) de proteção da Floresta Amazônica.

Pela urgência e relevância do tema, “Aruanas” teve um lançamento mundial, com pré-estreias em Londres no último dia 18, em Nova York, no dia 24, e no Brasil – em São Paulo, dia 27 de junho. Em Portugal, o evento será realizado em julho, em data ainda a definir.  Foram convidados jornalistas, influenciadores, ativistas e lideranças de organizações, de governos e especialistas em causas socioambientais. Uma rede de ativistas e doadores do mundo inteiro, escolhida por ONGs presentes em diversos países, assistiu à série gratuitamente e em primeira mão para se tornar multiplicadora das questões da Floresta Amazônica. 

Em “Aruanas”, o conceito sustentável e de respeito ao entorno extrapolou a história e permeou toda a realização da série. Refletindo o compromisso socioambiental da Globo e da Maria Farinha Filmes, primeira produtora audiovisual brasileira certificada pelo Sistema B., a série reutilizou 90% do figurino, reciclando roupas de segunda mão, gerando menor produção de resíduos. Além do elenco e da direção, 47% da equipe de produção foi composta por mulheres, num movimento que valorizou o empoderamento feminino. No elenco, que contou com 131 participações e 2000 figurantes, 33,8% das pessoas moravam na região da Floresta Amazônica.
Na série a advogada Verônica (Taís Araújo), a jornalista Natalie (Débora Falabella), a ativista Luiza (Leandra Leal) e a estagiária Clara (Thainá Duarte) fazem parte da ONG Aruana  e investigam as atividades de uma mineradora que atua na Amazônia, onde estranhos fatos ocorrem: pedidos de socorro anônimos, pessoas adoecendo de forma misteriosa, assassinatos e ameaças aos povos indígenas. As ativistas, cada uma em sua trilha investigativa, criam um mosaico de evidências que leva a um grande esquema de crimes ambientais envolvendo garimpos ilegais e uma renomada mineradora nacional. Enquanto desvendam uma perigosa teia de crimes e segredos, essas mulheres precisam lidar com seus próprios fantasmas e dramas pessoais.

A grande vilã da trama será Olga, personagem de Camila Pitanga. A própria atriz revela que Olga não tem escrúpulos e dará muito trabalho a Ong Aruana.

Essa poderia ser a verdadeira história de qualquer organização que defenda uma das florestas mais importantes do planeta. Mas, se trata de “Aruanas”, série brasileira de ficção livremente inspirada em fatos reais, que tem um propósito claro: alertar para a crise ambiental mundial e valorizar e proteger o trabalho de ativistas.

A série vai além do suspense e da ação ao ressaltar o debate sobre a preservação da biodiversidade e, consequentemente, da vida. Escrita por Estela Renner e Marcos Nisti, com a colaboração de Pedro Barros, a trama quer mostrar a importância dos defensores do meio ambiente, que arriscam suas vidas em defesa de justiça, igualdade e de um mundo mais sustentável para a sociedade e para as gerações futuras.

Sob a direção artística de Carlos Manga Jr. e direção geral de Estela Renner, a série contou com a parceria técnica do Greenpeace e conta o apoio de algumas das maiores e mais importantes organizações sociais de direitos humanos e ambientais do mundo, como Anistia Internacional, WWF, Global Witness, entre inúmeras outras.

“Aruanas” é uma série de ficção, mas a maior fonte de inspiração é a realidade. Com 10 episódios, a primeira temporada tem como cenário a Amazônia, que oferece uma conexão aos desafios globais sobre florestas e clima. Somente em 2018, o desmatamento na Amazônia aumentou 14%, o maior salto na última década.

Essa história trata de ideais, sem deixar de tocar nas fragilidades que nos tornam humanos. O ativista não é colocado como herói, mas como uma pessoa comum, que sai todos os dias para trabalhar pela causa em que acredita, mas sem ter a certeza de que voltará para casa em segurança. Há três anos, o Brasil ocupa o primeiro lugar de um ranking mundial, que definitivamente não é motivo de orgulho: é o país que mais mata ativistas no mundo – só em 2017, foram 57 mortos, 80% deles de defensores da natureza.

Quando ativistas ambientais viram estatística, o que grita é a invisibilidade, a falta de valorização e reconhecimento dessas pessoas que têm como propósito de vida o cuidado com o meio ambiente, a luta contra o desmatamento ilegal, a extração ilegal de minérios, a contaminação de rios, a invasão de terras indígenas. Por que não unimos esforços com aqueles que trabalham pela vida? Essa é a questão que “Aruanas” levanta. 

A série é um convite a sonhar com um futuro mais justo e sustentável. É o entretenimento em função de uma causa urgente e importante em todo o mundo, levantando um diálogo global sobre a preservação das florestas e o trabalho dos defensores ambientais. 


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