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Olimpia, 29 de Julho, 2018 - 15:50
“Kaique” disse que policial estava nervoso e Casemiro temeu pela segurança dos seus

Dando prosseguimento ao inquérito instaurado pela polícia civil local para apurar os incidentes que resultaram na morte de Everson Luis Nunes Pereira, o “Beiço”, por um disparo de revólver feito pelo policial Torres foram ouvidos esta semana Carlos Henrique Nunes Pereira, o “Kaique”, de 36 anos e o policial militar Casemiro, de 32 anos.

“Kaique”, irmão de “Beiço”, declarou, entre outras coisas, que costumei­ra­mente frequentava a boate aos domingos. No dia do crime, juntamente com seu irmão “Beiço”, chegaram na boate por volta das 22h30. No local encontraram alguns amigos, entre eles “Dentão”.

Afirmou que seu irmão quando foi ao balcão do bar, se afastou e esbarrou no rapaz, que eles não sabiam que era policial. Contou que seu irmão pediu desculpas, porém o policial bastante nervoso não estaria aceitando.

Foi quando chegou uma mulher, a esposa do policial, também aparentando estar nervosa, que acabou desferindo um tapa na fa­ce de “Dentão”, quando iniciou a briga, tendo o policial também desferido um soco no peito do seu amigo.

No depoimento “Kai­que” admite que desferiu uma rasteira no policial e também chutes, que conseguiu se levantar e tentou correr para se livrar das agressões dele e deu seu irmão. Foi quando o policial sacou da arma e efetuou o disparo, atingindo o abdômen de seu irmão, que acabou falecendo.

POLICIAL É ARROLADO COM O TESTEMUNHA

Por sua vez, o policial Casemiro, declarou que estava na boate quando em determinado momento notou as chegadas de “Kaique” e “Beiço”, já conhecidos nos meios policiais e já estavam fazendo certa algazarra antes da confusão. Afirmou que não sabia que Torres era policial. Comentou que pode observar que “Beiço” de forma proposital esbarrou e derrubou um copo de cerveja no policial.

Também contou que a esposa do policial foi ofendida, quando desencadeou as agressões contra o casal. Disse que Torres começou a ser agredido e sacou da arma e se defendeu efetuando o disparo. Contou que juntamente com os também policiais (Marques e Sacard), que estavam na casa, também em horário de folga, decidiram intervir para evitar um mal maior.

Finalizou dizendo que depois do crime esteve na delegacia, mas não prestou declarações à escrivã de Platão. Decidiu retor­nar para sua casa quando passou a receber mensagens desen­con­tradas sobre seu en­vol­vimento no ocorrido e temeu pela segurança dos seus familiares.


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