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Olimpia, 13 de Janeiro, 2020 - 15:45
“Mulherzinhas” é uma excelente obra para entendermos as importantes discussões de nosso tempo

Mulherzinhas
O longa-metragem “Adoráveis Mulheres” chamou a atenção do público após ser cotado pelos críticos como um forte candidato ao Oscar, a maior premiação do cinema mundial. Mas o que há de tão especial nessa história estrelada por Meryl Streep, Emma Watson e Laura Dern? Com Greta Gerwig como roteirista e diretora, o filme é uma adaptação da famosa obra “Mulherzi- nhas”, de Louisa May Alcott. Nessa incrível história, a autora usa um tom autobiográfico para narrar o crescimento de quatro irmãs no período da Guerra Civil Americana. O pai foi lutar, a mãe precisou trabalhar e as meninas necessitaram aprender a viver. Esse enredo pode ser visto como uma emancipação feminina em pleno Século XIX. No Brasil, o livro ganhou notoriedade ao aparecer na atual novela das sete da Rede Globo, “Bom Sucesso”. A obra é citada em dois momentos na atração da TV, com trechos narrados pelo personagem Alberto, que é interpretado pelo consagrado ator Antônio Fagundes. Agora em uma nova edição, o livro “Mulherzinhas” está sendo lançado pela Via Leitura. Esse romance moderno e atemporal, juntamente com outros, fez Louisa May Alcott ser reconhecida como uma escritora que abordou questões feministas de forma sutil e aberta. Com a adaptação para o cinema e a importância que esses assuntos representam para a nossa sociedade, “Mulherzinhas” é uma excelente obra para entendermos as importantes discussões de nosso tempo. O livro tem 464 páginas.

O Legado do Mal Azar
Ela foi levada por uma cobra gigante! É assim que Lina relata a Baltazar Malasartes o sumiço de sua namorada, Sara, e captura os leitores para seguir, juntos, as 128 páginas da HQ “O Legado do Mal Azar”, de Augusto Figliaggi. Vencedor do ProAC – Programa de Apoio à Cultura voltado a projetos de criação e publicação de histórias em quadrinhos no Estado de São Paulo, a HQ é publicada pela Editora Lura, que já tem em seu histórico vasta coleção de obras sobre causos de assombração tupiniquins e também uma linha em que o folclore é revisitado. Na obra, Lina e Baltazar, protagonista e coprotagonista, estão na cidade de São Paulo. A São Paulo de hoje. E poderiam ser facilmente encontrados no centro entre decadentes seres encantados, cantoras com poderes mágicos e corpos amaldiçoados. A antagonista da HQ é a Maria Caninana. No folclore, ela é uma cobra, filha de um boto com uma índia. Por causa de suas perversidades, ela acaba sendo morta por seu irmão. Em “O Legado do Mal Azar”, Caninana é revisitada, levanta a bandeira do extermínio e ganha um discurso extremista e autoritário, frequente nos dias atuais. É com causos e cantigas que as referências no folclore brasileiro são ressignificadas por Augusto. “Durante a leitura, encontramos um mundo onde sobrenatural e natural se fundem, passado e presente se mesclam, polos opostos se unem e vidas se resignam ao destino”, anuncia o autor. O livro tem 128 páginas.

Por um Novo Olhar
Marina passou a vida acumulando perdas, desde a morte de sua mãe quando ela tinha quatro anos. Aos vinte e oito, depois de uma consulta de rotina, ela descobre estar com a mesma doença da mãe. Vivendo um casamento em crise, ela decide não contar ao marido para não estragar a tão desejada viagem de reconciliação, mas é surpreendida pela decisão dele de romper a relação. Sem família e amigos por perto, restam somente os vouchers da viagem, sua velha câmera fotográfica, a caixa de lembranças deixada por sua mãe e o convite da melhor amiga para encontrá-la em Portugal. Porém, ela precisa iniciar a quimioterapia para aumentar as chances de cura. Viajar ou ficar? Misturando o futuro incerto com o passado desconhecido, trazido à tona por relatos de sua mãe nas cartas deixadas para ela, Marina precisará redescobrir como aproveitar o presente. A escolha entre viver e sobreviver percorrerá a trajetória desta mulher na busca por reencontrar a si mesma. Em um lançamento independente, o livro tem 252 páginas e é da autora Helena Andrade.

Traição
Dora Dias é apenas uma garota terráquea que sofre por um amor impossível, mas cabe a ela uma grande responsa- bilidade: a manutenção da paz interplanetária. A aventura está na obra “Traição”, 

segundo livro da trilogia “Krios”, publicada pela Editora 
Autografia para o público jovem adulto. A autoria é da doutora em Letras Clássicas e professora Már- cia Silva. No futuro distante em que se passa a trama, a Terra já não é mais a mesma, o Universo está conectado e a comunicação é a chave para a existência pacífica entre humanos e extraterrestres, mas algo ameaça esse equilíbrio. No primeiro tomo da série, lançado em 2018 sob o título “Interferência”, o leitor foi apresentado à personagem principal, Dora, e a sua mãe, Dra. Helen Dias – a cientista responsável por um importante aparelho chamado de “Comunicador”. Também conheceu seu amado extraterrestre Marvil e o pequeno planeta Krios. Agora, em “Traição”, Dora e Marvil tem  que lidar com as diferenças culturais e biológicas interplanetárias que a impedem de ficar com Marvil. Por meio dos olhos de Dora, personagem narradora, o leitor reflete sobre a ambição do homem pelo domínio e seu egocentrismo. Tudo isso com uma linguagem leve e fluida, com certo humor e uma série de referências à literatura, à filosofia, à cultura clássica e à mitologia grega. Em “Traição”, Márcia Silva, que leciona Língua e Literatura Latina e Cultura Clássica há 20 anos, também recorre a fontes etnográficas romanas, proporcionando ao texto 


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