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Olimpia, 27 de Novembro, 2018 - 16:56
“Pais de Primeira”, a nova aposta da Globo

Renata Gaspar e George Sauma  serão aos “pais de primeira” que o título da série se refere, vivendo os personagens Taís e Pedro, respectivamente /  Paulo Belote-RG



Taís (Renata Gaspar) não tem dúvidas para quem ligar quando desconfia que está grávida: sua irmã Patrícia (Monique Alfradique), sua principal referência quando o assunto é maternidade / João Cotta-RG

 

 

Já disponível na Globoplay, “Pais de Primeira” estreia na tela da Globo, na tarde deste domingo. Os prazeres e as dores da chegada de um bebê em meio a mudanças extremamente significativas no papel dos pais e das mães dão o tom à série. A comédia está sendo escrita por Antonio Prata, com colaboração de Chico Mattoso, Thiago Dottori, Bruna Paixão e Tati Bernardi, e tem direção artística de Luiz Henrique Rios. “Hoje, espera-se que o homem divida a criação do filho. Nunca passou pela cabeça do meu avô, por exemplo, que ele tivesse qualquer coisa a ver com a educação dos filhos. Era um problema feminino. No caso do meu pai, esperava-se que ele ajudasse, mas não que dividisse as tarefas com minha mãe. Na minha geração, espera-se que de fato seja algo dividido igualmente e essa adaptação do casal, que não está habituado a esse cenário, é a graça da história”, comenta o autor, Antonio Prata.

Taís (Renata Gaspar) é administradora e trabalha numa incubadora de start-ups, onde busca investimentos para ideias tecnológicas criativas. Workaholic, descobre que está grávida durante uma reunião com potenciais clientes, ao mesmo tempo em que Pedro (George Sauma) pede demissão da produtora onde cria jingles para uma marca de ração para gatos. Ele planeja viver um sonho da juventude: montar uma banda com seu melhor amigo, Driguêra (Alejandro Claveaux). A descoberta da gravidez dentro desse cenário é só o começo de uma jornada diferente de tudo que o casal já viveu. Um divisor de águas onde não há regras, não há manuais, nem PhDs para ajudar nos momentos mais complicados. “Com humor, fazemos uma reflexão sobre as dificuldades que surgem quando um bebê chega a uma família. Ninguém aprende a criar um filho antes de ser pai e mãe. Não adianta ler, não adianta ver, é a relação com o bebê que gera os pais”, explica Luiz Henrique Rios.

Pedro e Taís precisam repensar as prioridades e descobrir juntos quais os melhores caminhos para encarar essa jornada. Se por um lado, espera-se dos pais que eles dividam igualmente todas as tarefas nos cuidados, na educação e na criação dos filhos, sem mais essa de que “o pai só ajuda”; por outro, espera-se das mães que sejam perfeitas, sem deixar de brilhar também no trabalho e que não abandonem sua vida social. Para Antonio Prata, esses dilemas, tão intensos na vida dos novos pais, conduzem o clima da série. “Entendo que o humor é rir da tragédia. Você tem que ter esse conflito, o desespero. É diante do desespero que você leva para a comédia ou para o drama”, diz o autor.

Ao receber a notícia da gravidez, Pedro não está preparado para ter um filho. Entretanto, extremamente neurótico e metódico, passa a ler tudo que há sobre o tema e acredita que pode gabaritar a paternidade. Sente-se ultrapreparado, a ponto de causar a maior parte dos problemas depois que Lia, a filha do casal, nasce. Taís é o oposto. Pragmática e pé no chão, embora não tenha sido criada para ser mãe, não visualiza as possíveis dificuldades que pode enfrentar. Quando Lia nasce, tenta lidar com as novidades e adversidades da maneira mais sensata possível. Mas, assim como Pedro, é pega de surpresa em inúmeras ocasiões.

“Os pais hoje estão assumindo sozinhos os cuidados dos filhos. Não existe mais a mesma rede de apoio de antes, o papel dos avós e tios mudou muito nos últimos  20 anos porque a rotina já não permite o mesmo envolvimento. Era muito comum uma criança ser cuidada com a ajuda dos avós ou bisavós, mas hoje ou eles ainda trabalham ou a idade impede. Criar um filho hoje é uma tarefa muito solitária e exclusiva ao casal”, completa Luiz Henrique Rios. 

Para tornar a trama ainda mais cômica, “Pais de Primeira” traz personagens importantes nesta rede que envolve a chegada de um novo membro na família, como os avós maternos, Sílvia (Heloisa Perrisé) e Luis Fernando (Nelson Freitas); os avós paternos, Augusto (Daniel Dantas) e Rosa (Marisa Orth); e a irmã de Taís, Patrícia (Monique Alfradique).

O problema é que junto à euforia vem uma obsessão de avós que querem participar de todos os detalhes da chegada desta criança. “A Rosa faz coisas loucas e absurdas com o objetivo de participar do dia a dia da neta. Mas quando ela é pega, fica com muita vergonha, constrangida mesmo. Ela não se orgulha das coisas que faz, mas é capaz de qualquer coisa para ficar perto de Lia”, comenta Marisa Orth sobre sua personagem.

Daniel Dantas, que interpreta Augusto, acredita que seu personagem não apenas entra na onda da esposa, mas se beneficia disso. “Ele é vidrado na neta, então acaba sendo conivente e cúmplice das loucuras de Rosa”, diz o ator.

“Pais de Primeira” é uma das grandes apostas da Globo para este final de ano. Agora resta saber se vai cair no gosto popular e ganhar mais uma temporada para 2019


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