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Olimpia, 04 de Outubro, 2020 - 10:51
A importância da imprensa profissional no combate a mentira que destrói reputações e até pode matar

“Como compreender se o que vejo pode não
ser o real? Como acreditar se o que ouço ou leio
pode estar viciado pela formação de quem fala
ou escreve? Como acreditar que algo existe
se tudo que imagino pode ter sido
desvirtuado pelos sentidos ou
manipulado pela linguagem? O que
será a verdade então?”.
Mestre Baba Zen Aranes

JÁ FOI DITO ...

... neste mesmo espaço por dezenas de vezes, nestas reflexões sabá­ti­cas, sobre esta verdadeira doença que afeta mais de 90% da população brasileira e quantidade parecida dos seres humanos de todo o mundo, que é a falta de capacidade de reflexão em razão de uma formação moral carregada de preconceitos e baseada no “achismo” e uma educação formal que não visa a formação do ser crítico e pensante, mas do robô para trabalhar na linha de montagem que aceite viver apenas para produzir cada vez mais, como se isso o capacitasse para a felicidade vivida por aqueles poucos que estão ou conseguem alcançar o topo da pirâmide.

OU SEJA, ...

... forma zumbis que não têm a capacidade de questionar a realidade mentirosa que escreveram em sua cabeça e que até brigam para defender que esta é a mais pura verdade e, enganados, ficam andando em círculos durante toda a semana para sorver o sangue (álcool e outros tipos de drogas) no final de semana, para poder se recar­re­gar para continuar “zum­bizando” a semana seguinte e, assim, prosseguindo até o final da vida.

DENTRO DESTE ...

... contexto é que se inserem as mentiras que criam essa realidade virtual que domina, trabalha com a letargia cerebral, promove o “embur­reci­mento”, através de verdadeiros dog­mas, mantras para serem entoados pela grande massa de iletrados desprovida de raciocínio lógico e que se transforma em um verdadeiro exército kami­ka­ze, pois defende justamente aquilo que transforma seus componentes em meros animais selvagens e abrevia suas vidas, suga a suas almas, e os escraviza por toda a existência.

NÃO EXISTE ­ UM SER ...

... pensante, um Deus ou um Diabo que impõe tudo isso. É o próprio sistema que leva a essa situação há milhares de anos. Mudam-se os nomes, criam-se fórmulas, o paraíso sempre é prometido, mas seja qual for a metodo­lo­gia ou estratégia que se tente viabi­li­zar o cenário eternamente continua o mesmo.

SEMPRE SE MANTÉM ...

... a maioria esmagadora no curral, como se fosse uma arena, lutando pela mera sobrevivência, agredindo, machucando, não se importando nem um pouco com o próximo, pois seu objetivo é satisfazer o que consegue enxergar do próprio umbigo e, o que é pior, defendendo que essa é a maneira justa, é a forma mais correta, pois tem a chance de virar um cantor famoso, um jogador de futebol de renome internacional, ou ganhar na loteria e também chegar ao topo. Pobre, coitado, não percebe que os anos passam rapidamente e logo estará sem forças para continuar lutando e terá que suplicar para que os seus próprios descendentes continuem garantindo-lhe o direito de apenas respirar.

E HOJE O TAL ...

... fenômeno chamado “Fake News”, embora na maioria das vezes seja a sofisticação do antigo fuxico ou intriga de comadres, ganhou um grau de sofisticação tão grande que saiu deste gueto e hoje trabalha diretamente na construção de teorias da conspiração, na solidificação do mortal “negacionismo” e na diviniza­ção de seres bestiais, verdadeiros demônios, como se fossem autênticos deuses (seriam os anticristos?).

MAS O QUE É PIOR ...

... é que está colocando em xeque e está derrubando uma das principais armas no combate à mentira deslavada que promove a verdadeira destruição de seres (pelas razões expostas acima) e da idoneidade de pessoas, empresas e todo tipo de personalidade, seja civil, ou jurídica: o jornalismo sério que busca a confirmação de narrativas e tenta chegar o mais próximo possível da verdade.

HOJE, QUALQUER UM, ...

... com um “smartpho­ne” nas mãos é um “jornalista”, pode até ficar famoso, mesmo sem ter o mínimo de conhecimento das técnicas de codifi­cação do jornalismo. Mas não dá para fugir da realidade que mostra que o sistema que promove a má formação educacional também cria profissionais da área nem sempre capacitados para exercer esta profissão que já foi considerada o quarto poder. Mesmo porque, com a questão ética num país em que a moral prega que o lema é levar vantagem sobre o outro e enganar, enganar e enganar, o que se vê grassar por aí são meros porta-vozes deste ou daquele personagem ou de interesses quase sempre escusos.

E ESTA SITUAÇÃO ...

... ficou crassa esta semana quando a cidade viveu movimentação intensa em razão de uma queimada que quase atingiu a área urbana e por pouco não causa prejuízos estratosfé­ri­cos e até mortes; e pela operação Monte Cristo que fez busca e apreensão em seis endereços da cidade, todos ligados a um dos maiores empresários do município.

NO PRIMEIRO ...

... caso, os “Fakes” mataram (de mentirinha) centenas de animais e até os cães abrigados pela ONG SOS Animais; colocaram fogo no Vale dos Dinossau­ros, confundiram a Uniesp com a Eduvale (este jornalista), e não se sabe se não culparam algum político de ter ateado fogo para prejudicar a imagem de alguém.

NESTE CASO, ...

... não querendo tirar o do colunista da reta (porque este errou feio ao compreender mal e confundir a Uniesp com a Eduvale), a situação foi de­sespera­do­ra, pois a queimada foi muito próxima, chegou na Fazendinha, e a fumaça densa chegou a encobrir quase toda a cidade, dificultando a respiração da maioria da população. E, pela altura das chamas e a rapidez como elas se propagavam, muitos não acreditavam inclusive que o incêndio pudesse ser contido onde foi.

MAS NO CASO ...

... da operação para apuração de sonegação de imposto, a coisa foi pior. Primeiro, condenaram e “satanizaram” o empresário envolvido, propagaram sua prisão (que não aconteceu e dificilmente irá acontecer, em razão da própria lei), espalharam que o armário com cinco gavetas lotadas de notas de R$ 100 teria sido fla­gra­do em Olímpia, quando na verdade o fato se deu em Santana de Parnaíba, também no Estado de São Paulo; chegaram a dizer que o irmão tinha fugido de Olímpia; até tentaram apre­goar que as barras de ouro encontradas recentemente em uma Hilux em Alto Garças/MT seriam do empresário; isso sem contar que muita gente já o condenou antecipadamente, sem qualquer direito de defesa ou mesmo de provar o contrário.

FICA CLARO QUE ...

... na internet o princípio constitucional da inocência se transforma em princípio da culpabilidade e, ao contrário, do “qualquer um só pode ser considerado culpado após uma sentença condenatória transitada em julgado”, o que vige é o simplório ditado, que prega que “todo mundo é culpado até que se prove o contrário”.

E NUM PONTO ...

... a situação é parecida com o atual momento do corona­vírus, só quem vive na pele sabe qual a intensidade disso tudo.

MAS, REAFIRMANDO ...

... que a situação está complicada, teve até site de veículo de comunicação publicando situações men­tirosas como as ex­pli­citadas acima, sem antes confirmar a sua veracidade, apenas pelo também “achismo” jornalístico.

POR ISSO, ...

... é de extrema importância certificar-se da procedência da mensagem antes de compartilhar e ter como base fontes con­fiá­veis de notícias. A informação checada e abalizada será a principal moeda do século XXI, pois só ela po­de combater a desinfor­mação, as mentiras que destroem vidas de várias formas.

NO ENTANTO, ...

... em nosso país, com o atual sistema formal de ensino falido e totalmente perdido e, tendo em plena vigência uma moral cas­tradora, reacionária e pre­conceituosa, vai ser difícil criar profissionais éticos o bastante para assumirem esta função que dificilmente poderá ser levada a efeito pelos algoritmos da inteligência artificial.

José Salamargo ... mais uma vez sendo obrigado a utilizar o velho jargão, “Salve-se quem puder”, pois es­ta­mos em plena pan­de­mia de um vírus assustador e mortal como o novo coro­na­vírus, mas, também de outra, mais assombrosa ainda, a do vírus da imbecilidade generalizada, que não dá para acreditar que seja controlada ou se encontre uma vacina eficaz em prazo inferior a pelo menos 50 anos.


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