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Olimpia, 06 de Novembro, 2017 - 16:40
Ambição e luta pela sobrevivência são os ingredientes de “Treze Dias Longe do Sol”

Carolina Dieckmann e Selton Mello, protagonistas de “Treze Dias Longe do Sol”, durante festa de lançamento da produção / João Miguel-RG



Os atores estreantes globais, Demick Lopes e Arilson Lopes, na pele de seus personagens Zica e Benê, dois dos operários soterrados / Ramón Vasconcelos-RG





O que você faria se ficasse soterrado e aparentemente sem chance alguma de sair de debaixo dos escombros? E qual seria o seu comportamento se houvesse outras vítimas na mesma situação; pessoas completamente diferentes de você? O que você faria se você fosse soterrado pelas consequências de seus atos? Essas são as perguntas que a minissérie “Treze Dias Longe do Sol” pretende responder. A produção estreou na Globo Play no feriado de Finados, dia 02 de novembro, e será mostrada na TV aberta em janeiro.

A história escrita por Elena Soárez e Luciano Moura narra o drama ocasionado pelo desabamento de um prédio. Debaixo dos escombros, nove soterrados lutando pela sobrevivência. Acima deles, a barbárie que emerge da busca pelos culpados.  

Com linhas modernas e aspecto funcional, a imponente construção de dez andares em centro de terreno parece pronta. Por que, então, o Centro Médico Dr. Augusto Rupp ainda não foi inaugurado? Por que as centenas de consultórios médicos ainda não receberam pacientes? Por que os laboratórios de última geração não começaram a funcionar?

Se por fora tudo é sólido e bem-acabado, por dentro, uma insuspeita instabilidade reflete as disputas que o engenheiro responsável Saulo Garcez (Selton Mello) trava contra o tempo, contra os números e contra si mesmo.

A obra está atrasada. O malabarismo para reduzir o orçamento ao mínimo vai tornando o empreendimento inadministrável. E a tensão de Saulo, que não mede esforços para atingir o objetivo maior de sua vida, começa a cobrar seu preço.

Soluções precárias e temerárias vão virando um estilo naquele que era conhecido como o melhor profissional do mercado. Com a cumplicidade de Gilda (Debora Bloch), seu braço-direito e diretora financeira da Baretti Engenharia, Saulo chegou até ali. Mas no limite onde agora se joga, nem a inquebrável Gilda concebe apoiá-lo. Paciência. Saulo atingiu um ponto de “não-retorno”. Na fronteira em que se encontra, é matar ou morrer.

E, em um dia em que já toureia com uma persistente rachadura, com um fornecedor que cobra atrasados e com a escassez de funcionários mal tapeada com a contratação de mão-de-obra informal, Saulo recebe a imprevista “visita” da filha do dono do Centro Médico – Marion Rupp (Carolina Dieckmann).  A estonteante médica, com quem Saulo teve um tórrido romance bruscamente interrompido não faz tanto tempo, está ali para entender os motivos do atraso na entrega do prédio.

Chove pesado quando Saulo vê Marion chegar. Não precisa ser nenhum especialista para perceber uma série de irregularidades e improvisos naquele fim de obra, e Marion não deixa escapar nada. Até mesmo os cinco andares de garagem subterrânea Marion quer conferir.

Quando atingem o “S5”, último pavimento de garagem subterrânea, um dos operários percebe algo de muito errado: água brotando da parede. E, então, a água da pesada chuva que vinha se infiltrando silenciosamente no terreno atinge um volume crítico e pressiona uma parede de contenção de concreto. O gigante de concreto e ferro desaba. E engole quem estava dentro. Quantos feridos? Quantos mortos? O tempo dirá. De certo, ali sob os escombros: Saulo, Marion, o mestre-de-obra Jesuino e outros seis sobreviventes soterrados.

Entre ferros retorcidos, grandes blocos de cimento, um teto parcialmente desabado e muita, muita poeira, os nove sobreviventes tentam entender o que aconteceu.

Depois da tragédia, o mundo se dividiu entre o povo de cima e o povo debaixo da terra. Para os soterrados, trata-se de apagar diferenças e juntar-se na luta pela vida. Para os demais – a despeito da aparente segurança da superfície – terá início uma caçada sangrenta por culpados. Gilda (Débora Bloch), Vitor Baretti (Paulo Vilhena) e Newton da Nóbrega (Enrique Diaz) engendrarão um “gato-e-rato” para se livrar de prejuízos e culpas inescapáveis.

Lá embaixo, todos viram um; lá em cima é olho por olho, dente por dente. Onde se esperava a barbárie emerge a civilidade; e onde se contava com a civilidade, eclode a barbárie. Paradoxos e desdobramentos imprevistos antes de uma tragédia desse porte se abater sobre essas vidas.

Fazendo a ligação entre o mundo de cima e o mundo de baixo está o Tenente Coronel do Corpo de Bombeiros, Marco Antônio (Fabrício Boliveira). Embora esteja lá em cima, seu coração e mente estão com o povo de baixo. Quando toda esperança se esvai, quando os vivos já botam os sobreviventes na conta dos mortos, Marco Antônio é o único que fica de pé, mantendo o portal aberto. Se os soterrados voltarem a ver a luz do sol, muito se deverá ao incansável bombeiro.

“Treze Dias Longe do Sol” tem enredo instigante e prende a atenção do expectador. Mesmo sendo uma obra de ficção, promete trazer grandes lições para a vida real. Para quem assina a Globo Play, já está disponível. Para os demais, a minissérie chega à tela da Globo em janeiro. Vale a pena conferir.

 

Quem é Quem?!

- SAULO (Selton Mello) – Engenheiro da Baretti Construtora, onde fez de tudo para conquistar seu lugar ao sol. Roubou o primeiro emprego – ainda como estagiário – de Newton, seu amigo. Determinado a comprar a empresa pela qual tem dado a vida, Saulo faz de tudo para levantar o dinheiro. Já casado, teve um romance com Marion. Os dois se reencontrarão sob os escombros.

 

- MARION RUPP (Carolina Dieckmann) – Médica, filha única do doutor Rupp, dono do centro médico. Com Saulo, teve um romance de pouco mais de um ano e partiu para os Estados Unidos assim que percebeu que o romance não tinha futuro. O amor que deixaram de lado vai retornar com força, violência e verdade.

 

- NEWTON DA NÓBREGA (Enrique Diaz) – Professor de Cálculo na faculdade de Engenharia, ex-colega e rival de Saulo, com zero traquejo social, separado e pai de uma filha. Com a tragédia, Newton vai descobrir por que Saulo precisava de um amador a seu lado naquela obra especificamente.

 

- GILDA (Debora Bloch) – Diretora financeira da construtora, aliada de Saulo no plano de comprar a parte de Baretti na empresa. Foi amante do dono da empresa por longos anos.

 

- VITOR BARETTI (Paulo Vilhena) – Filho do dono da construtora. Cursou Marketing, trabalha na Baretti Construtora, mas assim que o pai morre resolve viver sua própria vida.

 

- ILANA KRIEG (Maria Manoella) – Filha do megaconstrutor Samuel Krieg. Conheceu e se apaixonou por Saulo na faculdade, mas nunca sentiu que ele sentia o mesmo por ela. Quando o prédio cai, mesmo separada de Saulo, percebe que ainda o ama.

 

- MARCO ANTÔNIO (Fabrício Boliveira) – Tenente-coronel do Corpo de Bombeiro assume a dianteira no trabalho de resgate de vítimas do desabamento. Não enxerga limites para resgatar possíveis sobreviventes. Carrega uma tragédia. 

 

- DR. RUPP (Lima Duarte) – Dono do centro médico e de uma seguradora de saúde é pai de Marion. Aos 70 anos é multimilionário, dono da verdade e julga-se acima da lei.

 

- SAMUEL KRIEG (Luciano Chirolli) – Megaconstrutor, pai de Ilana. Planeja comprar a parte de Vitor Baretti na construtora só para frustrar o sonho do ex-genro Saulo.

 

- MESTRE DE OBRAS JESUINO (Antônio Fábio) – Trabalha com Saulo há mais de 15 anos e sempre o teve na melhor conta. Jesuíno tem uma filha, Yasmin, que não vê há mais de um ano e que, agora, aparece grávida. Um dos soterrados.

 

- BENÉ (Arilson Lopes) – Eletricista. Também faz parte da equipe de Saulo e Jesuíno há muitos anos. Apesar da falta de agilidade física, sabe tudo de elétrica. Um dos soterrados.

 

- DARÉU (Rômulo Braga) e DARIO (Glauber Amaral) – Irmãos inseparáveis, de olhos rasgados e cabelos escorridos. Fazem parte do grupo de operários maranhenses e foram soterrados

 

- ZICA (Démick Lopes) – Rude e mau caráter. Incapaz de pensar coletivamente. Tem uma relação com o jovem e delicado pedreiro Altair. Também veio do Maranhão e também foi soterrado

 

- MESSIAS (Marcos de Andrade) – Pequeno, franzino, mentalmente instável. O operário maranhense soterrado 

 

- ALTAIR (Pedro Wagner) – Pedreiro. Tem um caso secreto com o rude Zica. Não foi soterrado, nem despachado para o Maranhão.

 

- YASMIN (Camila Márdila) – Filha de Jesuíno. Criada longe do pai, reaparece grávida de nove meses.

 

- NEY LOPES (Eucir Souza) – Superior de Marco Antônio. Lenda viva quando se trata de desabamentos e deslizamentos de grande porte.

 

- ROGÉRIO (Alexandre Cioletti) – Assistente de Gilda, discreto e eficiente.


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