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Olimpia, 11 de Março, 2018 - 22:05
Anônimo não defende cidadania, defende a covardia. Portanto, Sebastião Santos você é apenas um covarde.

Do Conselho Editorial

A discussão que está pegando vem novamente das redes sociais e desta vez, um personagem oculto, um crápula que a título de defender direitos se esconde sobre o anonimato para provocar situações desconfortáveis e muitas vezes sem comprovação.

Em síntese, um canalha que se identifica como Sebastião Santos tem colocado terror no bairro sugerindo que este, aquele ou aquele outro pode ter sido corrompido pelo poder local, quando na verdade é ele que corrompe a realidade; se suspeita, mas, não se imagina por quais razões.

Certo é que não serão as melhores possíveis já que os vigaristas de toda ordem, quando a luz do dia praticam toda sorte de malfeitos, imagine ocultos por um fake, que dificulta investigações.

Para se ter a ideia do quão abjeto pode ser este verme, o nome Sebastião Santos parece ter sido escolhido a dedo, com o capricho das maldades mais diabólicas possíveis, pois remete a coincidência do nome de um deputado cuja candidatura teve o apoio de uma ex-vereadora do município.

O que fez com que muitas pessoas discutissem seu nome e o de pessoas próximas, conduzindo a erro até prova em contrário, um vereador que da tribuna da Câmara atribuiu a um jornalista a responsabilidade pela criação do monstrengo anônimo.

Outras pessoas foram alvos de suspeita de ser a serpente que destila veneno e ódio nas mídias sociais sob a desculpa de que exerce a cidadania.

Uma característica mar­cante de quem não vale nada, nem a água do batismo, é encontrar justificativa até para atos repugnantes como se esconder no anonimato.

Se não sabe ou finge que não sabe o tipinho oculto, cidadania é participação bifacial, que exige direitos e assume deveres.

Só existe cidadania quando se garantem os direitos de todos e se cobram os deveres de todos.

Não há como exercer cidadania no anonimato, principalmente se este pretenso exercício traz desconforto e produz situações nada agradáveis a quem nada tem a ver com a irresponsabilidade do anônimo. E aqui se refere o texto às pessoas de quem se suspeita possa ser o Sebastião Santos. Do trio que ao que tudo indica foi indevidamente citado, ao próprio vereador que acreditou na hipótese e as pessoas alvos do ataque do imbecil.

Cidadania não pode ser isto. Cidadania é compromisso histórico, participa­ção direta e ativa nas decisões e ações da sociedade; é participação pluridi­men­sional sendo ao mesmo tempo, participação política, econômica, social, psíquica, cultural e ética.

Se falta ética, como é o caso de Sebastião Santos, não é cidadania, porque não é participação consciente, não reproduz a consciência da realidade de quem vive, trabalha, sofre e se inter-relaciona, pois não há como se inter-relacionar com o anônimo.

Esta inconsciência favorece a manipulação e talvez seja esta a intenção deste reduzido ser, que sabe que anônimo é o que não tem o nome ou o que não tem a assinatura do criador, o que não tem autoria, e sabe, que rastrear sua conta é muito difícil, principalmente em razão das arcaicas condições da nossa polícia; é, portanto, alguém que crê, como os corruptos, na impunidade, por isto não revela o seu nome.

Sabe também que o art. 5º, IV, da Constituição Fe­deral de 1988 assegura a liberdade de manifestação de pensamento, vedado o anonimato.

Deve saber e não informa que há julgados e não são poucos em que o provedor, ao colocar à disposição dos usuários um serviço em que podem expressar livremente sua opinião, deve também criar meios através dos quais seja possível identificar os seus usuários, sob pena de se permitirem manifestações anônimas que venham a ferir os direitos da personalidade de terceiros, sem que se possa identificar o ofensor.

Lógico que deve abrigar sua loucura no exterior e rastreá-lo seria quase impossível. Esquece,  porém, de informar aos seus seguidores, identificáveis ou identificados, que podem responder pelo comparti­lhamento, se compartilham, concordam, e pelas opiniões emitidas.

Numa manifestação de lucidez o internauta João Pama interpelou Sebastião Santos e abaixo segue a reprodução do diálogo.

João Pama - Muito genérica sua argumentação. Pode impressionar quem nunca militou na política e desconhece as artimanhas. Se realmente tivesse imbuído do interesse do “bem comum” não precisaria se esconder no anonimato.

Sebastião Santos - Por estar ao lado do povo que vivo no anonimato.
Nessa era de coronéis, já que tens conhecimento de causa já sabe o que acontece com o cidadão que bate de frente com a administração pública. Se estivesse aliado à política poderia mostrar a cara sem medo, porque com certeza teria respaldo, ou como dizem teria as costas quentes.

João Pama - Bati de frente em todas as administrações desde o primeiro mandato do Rizzati. Denunciei o Carneiro e 2 secretários de seu governo ao MP e nunca me escondi no anonimato.

É só ler o que escreve Sebastião Santos para se concluir que não passa de um acovardado corrompido que borra nas calças de medo dos poderosos, ou está a serviço de alguns, ou de alguém, pago para destruir algumas escolhidas reputações.

Confessa o cínico des­pudorado que tem medo e “revela” que se estivesse “aliado a política poderia mostrar a cara sem medo”. Isto nada mais é que covardia própria de ratos pusilânimes que não saem da toca nunca.

Mas, se tivesse “respaldo, teria costas quentes”. Vergonhosa esta declaração deste fralda cagada, deste verme que traveste da fantasia de humano para enganar trouxas. Isto é apenas a confirmação de um corrupto atrás do seu corruptor. Alguém que confessa ser nada mas que pode vir a ser se tiver outrem em cujo poder confia.

Isto é um ser escroto demais. Vale menos que miolo de tripa. Faz peso inútil na terra e o que é pior, induz pessoas a erro, pois há quem crê nestas idiotices, aplaude e incentiva.

Gente que dá a cara a tapa, que vai pra rua, pra Câmara, para a porta de Prefeitura, que fala de cara limpa e alma lavada, na frente, de peito aberto o que este insignificante quer falar as escondidas, estimulando um medroso destes, um covarde como se fosse exercício de cidadania.

Sebastião Santos, exagerando, pra não te demo­nizar tanto, você é apenas um canalha, um medíocre, um covarde de segunda, não pretenda ser mais que isto, pois sua baixa estatura moral não permite.

 


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