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Olimpia, 09 de Novembro, 2020 - 08:26
Cada candidato respondeu uma pergunta do adversário.

SEGUNDA PARTE!
Na parte maior do debate na OAB, os candidatos
fizeram perguntas entre si, com réplica e
tréplica. Willian começou a perguntar e
Gustavo Pimenta foi o segundo.


ASSISTA AO VÍDEO EM QUE OS CANDIDATOS RESPONDEM
PERGUNTAS ENTRE SI

 

A segunda parte do debate foi marcada pelas perguntas entre os candidatos. Cada um respondeu uma pergunta de seus adversários. Foram seis questiona­men­tos com direito a réplica e tréplica. Tudo sorteado, inclusive os temas que deveriam ser objeto das questões.

Quem começou a série de perguntas foi o candidato do PT, Willian Zanolli, que questionou dizendo que o atual prefeito colocou alguém não técnico para dirigir a pasta e se Pimenta colocaria para dirigir o setor da cultura, um técnico ou um político.

Gustavo Pimenta afirmou que independia a pessoa ser técnica ou política no comando da Cultura local, ponderando que na administração é preciso ter pessoas técnicas e de pessoas políticas. “A pessoa política ela está mais próxima da população e a pessoa técnica utiliza a atividade fim. Pelo estado que está a cultura em Olímpia indicaria uma pes­soa política para administrar a pasta”.

— Não acumularia funções da cultura mais indicaria sim por questão política. Uma pessoa bem articulada em relação aos movimentos culturais não só de escritores, de artistas plásticos, mas de músicos, não vendo problema nenhum em ter uma indicação política desde que junto com essa secretaria exista aquela figura técnica para dar um suporte.

A RÉPLICA DE

ZANOLI À RESPOSTA

DE PIMENTA

Zanolli, na réplica, contestou Pimenta e alegou que ele parte para demagogia e para o fisiologismo e que desconhece totalmente o que é o setor cultural e diz que quando fala de pessoa técnica não fala de artista. “Muitos ocuparam este cargo sem conhecimento técnico algum e transformaram o setor em um capitania hereditária em razão da mesma percepção política ultrapassada, demagógica e po­pulista de sempre.

PIMENTA IRONIZA

NA TRÉPLICA

Pimenta, por sua vez, na tréplica ironizou afirmando: “Eu também te amo Willian. (após ligeiro bate-boca) Eu dis­se que nós vamos fazer essa junção de uma pessoa po­lítica com facilidade de lidar com as pessoas que a técnica não tem.

— Essa questão de feudalismo é a sua opinião. A minha opinião é coerente. Eu acredito muito nisso então você espera para ver se você quiser votar em mim vote e vai ter certeza que eu vou me­lhorar a cultura e vou deixar do seu agrado”.

FERNANDO

RESPONDEU

PERGUNTA DE

WILLIAN SOBRE

A PRODEM

Na pergunta dirigida Fer­nando Cunha, sobre a Pro­dem, Willian reconhece um problema sério relacionado a empresa que cuidava do trans­porte público na cidade e que a mesma vai deixar prestar os serviços e pergunta se o transporte público vai ser subsidiado e como será resolvida a questão do Uber, dos mototaxistas e do prejuízo que a empresa que cuidava do transporte público local estava tendo.

Cunha considerou que Wil­lian aproveitou fez duas perguntas dentro de uma e agradeceu por poder responder as duas.

— Prodem é uma empresa municipal que foi sendo usada ao longo dos anos também para virar um cabide de emprego. Então tem duas Pro­dem.

— Uma é muito importante para a cidade porque cuida dos ônibus, do transporte de estudantes, da zona azul, do táxi, mototáxi e do trânsito. E outra, com muita gente que foi contratada e que o Tribunal de Contas condenou a prefeitura a acabar com esses contratos.

— Vai ser preciso fazer u­ma equação e a intenção não é demitir e sim reciclar, transformar a Prodem numa empresa de habitação para o mu­nicípio para ter programas habitacionais.

— Em relação ao transporte coletivo é preciso ser realista. Hoje aplicativo e mototáxi é uma realidade. Não dá para ser contra. Temos uma lei, um projeto de lei que mandamos para câmara municipal que es­tá lá para ser votado regulamentando os aplicativos e espero que os vereadores a­perfeiçoem e votem pois isso faz parte dos tempos atuais.

— No plano de mobilidade, a construção de ciclovias pela cidade junto com anel viário para que a bicicleta seja mais usada isso no horizonte de 5 a 10 anos.

— Quanto ao transporte co­letivo de ônibus não tem jeito. Passou a ser deficitário por­que tem muita gente que anda de mototáxi, de Uber, que comprou a famosa bis. Tem que ter ônibus para o estudante, o trabalhador por isso tem que ser subsidiado. Embora a prefeitura não tenha dinheiro para fazer tudo mas uma das coisas que tem que fazer é assegurar o transporte para quem precisa de ônibus e a meta é colocar ônibus substituindo a empresa que está ai, com ar-condicionado e internet e a prefeitura terá de subsidiar senão a empresa não sobreviverá.

WILLIAN CONTESTOU

QUE PASSOU

04 ANOS E NÃO FEZ

Na réplica, Willian contestou por entender que a administração passou 4 anos e te­ve tempo para que isso fosse feito de forma correta e não se pode acreditar que vai esperar mais quatro anos para que essa promessa se realize.

Fernando Cunha na tré­pli­ca, admitiu que herdou uma situação de fato e tentou  administrar na modalidade que Olímpia tinha, sem colocar subsídio, sem aumentar o preço da passagem de forma que onerasse a população e a empresa, com a Covid faliu.

— Conheço as finanças de Olímpia como ninguém e fiz economia, enxugamento para que tivesse recursos para outras áreas. Olímpia não tinha essa condição agora tem, seja quem for o prefeito, e que estando prefeito em janeiro O­límpia terá condições financeiras de subsidiar ônibus.

PIMENTA FOI O

SEGUNDO A

PERGUNTAR AOS

OPONENTES

O segundo candidato a fazer perguntas para os seus oponentes foi Gustavo Pimenta que questionou primeiro o candidato Fernando Cunha. “Você defende o turismo por ser o carro chefe da economia local e qual fórmula será utilizada para agregar o turismo com o desenvolvimento da nos­sa cidade. Qual seria o pro­jeto que teria para agregar ao Turismo Rural.

Fernando entende que o mundo enfrenta a maior crise provocada pela Covid e a nossa cidade no comércio te­ve a­poio da Prefeitura e que lutou para deixar o comércio aberto, as academias, supermercados, as barbearias e até as i­grejas.

— O agronegócio vai muito bem e a indústria não fechou por causa do apoio que receberam e Olímpia é mais competitiva do que outras cidades no turismo que é o carro-chefe gerador de emprego da cidade.

— Se gasta pouco em relação ao turismo e se recebe mu­ito pois o turismo propiciou 100 milhões de arrecadação em quatro anos para o municípios e foi investido cinco milhões pela prefeitura. O resto dos investimentos se trata de verba carimbada que vem de Brasília, de São Paulo, para a Estância Turística e os empreendimentos também investem no turismo.

— A intenção é fazer no centro da cidade um calçadão e a reurbanização da Praça da Matriz como foi feito na  Aurora Forti Neves para as pessoas frequentarem o comércio tradicional de Olímpia. Entendo que assim se terá um comércio forte atendendo o cliente tradicional ao lado do cliente que vem fazer turismo.

— Também a implantação de um centro de convenções junto com a iniciativa privada e a prefeitura para fazer o turismo de negócios além de um projeto de um Balneário para usar as águas quentes de Olímpia para terapias para trazer o turista que vir cuidar da saúde.

A RÉPLICA DE

GUSTAVO PIMENTA

SOBRE TURISMO

Em sua réplica, Pimenta diz que é preciso motivar as antigas propriedades que tem a­quelas casas bonitas e fazer uma visitação, tentar levar um pouco de atrativos além dos parques.

—- É uma forma de investir também na modelagem, na reestruturação dessas casas antigas que vem desde a época do café. Uma proposta de Turismo Rural para que as famílias tradicionais que contribuíram para a história de Olímpia, que vivem da Agricultura, do agronegócio possam também estar mostrando as suas sedes históricas.

A TRÉPLICA

DE FERNANDO

Fernando entende que é um prefeito moderno, informado, atual e que a cidade tem 26 mil leitos de hotelaria e que em maio do ano que vêm terá mais 9000 leitos e irá para 35 mil leitos e de 4 poderá passar a 7 milhões de visitantes alcançando Natal, Maceió, grandes destinos do Nordeste.

— Estes dados são coisa séria, coisa grande, Olímpia tem essa oportunidade, o resto é perfumaria, romantismo, é preciso ser realista. Olímpia com 03 milhões de pessoas deixa aqui um milhão e meio de reais, por isso é preciso trabalhar e pode vir a ser o maior destino turístico do interior do Estado de São Paulo.


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