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Olimpia, 15 de Abril, 2018 - 21:56
Celebridade mexicana é brasileiro e viveu sua adolescência em Olímpia

Natural de São Bernardo do Campo, na região do A­BC Pa­u­lista, o brasileiro Ro­drigo Mas­sa(foto) acabou virando uma celebridade do teatro e da televisão mexicana, depois de ter vivido par­te de sua infância e praticamente toda sua adolescência em Olímpia. Agora, segundo relatou ao jornalista Jo­sé Antônio A­rantes, da rádio Cidade FM, ele está vivendo há 12 anos na Cidade do México, onde atua como ator, cantor e apresentador.

Rodrigo que também é cantor e compositor, está lançando no Brasil e no Mé­xico um clipe gravado recentemente para a sua música Rodrigo lançou um clipe em fevereiro deste a­no para a música “Acabo de Sonhar Contigo”, que já está tocando na Cidade FM, em 98,7 Mhz.

Rodrigo Massa é filho do casal Eldizia Massa e Ed­val­do Mo­reira da Silva Filho, já falecido, e tem um irmão: Gabriel Massa Mo­reira da Silva: “Só que morei muito tempo em O­lím­pia. A gente (família) mudou para O­límpia em 1998 e morei aí até 2004, quando eu passei na USP e fui morar em São Paulo”.

De acordo com Rodrigo, inicialmente eles residiram no Jardim Glória, bair­ro da região cen­tral da cidade, e depois no Jardim São Francisco, na zona norte, nas proximidades do Parque Aquático Ther­mas dos Laranjais.

Ele conta que o seu “pai foi proprietário de um pos­to de combustível” no centro e que a família se mudou para Olímpia porque ele tinha adquirido o posto Petroforte. Em seguida, adquiriu mais um posto de revenda.

Massa relatou que viveu em Olímpia, mas que seu pai, Edi­valdo da Silva Mo­reira Filho, morou mais tempo, ou seja, até falecer no ano de 2007. “Ele morou muito mais e eu, tipo, passei na faculdade e minha mãe e meu irmão ficaram morando em Olímpia ainda e depois eles foram para São Paulo, acho que uns seis meses depois”, a­crescentou.

Ex-aluno das escolas Er­nesto Riscali e Seta, as du­as em que estudou em O­límpia, Massa diz que quan­do chegou à cidade, estranhou um pouco quando chegou do ABC: “Para mim, no começo, es­sa mudança foi muito difícil, eu não estava nada feliz porque eu tinha meus amigos em São Bernardo, já tinha minha rotina, estava fazendo teatro e estava gostando muito disso e de repente ir para Olím­pi­a, aquela coisa... Para uma pessoa que mora ali perto de São Paulo ir para uma cidade do interior geralmente não é uma mudança fácil”.

Mas aos poucos foi se en­con­trando na cidade e começou a ter atividades artísticas na escola e depois no GODAP, do qual participou durante bastante tempo: “dancei no grupo durante quase todo tempo que estive em O­límpia e com eles foram as minhas primeiras viagens ao exterior. Primeiro para o México e depois Chile, além de todas as viagens que a gente fazia também no Brasil. Então, pouco a pouco eu fui gostando cada vez mais de Olímpia e eu tenho lembranças muito boas, mas algumas ruins também porque a gente passou por tempos difíceis, como o divórcio dos meus pais que foi aí, mas muitas lembranças boas. Eu tive uma adolescência bem gostosa aí em Olímpia”.

PODER BRINCAR NA RUA

Dentre as boas recordações que carrega do período em que residiu em O­límpia, que comemora serem muitas, a que gosta mais foi o fato de ter deixado uma cidade grande, onde a liberdade das crianças é pouca, principalmente por conta da insegurança, e quando se mudou para cá passou a conviver com uma situação bastante diferente.

“Acho que a lembrança mais legal é aquela de estar morando em uma cidade grande, onde você não tem liberdade, minha mãe tinha medo de deixar a gente brincar na rua, então era a infância assim preso em casa. E daí a gente fui morar em Olímpia que era uma cidade que era brincar na rua de esconde-esconde, de pega-pega, era aquelas coisas assim, brincadeira de criança mesmo na rua, ali nas ruas do Jardim Glória, eu lembro mu­ito que a gente fez muitas amizades ali com os vizinhos, com quase que todo mundo que estudava na mesma escola”, contou.

Também entre as boas lembranças boas aparece o Parque Aquático Ther­mas dos Laranjais: “a gente era sócio e eu ia fazer minhas aulas de tênis que era bem gostoso, depois a gente ia dar um tibum (mer­gulho) na piscina. O Thermas que naquela época era completamente diferente do que é hoje. Ainda não fui depois de todo esse crescimento do Ther­mas, mas adoraria ir. Me lembro do Ther­mas assim, que tinha um tobogã, que tinha aquele riozinho, que tinha a piscina de ondas. Acho que foi a única mudança legal que eu cheguei a pegar, antes que virasse toda essa coisa assim fenomenal conhecida em todo o Brasil”.

PRIMEIRA NAMORADINHA E PRIMEIRO BEIJO

As boas recordações também vêm dos Festivais do Folclore: “lembro dos festivais do folclore claro, que era su­per gostoso, do Fefol e do Fi­fol, que além do mais a gente dançava nos festivais, além de curtir com os amigos que era super legal. Naquela época eu estava com a primeira namoradinha, então era a­que­la coisa de andar de mão dada, o meu primeiro beijo foi no festival do folclore atrás do palco”.

Também se recorda do trabalho que realizava no CCAA onde dava aulas de inglês. Nessa escola eu “es­tudei inglês e espanhol e, depois eu comecei a dar aula. Foi o meu primeiro trabalho ali, ganhando 300 reais por mês. Eu ia de bicicleta lá do bairro São Francisco, descia ladeira e subia ladeira para ir trabalhar. Todo santo dia eu fazia isso e foi assim que passei de ser um menino gordinho que morava na cidade grande e fiquei magrelo pra caramba, foi em Olímpia. Eu vivia na bicicleta e ia para todo qualquer canto de bicicleta, menos para escola porque passava um ônibus para pegar a gente, mas para ir trabalhar e tudo era só de bicicleta”.

Outra recordação é “da japonesinha que vendia pastel perto do riozinho, do Stop Lanches, do Hob­by Lanches... me falaram que o Stop ainda existe, não sei se o Hoppy ainda existe. Dos restauran­tezi­nhos gostosos que tinham ali perto do riozi­nho, que era bom para comer uma esfirra, uma pizza. Enfim, lembro muito de tudo is­so, lembro muito essas coi­sas que na adolescência fazem a diferença mesmo”.

Mas ele fala em voltar a O­lím­pia no final desse a­no, pro­vavelmente: “a­do­raria voltar, seria muito legal ver a galera, ver o Ther­mas como ficou, ver a cidade como mudou. Adoraria voltar a ver minha casa ali no bairro São Francisco, a casa que a gente morou no Jardim Glória também. Enfim, uma coisa que eu vou fazer com certeza um dia”.


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