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Olimpia, 06 de Janeiro, 2019 - 11:12
Começa um novo ano em que a maioria das premissas caminha para algo não muito bom

“Para quem espera que o ano que se inicia seja de Paz e Tranquilidade, o melhor é esquecer. O ano, pelas premissas históricas, deverá ser de guerra virtual e real entre as duas forças que brigam pelo comando do reino dos semialfabetizados escravos que habitam a folclórica menina-moça.”

Mestre Baba Zen Aranes.

NADA COMO ...

... um dia após o outro, principalmente se a gente se ater na máxima de que o passado já se foi, deixou de existir; o futuro ainda não aconteceu, portanto, também não existe; ficamos, então, somente com o presente. Epa! Mas, o que estou escrevendo já escrevi, então já se tornou passado. Bom. E, agora? Será que estou no futuro?

DEU PARA ENTENDER? ...

... ou... Bom, aí é uma questão de você para você mesmo. Na verdade, a constatação é uma só. A vida passa depressa demais e tem gente que não sabe o que fazer com o seu próprio tempo, mas também tem quem não tem tempo para nada. Poucos, no entanto, têm tempo para tudo ... ou seja ... para tudo que entendem como necessário para a sua felicidade.

MAS QUE ...

... é “pirante”, não tenham dúvidas, saber que uma vida inteira passou a se chamar passado e deixou de existir a segundos atrás. E o que é pior, se bo­bear a gente vai ter recordações que podem se confundir com sonhos, com imaginações mil que nem chegaram a acontecer. Então, nem se saberá se existiram realmente. E você, existiu? O que você fez?

BOM ...

... deixando de lado, mais uma vez, esta veia endoidecida de querer entender a teoria do tempo de Santo Agostinho, vamos direto e reto neste dia-a-dia desta terra impregnada de “espertos” que aprenderam a cartilha da Lei de Gerson e gastam grande parte do precioso tempo tentando levar vantagem sobre alguém; traduzindo: “passar a perna” em quem considerar menos esperto.

PARA QUEM ...

... não sabe o que é a Lei de Gerson vamos explicando que há algumas décadas atrás, antes deste boom tecnológico e mesmo do advento da internet, as famílias aqui neste “interiorzão” de São Paulo eram muito mais amigas, se respeitavam e muitos negócios se davam apenas pela palavra empenhada, ou seja, não tinha toda essa burocracia de hoje que, inclusive, nem sempre é respeitada.

O QUE IMPERAVA ...

... era o chamado fio de barba, com as pessoas preservando os bons costumes e principalmente os bons preceitos da moral. Eram raros os espertinhos que tentavam enganar o próximo. Existia muito mais amizade, muito menos solidão.

AÍ, SURGIU ...

... uma propaganda na televisão de uma marca de cigarro em que o famoso médio volante da seleção de 70, Gerson, aparecia e dizia que era preciso levar vantagem em tudo.

CLARO ...

... não se pode culpar apenas a propaganda do cigarro na TV como a responsável pela instituição da imoralidade, mas, ela marca o pontapé inicial da dominação do chamado capitalismo selvagem.

ATRAVÉS DA ...

... chamada indústria cultural, principalmente com a TV, suas novelas e suas propagandas domi­na­doras, vão surgindo aos poucos um modelo de sociedade consumista, onde os antigos conceitos de mo­ralidade, amizade e companheirismo vão sendo substituídos pela disputa diária entre os seres que começam a viver para consumir, para comprar cada vez mais os produtos que são lançados no grande dominador chamado mercado.

AÍ, INSTALA-SE ...

... o caos que continua crescendo e cada vez mais transformando os cidadãos em guerreiros, que não medem esforços para obter dinheiro para consumir, consumir e consumir, cada vez mais.

MAS O GRANDE ...

... e todo poderoso Mercado também cria um contingente cada vez maior de excluídos, os sem esperança, os sem perspectiva de participar diretamente deste mesmo mercado, ou seja, as classes menos favorecidas economicamente que, ao não terem como chegar aos padrões de consumo dos mais abastados e, ao não conseguirem sair da pobreza intelectual, acabam literalmente se matando ou seja pela criminalidade, ou seja pelas drogas lícitas e ilícitas ou, ainda, pela própria falta de vontade de viver que leva muitos a tentarem tirar a própria vida.

NUM MUNDO ...

... em que apenas os prazeres materiais (bens de consumo) são desejados, o homem sem cultura não alimenta o intelecto e acaba adormecendo a vontade que sem os auspícios da razão não se transforma em emoção e, “emburrecendo”, passa a não mais viver e apenas reagir, como animais não humanos, pelo instinto consumista de sempre ter, ter, ter e ter, esquecendo-se totalmente de ser, de crescer intelectualmente.

É GROTESCO ...

... ver estudantes de engenharia, direito e o escambau aceitando que são analfabetos funcionais, dizendo que detestam ler, assumindo que estão cursando o terceiro grau apenas para poder justamente exercer uma profissão como se fossem robôs programados para repetir a rotina que foi programada, abrindo mão da obtenção do chamado senso crítico, através do conhecimento.

GENTE, ...

... é simples o raciocínio: quem não sabe ler e interpretar um texto, como vai ter linguagem para interpretar a si mesmo? E a vida? E o mundo? Como obter o equilíbrio entre pulsões, emoção, vontade e razão?

NA VERDADE ...

... a situação que se verifica hoje é a de uma verdadeira Selva de Pedra, onde os homens se digladiam de forma mais grotesca que os animais, pois estes lutam e se matam pela sobrevivência e pela preservação da espécie e o bicho homem pelos prazeres momentâneos do mero consumo.

VIXE ...

... já se foi mais do que o espaço que havia sido programado para que a sopa de letrinhas de “elefaran­tônico” ser quase pen­sante fossem publi­cadas e sequer cheguei a estabelecer a primeira premissa sobre o tema que deveria ser abordado. 

SENDO ASSIM ...

... vamos resumir: a maioria delas, principalmente as históricas, mostram que o novo ano que já começou não vai ser muito bom para nós “olimpiasnos”. Sem contar o nível federal, onde está se configurando a reunião de seres que representam o retrocesso do pensamento moderno; e no nível estadual a renovação total, o moderno, com um governo cheio de representantes do governo Temer; no nível local, sem dúvidas, começa a guerra virtual e real, que não tem nada de santa, mas que, sem dúvidas, fará jorrar muita besteira, mentira, agressões e os atualmente na moda, os chamados “Fake News”.

O PIOR ...

... é que nesta guerra imbecil entre os grupos de Cunhas e Gênios, acaba sempre sobrando as consequências de atos impensados e inconse­quentes, dos soldados de baixo nível, que travam suas batalhas nos teclados de computadores ou dos “smartvolvers”, quer dizer, smartphones, como os que provocaram prejuízos para a rede hoteleira recentemente ao tentar criar ficticiamente um surto de meningite para prejudicar o atual mandatário.

JÁ TEM ATÉ ...

... velhos novos jornais circulando e órgãos de imprensa mostrando suas caras demoníacas, além da convocação de mais soldados para irem para a frente de batalha.

CUNHA, ...

... quer se reeleger para deixar seu nome inserido na história da cidade em que nasceu e Eugênio e seu cacique Rodrigo querem o poder a qualquer custo, para dominar um futuro que pode não ser muito auspicioso politicamente para eles, mas que se bem engendrado, na Olímpia turística, pode representar uma aposentadoria tranquila.

EM SUMA ...

... aí, as marchas e contra­marchas desta tropa insana, podem vislumbrar um ano não muito propício principalmente para os pobres mortais que vagueiam “zumbizantes” pelos becos sem saídas desta terra que continua sendo a capital nacional ... dos laranjas ... e com o maior número de “cultuadores” da Lei de Gerson por metro quadrado.

José Salamargo ... sentado à beira de um caminho que não tem mais fim. Vendo tudo passar apressadamente, rapidamente, sem que se possa interferir, nem interagir. Vendo o solidificar da impotência de quem não desiste de querer modificar o mundo, colocando em prática as teorias que vislumbrou como as melhores para sua sociedade. Mas chegando à conclusão que apenas amando o próximo como a si mesmo é que se poderá mudar alguma coisa. E esta é a pior das utopias, pois me diga quem você conhece, mesmo entre os que pregam tal conceito, que consegue realmente praticá-lo?

 


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