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Ifolha

Olimpia, 23 de Março, 2018 - 01:24
Prefeito renova atividade delegada e discute melhorias na segurança pública com PMs

A população da Estância Turística de Olímpia continuará contando com o trabalho da atividade delegada para garantir a intensificação das ações de segurança pública. O compromisso foi assumido pelo prefeito Fernando Cunha ao renovar o convênio entre o município e o Estado para a prestação do serviço. O ato foi publicado no Diário Oficial Eletrônico desta terça-feira (20).

A oficialização se deu durante uma reunião realizada, na sexta-feira (16), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, com a presença do prefeito, do comandante da 2ª Cia de Polícia Militar de Olímpia, capitão Alessandro Roberto Righetti; do comandante do 33º Batalhão da Polícia Militar do Interior, tenente coronel Marcos Antônio Marcondes de Carvalho; e do secretário de Governo, Guto Zanette.

O encontro abordou ainda o desenvolvimento da atividade delegada na cidade e os resultados do efetivo na atuação contra o crime. A Atividade Delegada é um convênio entre o Estado e os municípios com o objetivo de permitir a utilização de policiais militares, em dias de folga, no patrulhamento ostensivo e no apoio às prefeituras nas atividades de fiscalização de suas responsabilidades, além das questões rotineiras de segurança pública. Os policiais militares, quando estiverem exercendo a atividade delegada, continuam usando toda a estrutura da Polícia Militar, farda, cassetete, revólveres, carros, viaturas, mas a serviço do município.

Além da renovação do convênio, a ocasião também destacou a qualidade dos serviços prestados pela polícia na região e uma bonificação aos policiais, uma vez que 33º Batalhão, do qual Olímpia faz parte, está entre os três melhores do Estado por apresentar significativa redução nos crimes de roubo, homicídio doloso, furto e roubo de veículos.

A intensificação do policiamento no município é resultado também do trabalho do prefeito Fernando Cunha junto às autoridades de segurança pública. As constantes tratativas, desde o ano passado, já propiciaram a ampliação da atividade nos bairros e nos distritos de Ribeiro dos Santos e Baguaçu e o Patrulhamento Rural nas comunidades agrícolas. Além disso, o município passou também a contar com o reforço no policiamento, por meio da criação do Grupo de Força Tática com sede em Olímpia que atua, desde janeiro, sob responsabilidade da 2ª Cia de Polícia Militar.

Ifolha

Olimpia, 06 de Outubro, 2019 - 18:29
Conselho Tutelar: vote em quem defende os direitos da criança e do adolescente

Do Conselho Editorial

Neste domingo haverá eleição para escolha dos conselheiros tutelares e, pelo que se pode presumir, desta vez o clima de guerra de foice para se conquistar o cargo meio que antecipou o que poderá a vir a ser o baixo nível da campanha eleitoral vindoura.

Embora uma coisa não devesse nada a ter com a outra, infelizmente os bastidores revelam que têm.

Uma eleição que visava a escolha dos que deveriam, em tese, defender os direitos das crianças e dos adolescentes meio que se transformou, para alguns concorrentes, em campanhas de infan­tilidade semelhantes à briga de adolescentes em porta de escola.

Campanhas difamató­rias ou feitas à socapa com ações objetivando de forma maliciosa e fingida enganar os que pretendem depositar seus votos nas urnas.

O uso de fingimento, dissimulação e manha, a revelia do expresso em lei para a eleição, se não contaminar o resultado, pelo menos demonstrou má intenção e dolo da parte dos que praticaram atos indevidos e desnecessários para o caso.

As denúncias estão ai nas redes sociais, capas de jornais e registradas em boletins de ocorrência. Se serão ou não apuradas com rigor é esperar o tempo, senhor da razão, para se concluir se a lei é para todos ou se o que vale é império da impunidade.

Alguns candidatos, ao que tudo indica, levaram campanhas de forma totalmente divorciada do que obriga o instrumento legal que prevê o rito da eleição.

Houve até candidata que foi premiada com matéria positiva em blog local, evidenciando trabalho em favor de crianças especiais, evidentemente para se criar vitrine à pretensão eleitoreira da candidata.

É de se concluir que muitos dos casos ocorridos deveriam levar o cidadão de bom senso e com desejo de que a sociedade melhore em todos os aspectos, concluir que estes candidatos, com estas posturas inadequadas, deveriam ser repelidos ou pela justiça ou pelo voto.

Afinal a responsabilidade de defender os interesses de crianças e adolescentes que em síntese serão o futuro da nação exige muita responsabilidade e não são os que recorrem a recursos reprováveis para serem eleitos que estão preparados para tão respeitável missão.

Alguns fatores contribuem para que esta disputa seja tão acirrada e se faça vista grossa por que este é o país dos que combatem a corrupção sendo a favor de se corromperem, infelizmente.

Além de a disputa ser agressiva e levada ao máximo do que pode ser tolerado em termos de ausência de respeito ao outro e as regras vigentes, um elemento salta para explicitar os desvios de conduta de alguns e atende pelo nome de salário.

Há vários conselhos no município: Saúde, Turismo, Cultura, Educação etc., porém em nenhum deles o conselheiro é remunerado, tratando-se de trabalho voluntário e sendo redundante, trabalho gratuito em prol da sociedade.

Geralmente, na maioria dos municípios, não se encontra nomes dispostos a atuarem gratuitamente nestes conselhos e em razão disto o poder Executivo, que tem a obrigação de montagem e funcionamento destes conselhos, é obrigado a nomear um cidadão para representante em vários conselhos.

Não há disputa, briga ou discussão, não havendo salário não há interesse.

E no dito Conselho Tutelar outros interesses se fundem a questão salarial. Exemplo disto é o desejo de setores ligados à bancada evangélica de diminuir os direitos das crianças e adolescentes em razão de seu projeto de poder e por isto disputam vagas no conselho indo na contramão do que deveria ser a luta por direitos naquele espaço público de representação popular.

Por outro lado, há interesses de policiais ligados à repressão, violência e maus tratos, de estarem representados neste conselho por motivos óbvios, razão pela qual apoiam determinadas candidaturas.

E o político, para alargar sua representação e ter, além de um apêndice contaminado no Conselho, um cabo eleitoral pago de forma lícita pelo poder público.

O típico com uma mão se lava a outra: “eu te ajudo nesta campanha e você quando eu for candidato ajuda minha eleição”. No final, quem paga é o idiota, o estúpido de sempre, que de forma coletiva é chamado de população ou povo.

Estas as razões pela quais há alguns quarteirões de onde serão realizadas as votações ocorre uma grande movimentação de veículos despejando pessoas, carros, peruas, vans e já houve casos até de ônibus transportando eleitores.

Ninguém em sã consciência acreditaria, se conhecesse a alma do povo brasileiro, que desobrigado, em pleno domingo, deixaria o conforto ou o quase conforto de seu lar, sem ganhar nenhum agradinho, para escolher um Conselheiro Tutelar.

Principalmente se souber que quando se elege os outros Conselhos, fora o da Saúde, em razão do número de profissionais da área, interessados na eleição, corre-se o risco do comparecimento popular ser menor que o número suficiente de pessoas para compor o Conselho.

Por ai, pode-se concluir que algo de muito errado ocorre nestas eleições, a começar pelo total desrespeito as regras e a impressão que maioria dos candidatos são muito mais concorrentes a uma vaga de emprego que missionários em prol dos direitos das crianças e adolescentes e que, se pudessem, queimariam o Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca) em praça pública.

O que não se faz por amor, amor ao dinheiro.

 


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