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Olimpia, 11 de Fevereiro, 2019 - 09:04
Cuidando de seu pet no verão

Temperatura alta e chuva aumentam o desconforto, causam mal-estar ao ser humano e também aos animais de um modo geral. Assim, os nossos queridinhos cães e gatos também precisam de atenção extra.

Os veterinários explicam que os “pets” são mais propensos a doenças de pele nessa época, principalmente aqueles que ficam muito tempo expostos ao sol. Os que vão à praia e à piscina ou pegam chuva, caso não tenham uma secagem adequada, podem ter dermatite úmida aguda e até otites.

A hipertermia, quando a temperatura corporal sobe excessivamente, e a desidratação também são uma grande preocupação, assim como as doenças gastrointestinais que podem ocorrer devido a altas temperaturas.

É preciso tomar muito cuidado com ectoparasitas, como pulga e carrapato, que se reproduzem intensamente nesta época. Com as chuvas, aumenta a incidência de leptospirose, assim como a ação de insetos que transmitem leishmaniose e dirofilariose, em determinadas áreas.

Hipertermia é o aumento brusco da temperatura corporal, que ultrapassa a capacidade compensatória do organismo. Nesses casos, o animal se mostra cansado, apresenta língua roxa (cianose), tem dificuldade para andar, respiração ofegante, vômitos e diarreias, chegando a convulsões e perda de consciência. Para prevenir, evite passeios nos horários de muito calor, como das 10h às 16h; aumente a oferta de água limpa e fresca; borrife o líquido no corpo do “pet” para refrescá-lo e deixo-o em ambientes frescos, protegidos do sol e com piso gelado.

Leptospirose  é uma doença  infecciosa  causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos, transmitida principalmente nas enchentes. É uma zoonose que pode passar dos bichinhos de estimação ao homem. Além da vacina que deve ser realizada todos os anos, é necessário ter atenção nos passeios, manter a casa dedetizada e uma boa higienização no local onde os pets costumam ficar. 

Conhecida como a doença do “verme do coração”, a Dirofilariose  é transmitida por picada de mosquito por parasita que se aloja no coração de cães e gatos, provocando lesões e até insuficiência cardíaca. A prevenção deve ser feita com aplicação mensal de vermífugos ou com uma dose anual da vacina contra o parasita Dirofilaria immitis. 

Dermatite é uma inflamação ou infecção da pele muito comum em cães e gatos. A dermatite alérgica é provocada por picadas de insetos e a dermatite úmida está associada a proliferação de bactérias e fungos.

A Otite surge a partir de uma inflamação no ouvido que se prolifera, causando incômodos e até mesmo dores. A enfermidade pode ocorrer na região externa, interna ou no meio do canal auditivo, e até mesmo em apenas uma orelha. É importante proteger as orelhas dos “pets” durante o banho e mantê-las limpas e secas.

As temperaturas altas representam ambiente ideal para a proliferação de pulgas e carrapatos. A maioria desses parasitas está no ambiente. A pulga, além de provocar os processos alérgicos, transmite verminose para cães e gatos. Nos bichanos, especialmente, transmite o Mycoplasma. Em grandes infestações, as pulgas causam anemia. Já a Erlichiose e a Babesiose, que são popularmente conhecidas como a “doença do carrapato”, causam a destruição de células sanguíneas. O ideal é manter os “pets” com medicamentos repelentes ou comprimidos orais próprios contra esses ectoparasitas.

Vômito, diarreia e mal-estar são sinais do problema que pode ocorrer devido a altas temperaturas. Uma forma de evitar é não mudar a dieta do animal nesse período e reforçar a oferta de água.
A Leishmaniose  é uma doença infectocontagiosa transmitida pelo mosquito palha ou birigui, com a alta incidência nesse época, em regiões com situação sanitária precária. É uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida ao homem. A vacinação combinada ao uso de repelentes é a melhor fora de prevenção.

Animais que ficam expostos por muito tempo no sol podem desenvolver câncer de pele. Um dos sintomas iniciais é uma vermelhidão na pele e úlceras que não cicatrizam (dermatites solares). As regiões mais afetadas pela radiação solar constituem o focinho e as extremidades das orelhas. Animais mais claros são as principais vítimas


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