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Olimpia, 01 de Dezembro, 2019 - 17:58
Depoimento de testemunha de fora pode mudar o rumo da investigação

Matheus Nunes Fernandes, de 23 anos, está preso, mas nega a prática do crime.

 

É aguardada a chegada a Olímpia do conteúdo do depoimento de uma testemunha que pode mudar o rumo das investigações no latrocínio do mototaxista Luis Fernando Gatti, de 27 anos, morto em 2017, na vila Hípica.

O depoimento foi prestado por carta precatória na tarde de quinta-feira, dia 28, no Fórum da cidade de Pacaembu, onde a testemunha está presa por condenação por envolvi­mento com o tráfico de drogas.

Segundo o advogado Rodrigo Biagioni, contratado para defender o principal suspeito do crime, Ma­theus Nunes Fernan­des, de 23 anos, que residia no bairro Cidade de Deus, em Severínia, que está preso preventivamente, a testemunha que seria ouvida em Pacaembu poderia informar o verdadeiro autor do latrocínio. Mes­­mo o depoimento já tendo acontecido o conteúdo ainda não foi revelado.

Por sua vez, Matheus Fernandes foi preso em abril de 2018, quando se entregou no 3º Distrito Policial, em São José do Rio Preto, tendo se reservado o direito de apenas falar em juízo. Com isso, apenas na audiência de instrução realizada na segunda-feira no Fórum de Olím­pia, ele se manifestou negando a autoria do crime.

De acordo com o advogado Biagioni, Matheus alega que a arma utilizada no crime e o aparelho HT do mototaxista morto, aprendidos pela polícia na casa da namorada dele, foram comprados 40 dias após o latrocínio de um desconhecido em Olímpia.

Já o investigador chefe do SIG de Olímpia, Fábio Baltazar, que trabalhou na investigação e esclarecimento do caso, acredita que as provas conseguidas na investigação são robustas, citando que além da arma que executou o crime e o HT, a polícia conseguiu ainda o aparelho celular de onde partiu a ligação para contratar a corrida, que Matheus é acusado de ter roubado de um morador de Severínia.

Como se sabe, o latrocínio foi praticado na noite de 27 de julho de 2017, por volta das 22h45, na rua Aldo Putini, na Vila Hípica. Gatti foi chamado para uma corrida e quando chegou ao local foi morto por um tiro no peito. O ladrão fugiu levando sua motocicleta.

 


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