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Olimpia, 06 de Novembro, 2017 - 16:19
Enfrentando a menopausa de cabeça erguida

A menopausa é um acontecimento natural na vida de todas as mulheres, embora poucas digam que os sintomas pareçam normais.

As ondas de calor, suores noturnos, alterações de humor, cansaço e outros incômodos podem fazer dessa etapa uma das fases mais difíceis da vida, tanto em termos emocionais quanto físicos. O que não impede as mulheres de serem felizes também durante a fase da menopausa.

A questão tem ainda mais importância com o aumento da expectativa de vida: atualmente, considerando que a última menstruação ocorre por volta dos 50 anos, um terço da vida da mulher acontece depois da menopausa. E é preciso garantir que essa longa etapa seja percorrida com o máximo de saúde e qualidade de vida.

Embora o termo "menopausa" tenha sido criado para designar a última menstruação (a primeira é chamada "menarca"), hoje em dia chama-se menopausa todo o período de mudanças no organismo feminino, desde as primeiras alterações hormonais até a última menstruação.

Já os médicos chamam esse período de "climatério", que é a transição da fase reprodutiva, que começa com a menarca e termina com a menopausa, para a não reprodutiva, em que os ovários deixam de funcionar.

Essa transição acontece quando acabam os óvulos que toda mulher traz desde o nascimento e que são liberados a cada ciclo menstrual. Sua principal característica é a diminuição da produção dos hormônios estrógeno e progesterona pelos ovários, até a parada completa.
A diminuição dos níveis hormonais atinge todas as mulheres e começa por volta dos 40 anos. Já a menopausa (última menstruação) ocorre entre os 48 e 55 anos (o mais comum é aos 51). Quando ocorre em mulheres com menos de 40 anos é chamada de menopausa prematura. Não há como precisar ou definir quando ocorrerá a menopausa.

O estrogênio é o hormônio básico da mulher. Sua produção começa na adolescência, quando é responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários, como pelos púbicos, formas arredondadas do corpo etc, e vai até a menopausa.

O estrogênio está envolvido em diversas funções e características do organismo, como textura da pele e da vagina, distribuição de gordura no corpo, equilíbrio das gorduras no sangue (colesterol), fixação de cálcio nos ossos, autoestima e memória.

Assim, embora algumas mulheres passem pelo climatério sem grandes transtornos ou até sem sentir nada, outras podem sofrer com:

- irregularidade dos ciclos menstruais;

- ondas de calor: vermelhidão súbita na face e no tronco, sensação intensa de calor no corpo e transpiração excessiva, sentidas por cerca de 80% das mulheres no climatério. Podem aparecer a qualquer hora e muitas vezes são tão desagradáveis que chegam a interferir nas atividades do dia-a-dia;

- suor noturno;

- diminuição do desejo sexual: em geral causado pela reação negativa da mulher às mudanças;

- a vagina sofre alterações: fica mais estreita e curta, perde a elasticidade e o tecido fica frágil. Diminui a secreção e podem aparecer inflamações;
- dor durante o ato sexual: resultante das alterações vaginais;

- aumento da frequência urinária, às vezes com ardência;

- diminuição do brilho da pele e uma distribuição de gordura mais masculina, ou seja, na barriga;

- aumento do colesterol ruim;

- diminuição da atenção e memória;

- insônia, irritabilidade e ansiedade: a alteração hormonal afeta as reações do cérebro;

- depressão

O primeiro passo para enfrentar esta nova fase é falar com o ginecologista e nem pensar em tomar qualquer remédio sem a orientação do médico, principalmente quando o assunto é reposição hormonal, que é uma das poderosas armas contra estes sintomas. Somente o médico é quem está apto a recomendar o tratamento adequado que é individual e varia de mulher para mulher. Paralelamente, é preciso encarar a nova fase com otimismo, saber que não é doença, amar-se muito, praticar atividades físicas e cuidar da alimentação, a qual deve ser a mais natural possível.


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