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Olimpia, 26 de Julho, 2020 - 18:34
Falso “delegado federal” tenta estoquir dinheiro de pizzaiolo

O olimpiense foi acusado do crime
de “pornografia infantil” por ter
trocado fotos íntimas
com uma suposta moça.

Um pizzaiolo de 60 a­nos, morador em Olímpia, registrou queixa na delegacia de polícia de Olímpia, alegando que estaria sendo vítima de extorsão praticada por um falso “delegado federal” que o acusa de crime de pornografia infantil, por ter trocado fotos íntimas com uma su­posta moça que conheceu no face­book.

O caso foi registrado na delegacia de polícia de Olímpia na manhã de quarta-feira, 22. O pizzaiolo, de 60 anos, declarou que na terça-feira, 22, que passou a conversar com o perfil de uma mulher desconhecida, jovem, mas parecendo ser adulta, que conheceu após ela ter solicitado amizade no facebook.

Contou que, inicialmente, começaram a conversar pelo Messenger, com vistas a um relacionamento. Em seguida, a suposta mulher pediu o número do seu celular. A partir dai, passaram a se comunicar pelo aplicativo whatsApp. Foi quando ele foi convencido a trocar fotos íntimas com a suposta amiga.  No entanto, um dia depois, na quarta-feira, 22, o pizza­iolo declarou que recebeu u­ma ligação de um ho­mem que se identificou co­mo sendo delegado da Polícia Federal. Contou que tinha um brasão da Polícia Federal do Rio Grande do Sul na foto do perfil. O falso delegado disse que a mulher que ele estava trocando fotos íntimas era me­nor de idade e estava sendo internada para tratamento. Mandou um documento de in­ternação em uma clínica, mas ilegível. Em seguida, o falso delegado exigiu a quantia de R$ 5 mil para não representar contra ele pelo crime de pornografia infantil.

Foi quando o pizzaiolo decidiu prestar queixa na polícia, onde informou que as fotos que ele recebeu em seu celular não são do corpo de uma criança ou adolescente e sim de uma mulher com partes íntimas bem definidas. No entanto, alega ter ficado nervoso com a situação e acabou apagando as fotos do celular. Na delegacia o pizzaiolo foi orientado pelos policiais civis a solicitar uma conta bancária pa­ra o falso delegado, para que fosse feito o suposto depósito. Foi pas­sada uma conta da Caixa Federal de Por­to A­legre, em no­me de Diana da Cruz Gonçalves. Agora, essa mulher passa a ser investi­ga­da.


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