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Olimpia, 19 de Março, 2017 - 13:27
Faltou tino e sobrou desatino para quem organizou o carnaval?

Willian Zanolli

Como prometido, e para que não faltemos com a palavra aos nossos queridos e tão poucos leitores, exatamente para que não se transformem nas cinzas cadavéricas do nada, dependente que somos de que alguém leia nossos textos, cumpriremos a promessa de falar do fracassado e anêmico carnaval local.


Falamos aqui da retaliação a UEUO e advertimos ao final que a decisão do poder Executivo poderia levar a moralização do beneficio visto que a relação dos beneficiados é pública, sai na Imprensa Oficial, e a fiscalização exercida por cidadãos poderia ser exercida com a maior facilidade, se contemplados quem não cumprisse as exigências da lei que estabelece o beneficio.

Não é que me trouxeram a Imprensa Oficial dos benefícios conferidos na última relação com um monte de nomes anotados com estas canetas luminosas e anotações referentes a razão pelas quais em tese não poderiam ter os benefícios deferidos.

Gente fuxiqueira sô.

Joguei fora na hora, botei fogo, mas, de rabo de olho que ninguém é de ferro e fuxiqueiro tem baixa resistência a fuxico, dei uma “bissoiada na tar de lista”, tinha uns nomes lá, que se não for homônimo, aparentemente, pela ostentação que exibem, não deveriam estar na lista.

Ano novo, vida nova, vamos estar atentos a lista de benefícios da UEUO que será publicada e como a coisa é publica, replicaremos a lista nos faces e nos blogs da vida, para auxiliar a moralização da coisa.

Imagino que seja isto que o poder deseja, retaliação que não seria, ou seria?

Falando de tudo um pouco, a tal de Comissão de Cultura se reuniu e solicitou complementação de informação referente a continuidade do projeto através de formulário padronizado para que o proponente transfira todas as informações já enviadas por meio de oficio e email para esse novo formulário e aguardar até dia cinco de abril quando haverá nova reunião do Conselho.

Coisinhas da burocracia brasileira irmã do atraso e madrasta do progresso.

Estamos atentos.

Como já falamos - Quer não decidir nada e não ser culpabilizado por isto? Monte um Conselho.

Por falar em Conselho, li um desabafo do historiador Ivair Ribeiro onde, se não me engano tecia comentários relacionados ao seu afastamento de um determinado Conselho.

Terá sido retaliação por divergências acadêmicas, históricas ou ideológicas?

Saberemos no andar lento da carruagem.

Agora vamos ao carnaval que aconteceu sem ter sido aquelas coisas.

Falamos aqui mas não custa relembrar que tirar o carnaval da praça seria um contra senso determinado por pessoas sem nenhuma noção de capitalismo, lucro ou oportunidades.

Que a medida se devia a grita de moradores que escolheram muito mal o lugar para residir em paz que se fundia a interesse de comerciantes que não são beneficiados pelo carnaval e por individualismo puro e tosco deseja que os que são beneficiados economicamente se explodam.

Que a cidade é turística, que os turistas por óbvio não conhecem a cidade e tomam por referência sempre a praça central como local de grandes eventos.

Que outras cidades menores com orçamento minúsculo promoviam carnaval reconhecido como melhor que o de Olímpia, cidade termal e turística.

Que os setores de Cultura e Turismo não se falam e desconhecem a linguagem de mercado há anos por serem ocupados invariavelmente por motivações políticas.

Ocupados por quem não é do meio e incapaz para compreender as necessidades que as pastas exigem para um funcionamento moderno e ajustado com as lógicas de gerenciamento e resultados exigidas dos que operam a favor de resultados econômicos, não funcionam como deveriam.

Com estas características e pendores ditatoriais nada mais certos que resultados marca­damente frustrantes, que foi o que ocorreu no carnaval e o­correrá em outros mantidos a teimosia e a disposição para o fracasso retumbante.

Noticiar nos meios relacionados ao poder que a festa foi um sucesso com a presença de seis mil pessoas corresponde a não saber exatamente de que trata a palavra sucesso a frente de uma Secretária de Cultura em uma cidade com orçamento da ordem de duzentos milhões, ma­is de cinqüenta mil habitantes e uma população flutuante ano de mais de dois milhões de pessoas.

Seria risível se não fosse cômico e mais risível ainda por que a reação demonstra que a fórmula que não deu certo continuará, afinal, ninguém anuncia que algo foi bem sucedido e muda.

Do ponto de vista local, das escolas de samba e sua apresentação pode até se admitir que houve um sistema de organização próximo do que fazia a administração passada, com inconsistências, falhas de iluminação, pouco espaço e outros.

No tocante aos bailes públicos o fracasso foi total.

Em primeiro plano, fracasso e sucesso de público se mede pelo tamanho do evento, sua destinação, capital envolvido entre outras coisas e nestes aspectos o evento ficou bem a­baixo das expectativas sen­do a cidade turística superada por Severinía, Gua­raci e Altair, cidades com população, potencial econômico bem menor que Olímpia e fora Gua­raci, não exploram o Turismo.

Zero para o carnaval de Olímpia que poderia ser melhor e não foi, faltou tino e sobrou desatino na organização.

Não houve cautela, prudência, sensibilidade, tato, instinto, intuição ou habilidade para se orientar.

Sobrou o absurdo, a alienação, a alucinação, o des­propósito, a insanidade que persiste no formato achando que carnaval é a­quilo e que os críticos não são pessoas exigentes, são pessoas chatas, negativas e a cidade perde e continuará perdendo enquanto as indicações para cargos importantes forem políticas e não técnicas, como deveriam ser.

Willian A. Zanolli é ar­­tista plástico, teatrólogo, jornalista, estudante de Direito e po­de ser lido no www.willian­zanol­li.­blo­gs­pot.com.


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