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Olimpia, 02 de Dezembro, 2018 - 09:34
Funcionários ficam revoltados mas não param por falta de pagamento da 1.ª parcela do 13.º salário na Santa Casa

A falta de previsão de pa­­gamento da primeira parcela do 13º salário para os funcionários do único hospital da cidade, a Santa Casa de Misericórdia de Olímpia, que deveria ser pago nesta sexta-feira, dia 30, não provocou nenhum tipo de paralisação das atividades no hospital. Alguns funcionários chegaram a se manifestar em grupos de WhatsApp, mos­­­trando o seu descontentamento, o que levou a publicação de comentários no Facebook dando a entender que os serviços poderiam ser prejudicados.

Segundo duas funcionárias ouvidas com o compromisso de manter seus nomes em sigilo, os comentários internos realmente existiram, mas foi explicado pelo pessoal de Recursos Humanos, que não havia caixa para o pagamento, mas que já havia previsão de entrada de receita que possibilitaria o pagamento dias após o depósito do salário do mês.

No final da tarde desta sexta-feira, 30, não havia informação de que nenhuma atividade do hospital havia sido prejudicada por qualquer movimento do pessoal interno do hospital.

A prefeitura, sobre declarações que circularam nas redes sociais, emitiu uma nota esclarecendo a situação dos repasses de recursos financeiros, que segundo chegou a ser comentado na internet, estariam inviabilizando o pagamento do 13.º salário dos funcionários.

“A Prefeitura de Olímpia vem a público esclarecer que é improcedente e caluniosa a informação de que o município não tem repassado recursos para a Santa Casa de Olímpia”, inicia a nota.

“Desde o início do ano já foram depositados na conta do hospital cerca de R$ 3,7 milhões, sendo men­salmente R$ 265 mil de recursos do município como subvenção (150% a mais do que era repassado em 2016) e R$ 70 mil de complemento da UPA, a­lém do repasse de R$ 300 mil/mês do Governo Federal. Ainda na próxima semana serão depositados R$ 342.500,00 e no dia 20 mais R$ 300 mil da u­ni­ão”, acrescenta.

Além disso, a nota reforça que “cabe lembrar que a Santa Casa é de direito privado e de caráter filantrópico, realizando também atendimentos particulares e de convênios de saúde, cuja arrecadação deve ser administrada pela direção do hospital, sendo que a prefeitura não tem qualquer gerência nos gastos e na administração da instituição”. “Por fim, a Prefeitura esclarece ainda que o prefeito Fernando Cunha, nos dois últimos anos, esteve pessoalmente com deputados e senadores, conseguindo obter mais de R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao orçamento do governo federal e estadual para o hospital, além de ter garantido por meio de sua gestão diversas melhorias como a reativação da UTI, reforma da maternidade, ampliação do Centro Cirúrgico, novo gerador e a aquisição de um tomógrafo, entre outras”.

OUTRO LADO

A reportagem esteve na Santa Casa na manhã de sexta-feira, dia 30, por volta das 9 horas, tentando gravar uma entrevista com a provedora Luzia Cristina Contim, para que explicasse ou pelo menos desse as suas versões a respeito dos boatos que foram espalhados na cidade, de que a Santa Casa estava sem médicos para atender pacientes do SUS e ainda se haveria paralisação por parte dos funcionários por causa de falta de paga­men­­­to do 13º salário, entre outros assuntos.

Mas a informação obtida na recepção foi a de que a provedora havia passado por uma cirurgia recentemente e que seria impossível falar com ela por esses dias. Mesmo assim, foi insistido se haveria a possibilidade de outra pessoa falar com a reportagem, ou seja, se haveria outra pessoa ou alguém que a estivesse substituindo. A recepcionista fez uma ligação para o setor administrativo do hospital e a resposta foi que somente a provedora poderia falar sobre o assunto.

Também foi questionado se haveria a possibilidade de uma paralisação dos funcionários, por conta da falta de pagamento da primeira parcela do 13.º salário, mas a recep­cionista disse que não sabia responder sobre o assunto e que também, mesmo que soubesse, não estava autorizada a responder a respeito de qualquer tipo de assunto, sem o aval da direção.


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