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Olimpia, 23 de Março, 2021 - 18:22
Globo exibirá novela paralisada desde o primeiro capítulo

1- Três mulheres. Novas identidades e uma única certeza: suas vidas estão entrelaçadas para sempre. A partir desta segunda, o público poderá rever as aventuras de Kyra (Vitória Strada), Alexia (Deborah Secco) e Luna (Juliana Paiva), desde o primeiro capítulo, em “Salve-se Quem Puder” / Paulo Belote-RG

 

2- Cena dos personagens Alexia (Deborah Secco) e Renzo (Rafael Cardoso) em Cancún, no México, que poderá ser revista na volta de “Salve-se Quem Puder” / João Miguel Jr-RG

 

3- Juliana Paiva, a interprete de Luna/Fiona, diz que a satisfação com a volta aos sets de gravação “Salve-se Quem Puder” foi inesquecível / Camilla Maia-RG

 

4- Com a volta das gravações da novela, Deborah Secco que interpreta Alexia/Josimara, revelou que teve medo de não conseguir “viver” a personagem novamente e todas as suas características/ João Miguel Jr-RG

 

5- Vitória Strada, que interpreta a personagem Kyra/Cleyde, revelou que retomar as gravações foi voltar a ter vida, após ficar em quarentena / João Miguel Jr-RG

 

6- Felipe Simas, que vive Téo, revelou que retomar as gravações foi um misto de alívio e alegria / João Miguel Jr-RG

 

7- Grace Gianoukas revelou que passou a quarentena inteira cantando a música de Ermelinda, para não esquecer de sua personagem

 

8- Dominique (Guilhermina Guinle), integrante de uma organização internacional e assassina do juiz Vitório (Ailton Graça), terá o final que merece nas últimas emoções de “Salve-se Quem Puder” / João Miguel Jr-RG

 

Globo exibirá novela paralisada desde o primeiro capítulo

“Salve-se Quem Puder” volta ao ar nesta segunda e em meados de maio exibirá capítulos inéditos

 

Nesta segunda, “Salve-se Quem Puder” volta a ser exibida na telinha da Globo, quase um ano após a paralização das gravações devido ao agravamento da pandemia. No dia 28 de março de 2020 a emissora exibia o último capítulo daquela que viria ser a primeira temporada da trama, com a promessa de retomar a exibição assim que fosse possível. Foram 54 capítulos no ar e agora serão mais 53 inéditos, que foram gravados no ano passado, respeitando os protocolos sanitários de combate à Covid-19. Diferentemente do que aconteceu com “Amor de Mãe” que teve duas semanas com um resumo do enredo para atualizar o telespectador, a Globo decidiu não fazer um resumo, mas sim exibir na integra os 54 capítulos, com eventuais cortes, se a direção do canal achar necessário. Tudo vai depender de como a audiência vai responder.

Com as gravações finalizadas em dezembro, agora o público terá a oportunidade de se reconectar com a história e rever as aventuras de Alexia (Deborah Secco), Kyra (Vitória Strada) e Luna (Juliana Paiva) para, a partir de maio, começar a acompanhar os capítulos inéditos. Na trama, as três personagens têm seus destinos entrelaçados ao tentarem sobreviver à chegada de um furacão em Cancún, no México. Como se não bastasse, elas também se tornam testemunhas acidentais de um assassinato. De volta ao Brasil, são obrigadas a viver sob a custódia do Programa de Proteção à Testemunha e começam uma vida bem diferente. Com novas identidades, elas se juntam para tentar colocar Dominique (Guilhermina Guinle), integrante de uma organização internacional e assassina do juiz Vitório (Ailton Graça), atrás das grades, e finalmente recuperar suas vidas e a tão sonhada liberdade.
Mas, até lá, muitos acontecimentos, dramas, romances e aventuras estão previstos no folhetim. Este retorno e a finalização da novela são motivos de comemoração. O autor Daniel Ortiz conta de que forma construiu o desfecho da história sem ter a novela no ar, uma situação até então inédita para ele e fala sobre a opção de não abordar a pandemia na trama. “Essa decisão foi tomada por volta de maio do ano passado, quando pensávamos que voltaríamos com a trama no segundo semestre. Fiquei imaginando que colocar o coronavírus na novela seria pesado, primeiro porque iria alterar toda a dinâmica da história, e segundo porque é uma novela das sete, exibida entre dois jornais. Decidimos tentar fazer o melhor que poderíamos. Essa é uma novela de comédia, de aventura, e sabíamos que seria difícil gravá-la com os protocolos. Mas tínhamos que tentar, porque o público merece esse respiro”, afirma.

Já o diretor artístico Fred Mayrink fala sobre os desafios na retomada dos trabalhos seguindo os protocolos de segurança dos Estúdios Globo. “Fazer uma novela já é um grande desafio, mas, quando veio o protocolo, a gente tinha uma preocupação muito grande com a segurança de todas as pessoas envolvidas. Houve um pacto muito bonito entre todos nós, no sentido de nos cuidarmos, de cuidarmos uns dos outros”.

A satisfação com a volta aos sets é inesquecível como lembra Juliana Paiva ao recordar seu primeiro dia de gravação após a paralização. “Se encontrar de uma forma diferente, sem o contato, sem dividir o camarim com as meninas, foi bem estranho. Ao mesmo tempo, na hora em que começamos a gravar, parece que o tempo não passou: é o mesmo cenário, são as mesmas pessoas, a relação já existe. E assim fluiu nosso processo até o fim, com todo mundo muito comprometido”, elogia a atriz.

Deborah Secco relatou a apreensão de não conseguir “viver” a personagem novamente e todas as suas características. “Confesso que tinha um pouco de medo de não saber mais fazer a Alexia, porque era um personagem de bastante composição e eu ficava, durante a pandemia, me perguntando como fazer para mantê-la em mim. Mas é impressionante: foi só reencontrar as meninas, reencontrar o João (Baldasserini) e a Grace (Gianoukas), que a Alexia veio automaticamente”.
Grace Gianoukas também conta como reencontrou sua personagem: “Para mim foi uma sensação muito interessante retomar a Ermelinda, que também é uma personagem de composição. Eu passei a quarentena inteira cantando pela casa a música dela, para não perdê-la. Foi muito legal quando eu voltei e vesti o figurino. Ela veio inteira”.
Guilhermina Guinle, intérprete da vilã Dominique, afirma estar ansiosa para acompanhar a continuação da trama e elogia a forma como o autor interrompeu a história: “O Daniel (Ortiz) ter escrito um gancho para a interrupção da novela, com a minha personagem envolvida, foi muito marcante para mim. E ainda mais a gente conseguir encaixar a continuação disso, quase cinco meses depois, quando voltamos a gravar, tentando reproduzir tudo da melhor forma possível”.

Flávia Alessandra, que vive Helena, comenta como a volta ao trabalho a ajudou a lidar com a pandemia. “No início, a gente achou que iria durar uns três meses, quando a gente viu que não era tão simples assim, deu aquele baque. Mas, quando fomos chamados de volta, quando eu entendi todas as medidas de segurança e me senti segura, o trabalho ajudou a me salvar e a eu estar tão realizada fazendo o que eu mais amo”. Vitória Strada teve um sentimento parecido: “Eu já estava com muita vontade de voltar a trabalhar, é uma profissão que me traz muito prazer. E naquele momento tão triste que a gente estava vivendo, e ainda está, voltar a gravar foi voltar a ter vida também”. Felipe Simas, que vive Téo, complementa: “Retomar as gravações foi um misto de alívio e alegria. Ainda temos muita história pra contar”.

Juliana Alves, que dá vida a Renatinha, elogia o trabalho de toda a equipe na volta às gravações. “Nossa retomada foi de uma tranquilidade e de uma parceria que foram surpreendentes para mim”. Bruno Ferrari faz coro com a colega. “Concordo que ficamos mais unidos. Levei uns três ou quatro dias para me readaptar, mas como o meu personagem, Rafael, tem mania de limpeza, quando eu cheguei no estúdio e estavam todos de máscara e passando álcool em gel, me senti muito mais confortável”.
Thiago Fragoso, intérprete de Alan, é outro que enaltece a equipe. “Eu amo trabalhar e não gravar me deixa muito angustiado. Fomos pegos de surpresa e tive muito receio na hora de voltar. Mas, quando voltamos, o protocolo nos deixou muito seguros. Vimos que tudo estava sendo feito da melhor forma possível para que todo mundo trabalhasse sem se contaminar. Foi um trabalho de equipe, mesmo, de todos remando juntos”.
Com a volta da exibição de “Salve-se Quem Puder” a Globo pretende repetir a boa audiência que a novela vinha conquistando no inicio do ano passado. Se o resultado vai ser positivo, só o tempo dirá.


 


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