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Olimpia, 13 de Setembro, 2020 - 16:51
Indícios de uma campanha muito suja pela frente

“E discutir a cidade? Isto é o que menos
importa pra quem pensa tanto quanto uma
porta”.O que chama a atenção é o grupo
que prega renovação na política
argu­mentando que não suporta mais tanta
baixaria e promovendo uma baixaria atrás da outra.

Do Conselho Editorial

Pelo que se viu até agora, pelo comportamento dos envolvidos nos grupos mais radicais de discussão política, tudo indica que a campanha eleitoral a ser iniciada em breve será muito, mas, muito suja.

As redes sociais dão o tom do nível de discussão e dos golpes abaixo da cintura que estão sendo desferidos todos os dias.

A fábrica de boatos e futricas está atuando a todo vapor, a central de destruição de reputações está azeitada e preparada para o combate vil e sem escrúpulos que se anuncia.

Deve se separar o joio do trigo, pois há entre as candidaturas que pretendem se eleger ou reeleger pessoas sóbrias, que não se contaminaram com o discurso do ódio e não se convenceram de que a forma de melhorar a qualidade da política passa por destruir o adversário.

E destruir no sentido mais vulgar e pusilânime que possa existir, onde a verdade é o que menos importa desde que a pecha, a mancha, a desonra, sirva para retirar da disputa alguém que possa ter chances de se eleger.

Estes, se mantiverem a honra e o respeito e conduzirem uma campanha limpa e decente baseada em propostas, ao final saberão se este é o tempo das preocupações sociais ou se do ódio.

O resultado eleitoral mostrará a verdadeira preocupação do eleitor e se for nenhuma, merecerá ter figuras ridículas promovendo espetáculos ridículos e degradantes por quatro anos.

O que chama a atenção é o grupo que prega renovação na política argumentando que não suporta mais tanta baixaria e promovendo uma baixaria atrás da outra, o que seria incoerente se fosse coerente a maioria do eleitorado brasileiro.

Como não parece ser, os indecentes e estúpidos pregam para uma plateia de expectadores que acreditam ser a maioria do eleitorado.

E não se está se referindo aos componentes do Gabinete do Ódio e seu entorno, que assumiram publicamente o papel de seguidores do Pinóquio mor e não estão nem ai para a questão moral.

Está também se referindo o editorial aos que a título de combater o ódio, as mentiras e os Fake News adotam postura idêntica a que condenam nos boçais que estão do outro lado que o boçal está.

Às vezes, parece até uma competição de boçalidade e de puxa-saquismo infindável, tanto da parte defensora de um quanto de outro candidato e como o discurso costuma ser afetado, arrogante, prepo­ten­te e malhado na estupidez, geralmente o final é sempre agressivo.

Não há o que tirar de cabeça de alfinetes, tirante a ponta que alfineta e machuca, a cabeça é mero enfeite, ornamento necessário, mas o outro lado é preparado para ser utilizado na hora de se ferir alguém.

Presume-se que tanto amor, paixão e dedicação por políticos deve ter um preço pago na hora ou com promessa de futuro emprego ou contratação de empresa ligada a si.

E desta maneira esfregam o compromisso com o combate a corrupção por não conseguir ter olhos pra enxergar que se corromperam nos gestos e nas ações, não havendo, portanto, razão alguma para que alguém que pense não conclua que nem chegaram ao poder e já são corrompidos.

É que tradicionalistas convivem com a corrupção desde a capitania hereditária, melhor, desde que o primeiro degredado pisou no solo desta mãe gentil.

Esta talvez a razão pela qual dividam em níveis de importância e falta de importância, a prática da corrupção e que se traduz em considerar sem importância alguma a corrupção praticada por si e seu grupo e superimportante combater a mesma forma corrupta se praticada pelo adversário.

E tudo que o festival de baixarias seguirá batendo tambor e fazendo barulho até a abertura das urnas.

E discutir a cidade? Isto é o que menos importa pra quem pensa tanto quanto uma porta.


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