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Olimpia, 09 de Agosto, 2020 - 18:40
Laudo comprova adulteração em álcool em gel vendido em Olímpia

INQUÉRITO!       
Empresário de Olímpia é
acusado de falsificar produtos e vender
no comércio local. Os produtos foram
apreendidos em março, início da Pandemia.

 

O laudo feito por peritos do IC - Instituto de Criminalística de Ribeirão Preto constatou que os frascos de álcool em gel apreendidos em Olímpia, em março deste ano, no início da pandemia do Covid 19, estavam adulterados. O inquérito que apura o caso está sendo presidido pelo delegado Ro­drigo Souza Ferrei­ra, da de­legacia de polícia de Olím­pia.

O laudo foi concluído no início desta semana e já está em Olímpia, estando juntado ao inquérito policial. De acordo com o constatado os frascos continham rótulos (também falsificados) constando que o álcool era 70%, enquanto as análises de quatro amostras teriam constatado que o produto era de no máximo 48%. Sendo assim, segundo a polícia, já teria sido constatado, no mínimo, crime contra o consumidor.

Na delegacia informa-se que para o inquérito ser relatado (concluído) está faltando apenas a oitiva de mais uma consumidora. Apenas depois da conclusão é que o delegado decidirá quais envolvidos serão indiciados e por quais e­ventuais crimes.

Por enquanto, apenas o álcool em gel foi analisado. Os outros produtos, também a­preendidos em Olímpia, à é­poca, não tem laudos. Consta que seria por falta de peritos especializados nesta área em Ribeirão Preto.

O INQUÉRITO

O inquérito instaurado pelo delegado Ferreira tem como objetivo apurar suspeita de fal­sificação de produtos, entre eles álcool em gel, em Olím­pi­a. Os produtos suspeitos foram apreendidos por integrantes da vigilância sanitária de Olímpia no dia 20 de março deste ano em um estabelecimento comercial na rua 7 de Setembro.

Segundo registro policial, fo­ram apreendidos 98 frascos de um litro de álcool etílico a 46%, 15 frascos de um litro de base concentrada para sabão e dois galões de cinco litros de álcool gel 70% plus.

Já em um estabelecimento na rua Síria foram apreendidos seis frascos de alumínio concentrado, 8 frascos de um litro de desincrustante flo­tador, 17 frascos de um litro de limpa pedra, 14 frascos de um litro de limpador de gel perfumado, 8 frascos de um litro de base concentrada pa­ra sabão. Todos os produtos ostentavam o rótulo da empresa Veloz do Brasil, de U­beraba/MG.

Consultada, a empresa mineira informou à polícia que não comercia­lizava esse tipo de produto na região de O­lím­pia. Com isso, surgiu a suspeita de que os rótulos dos frascos de álcool em gel e­ram falsificados.

FORNECEDOR

DE OLÍMPIA

Questionados, os comerciantes afirmaram na polícia que o fornecedor dos produtos era um empresário olimpiense. De acordo com a Polícia Civil, foi feita busca e apreensão na chácara do empresário suspeito, MCS, na zona rural de Olímpia.

No local foram encontrados vários recipientes plásticos de um litro iguais aos apreendidos nos estabelecimentos comerciais. Também encontraram uma etiqueta grudada no saco plástico, da mesma empresa Veloz do Brasil, segundo a polícia, confirmando tratar-se dos mesmos produtos apreendidos.

Ainda segundo a polícia, dentro de um barracão encontraram vários galões de plástico espalhados, alguns cortados. No lado externo do barracão, o chão estava molhado, exalava cheiro forte de produto químico, segundo a polícia, levando a crer que antes do acesso da polícia ao local o material foi despejado no chão para impedir a consta­tação do ilícito.

EMPRESÁRIO NEGA

O empresário MCS prestou depoimento na delegacia, assistido pelo advogado Wil­quem Ma­noel Neves Filho, quando negou ter sido o fornecedor dos produtos suspeitos de serem falsificados aos comerciantes de Olímpia. Em seguida, ele foi liberado.


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