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Olimpia, 13 de Março, 2017 - 18:55
Múmias, sarcófagos, pirâmides e muita história

O ponto turístico mais visitado do Egito é a Vila Faraônica. As pirâmides, os templos, as necrópoles, tudo isso pode ser apreciado nos arredores do Cairo. A descoberta desse mundo único dos testemunhos da maravilhosa civilização egípcia prossegue fora da área urbana da cidade / GB Imagem



Passear de camelo e admirar as famosas pirâmides do Egito não tem preço. Com certeza um passeio que vai ficar em sua memória para sempre. E tirar uma foto, montado em um camelo tendo ao fundo uma pirâmide? Não tem preço! / GB Imagem

 


É claro que o ponto turístico mais visitado do Egito é a Vila Faraônica. As pirâmides, os templos, as necrópoles, tudo isso pode ser apreciado nos arredores do Cairo, a capital do país. A descoberta desse mundo único dos testemunhos da maravilhosa civilização egípcia prossegue fora da área urbana da cidade. A Vila Faraônica, às margens do Rio Nilo, é uma fiel e eficaz reconstrução de uma avançada civilização que floresceu há milhares de anos atrás.

Há poucos quilômetros do Cairo localizam-se Gizé, com as monumentais pirâmides e a Esfinge, símbolo do poder faraônico; os restos arqueológicos de Mênfis; a mais antiga capital do Egito; e enfim Saqqara, com suas tumbas esplendidamente decoradas.

A dança do ventre também é uma atração à parte e pode ser conferida em El-Hambra, Sheraton Hotel e na Praça El Galaa Doqqi.

No Egito são mais de 5 milênios de história que o turista pode observar em monumentos deixados pelos faraós às margens do Rio Nilo. É o maior tesouro arqueológico ainda em exploração que a humanidade tem conhecimento. Mas não é somente as pirâmides e a esfinge conhecidas pelas imagens retratadas por todos que lá estiveram, são tantos os monumentos e sítios arqueológicos que chegam a mais de 700.

O Cairo recebe anualmente mais de 4 milhões de turistas, considerado um ponto de encontro entre o Oriente e o Ocidente, herdeiro de fascinantes traços do passado, rico em cores, atividades, sons, movimentos e perfumes. Entre tumbas faraônicas e suntuosos palácios, de uma época distante, o Cairo se apresenta em uma explosão de cores fortes e luminosas, surgindo em um privilégio geográfico às margens do Rio Nilo, ao longo do qual nasceu e se desenvolveu a civilização egípcia. Com o tempo, o Cairo conquistou a margem ocidental do rio, estendeu-se para o sul até englobar as pirâmides de Giza e chegou até Heliópolis, cidade satélite, nascida no meio do deserto no início do século passado. Tem aproximadamente 15 milhões de habitantes, sendo a cidade mais populosa da África e de todo o mundo islâmico.

Rica de história e de arte, a cidade do Cairo possui exposições únicas no mundo. Entre todas, a mais importante é a do Museu Egípcio, com atrações de inestimável valor arqueológico, como o famoso tesouro de Tutankamon, com sua máscara mortuária toda em ouro maciço, descoberta em 1922 pelo arqueólogo Howard Carter, etapa obrigatória na visita de qualquer turista. Outras interessantes exposições são as do Museu Islâmico, com um vasto acervo de toda a expressão artística da cultura árabe.

Imperdível é a Grande Esfinge de Gizé.  Mais conhecida apenas como Esfinge, é uma grande estátua de pedra calcária que representa uma criatura mítica com corpo de leão e com uma cabeça humana e está localizada no planalto de Gizé, na margem oeste do Rio Nilo, em Gizé, nos arredores do Cairo. O rosto do monumento é geralmente considerado como uma representação do rosto do faraó Quéfren.

O Velho Cairo, situado ao longo da margem oriental do Nilo, é tradicionalmente habitado pela comunidade cristã copta. Desenvolveu-se ao redor da antiga fortaleza romana da Babilônia, da qual restam hoje notáveis traços. Ele vem sendo habitado por cristãos, que sempre mantiveram relações de convivência pacífica com a maior parte dos muçulmanos.

Chegam a nós importantes testemunhos da cultura da arte copta, através de diversos edifícios religiosos, tais como as igrejas de Santa Maria e São Sérgio, e através do famoso Museu Copto. Na área compreendida entre a mesquita e as ruínas se estende o bairro do Vasai, no qual se produzem cerâmica de boa qualidade, através de antigas técnicas egípcias, em particular, jarros para água, conhecidos como Kulla.

A Abu Sarga, ou Igreja de São Jorge, é a primeira igreja que se encontra ao cruzar a Muralha da Cidadela. Foi fundada no Século X onde, segundo a tradição local, Maria se escondeu com o menino Jesus durante a fuga do Egito. A pequena igreja, na típica estrutura bizantino-egípcia, está dividida em seu interior, em três naves. São bonitas as linhas que separam o altar mor e as duas capelas do resto da igreja. Uma curiosidade são as colunas de mármore, trazidas de antigos prédios, sem levar em conta o diâmetro, nem o estilo arquitetônico delas.

Ao passear pelo Cairo, também não deixe de conhecer a Igreja de Santa Bárbara, fundada no Século V e reconstruída no Século IX, a Igreja apresenta uma estrutura semelhante a da Igreja de São Jorge. Mantem em seu interior, além de diversos e belíssimos afrescos, as relíquias da santa martirizada no Século III.

Próxima à Igreja de Santa Bárbara, a Sinagoga de Bem Ezra foi construída como igreja copta e mais tarde veio a ser vendida à comunidade judaica, no fim do Século IV. O prédio que representa a mais antiga e importante sinagoga egípcia, segundo a lenda, teria sido construído sobre o lugar onde o patriarca Moisés parou para rezar. No interior da pequena construção podem-se apreciar vitrais muito interessantes, além de preciosos manuscritos antigos.

A Sitt Mirian “Igreja de Santa Maria” situa-se na região sudoeste da cidade e é chamada de “A Suspensa” ou “Igreja Pênsil”, pois está edificada em posição elevada sobre os restos da porta do sul da Fortaleza da Babilônia. Fundada no Século IV, foi reconstruída no Século XI. Foi também a sede do patriarcado copto por quatro séculos a partir de 1000 d.C.

A Porta das Conquistas edificada ao lado norte das muralhas da cidade medieval é tida como um dos melhores exemplos da arquitetura árabe.

A Bab Zuwaila é a abertura sul da cidade, que constituía em determinada época principal entrada da cidade medieval. Construída no Século XI, apresenta o mesmo estilo arquitetônico das duas portas norte.

Mais recente, e nem por isso menos interessante, encontramos o Teatro Ópera. Um teatro que foi inaugurado em 1988, em substituição a um do Século XIX, reduzido às cinzas em um grande incêndio em 1971.

A melhor época para se conhecer o Egito é de outubro a abril. Geralmente o clima do Egito é quente, no mês de julho a temperatura é mais quente e em janeiro mais fria.

Se você pretende conhecer o Egito na alta temporada, planeje bem a viagem, pois o país exige visto de entrada e permanência. Consulte seu agente de viagens e bom passeio!


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