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Olimpia, 05 de Novembro, 2017 - 23:32
Mais de 15 mil podem ter passado pelo cemitério local neste Finados

Mais de 15 mil pessoas podem ter passado pelo cemitério São José, em Olímpia, na quinta-feira, dia 2 de novembro, Dia de Finados. Embora essa informação não possa ser considerada como oficial, o certo é que até por volta das 12 horas, cerca de 12 mil já haviam visitado os túmulos de parentes e amigos que estão sepultados no local.

No entanto, a reportagem observou que no período da tarde, após o horário de sol intenso, a movimentação continuava expressiva.


Na avaliação do empresário Miguel Ângelo Daud (foto acima), responsável pela administração do local, mesmo na véspera, dia 1.º, Dia de Todos os Santos, a visitação já havia sito muito grande. “Este ano a visitação do cemitério foi excepcional”, disse Daud.

Mesmo no dia anterior, segundo ele, muitas famílias da cidade e também de fora, foram enfeitar e limpar os túmulos. “E hoje (quinta-feira), até o meio dia, a frequência foi muito grande. Nós acreditamos que ultrapasse 10, 12 mil pessoas neste finados”, explicou, confirmando que “foi bem maior que no ano passado”. Apenas em um curto período, entre as 12 e 15h30, a movimentação reduziu um pouco devido ao forte calor. Após isso, quando o sol já não estava tão quente, o volume de pessoas voltou a crescer.

Todos os anos há os túmulos que são os mais visitados. “O túmulo do mineiro, do amiguinho, e os cruzeiros, esses locais mais tradicionais de se acender vela”, contou Daud.


Para a localização das sepulturas os visitantes contavam com um sistema informatizado: “existe a informatização há mais de 8 anos  e as pessoas, na portaria, podem localizar seus túmulos. É só fornecer o nome de um dos falecidos que estão ali sepultados que encontramos”.

O dia começou e terminou com a celebração de missas: “tivemos uma missa muito emocionante celebrada pelo padre José Antônio, às 8 horas da manhã, a frequência foi muito grande, e tivemos outra às 16 horas. Foi muito interessante, foi muito tranquila essa frequência aqui no cemitério, não houve nenhum incidente tudo funcionou como a gente desejava”.

Por outro lado, como sempre ocorre a parte comercial se espalhou pela Rua Síria no trecho entre o cemitério e a Avenida Dr. Andrade e Silva, com várias barracas comercia­lizando produtos, na maioria dos casos flores e velas e, também eram vistos vários caminhões de uma fruta típica da época, o que fez a data ser chamada carinhosamente de a “Festa da Melancia”.

 


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