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Olimpia, 28 de Março, 2021 - 18:14
Março já tinha 29 mortos na 6.ª feira

O CÉU DE PORTAS ABERTAS!
Motorista ficou vários dias intubado na UPA
aguardando vaga em UTI que não foi liberada.
Média de março supera um morto por dia,
com 29 em 25 dias. Olímpia continua sendo
a cidade com mais mortos por 100 mil
habitantes da DRS V, com
253 mortos por 100 mil.



Com 29 mortes por complicações da Covid-19 em 25 dias, março, em Olím­pia, está próximo de ser o pior mês em número de óbitos de toda a pande­mi­a, superarando agosto, o pico da primeira onda, quando foram registradas 31 vítimas fatais da doença provocada pelo novo coro­navírus. Restam ainda cinco dias a serem contabili­za­dos e, com média de mais de um por dia, o município poderá chegar até 34 óbitos em 31 dias.

Na quarta-feira, 25, foi registrado, inclusive, o primeiro óbito de paciente por complicações da Covi­d-19 que não teve vaga pa­ra internação em UTI nem em Olímpia nem na região. Trata-se do motorista de taxi Orlando Moço, de 76 anos, que estava há vários dias internado na UPA (com respirador), necessitando de um leito que acabou não surgindo e ele ve­io a óbito.

A prefeitura, inclusive, emitiu nota de esclarecimento, alegando que o motorista encontrava-se internado na unidade in­tubado, com o auxílio de respirador e com todo o aparato necessário de a­tendimento. “Desde sua entrada na UPA, foi solicitada vaga de transferência do paciente para um hospital, mas a mesma ainda não havia sido liberada, tendo em vista que as in­ternações hospitalares dependem da Central de Re­gulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS), cu­ja responsabilidade é do Governo do Estado”.

Com os óbitos dos últimos dias, Olímpia chegou aos 140 mortos oficiais por complicações da covi­d-19 em toda a pandemia (há quem acredite que juntando as mortes diretas e indiretas esse número seja muito maior).

O QUE DIZEM

OS NÚMEROS

Por outro lado, com 140 casos registrados até aqui, o município continua a ter o maior número de casos de mortes por Covid-19 por 100 mil habitantes da região (DRS V), com 253 óbitos por 100 mil.

Na conta feita pelos especialistas, divide-se o número de mortes (140) pe­lo número de habitantes (55.130) e depois se multiplica o produto por 100 mil, o que dá um resultado de 253.

Para se ter uma ideia, Barretos, que é a maior cidade da região a que pertence Olímpia (a DRS V) e que vem registrando um grande número de mortos nas últimas semanas e chegou a 236 na sexta-feira, 26 e tem 122.833 habitantes, o número é de 182 mortos por 100 mil habitantes.

São 82 homens (58,57%) e 58 mulheres (41,42%). Dos 140 óbitos registrados até aqui, o mais novo tinha 24 anos e o mais velho 97. Apenas 08 deles tinham até 39 a­nos (5,71%). 18 tinham entre 40 e 59 anos (12,85%). 79 entre 60 e 79 anos (56,42%). E 33 com mais de 80 anos (23,57%).

OS MORTOS

DE MARÇO

 O 112.º óbito foi a de Jo­sé Luiz da Silva, de 66 a­nos, no dia 01 de março, no Hospital de Bebedouro.

O 113.º foi o de Rodrigo Marreto, de 46 anos, ocorrido no domingo, dia 07, na UTI do Hospital Nossa Senhora em Barretos, on­de estava internado há vários dias.

Já a 114ª morte por complicações da Covid-19 o­correu na segunda-feira, 08, e tirou a vida de Fabiano Augusto Madalena, de 42 anos, que estava internado na Santa Casa de O­límpia, também há vários dias.

O 115.º óbito de Olím­pia provocado pelo novo coronavírus foi Benedito Francelino da Silva, de 73 anos, que morreu na terça-feira, 09, sem ter tido nem a oportunidade de ser internado e chegou em ó­bito na UPA – Unidade de Pronto Atendimento.

A 116.ª morte foi a de Nadir Celestino, de 57 a­nos, na quarta-feira, 10, no Hospital Nossa Senhora em Barretos.

117.ª, Jose Tizatto, 73 anos, que estava internado em Barretos.

118.º, Antonio dos Santos Galetti, 64 anos, que estava internado em Bebedouro.

119.º, Vergínia Decco S­te­fanini, de 78 anos, que estava internada na Santa Casa de Olímpia.

A 120.ª morte foi de Ne­zia Henrique da Silva, de 77 anos, no sábado, dia 13. Ela estava internada na enfermaria do hospital de Bebedouro.

121.º óbito foi de Leia Cristina da Silva, de 54 a­nos, no domingo, dia 14. Ela estava internada no hos­pital Austa em São José do Rio Preto.

122.º foi, na segunda-feira, 15, de Alcindo Jache­to Filho, 73 anos, na UTI – Unidade de Terapia Intensiva do hospital Nossa Senhora em Barretos

O 123.º aconteceu na ter­ça-feira, 16, também na U­TI do Nossa Senhora em Bar­retos, onde faleceu Décio Dias dos Santos, 65 a­nos.

124.º, Samuel Henrique Contato, 80 anos, dia 16, no Nossa Senhora em Bar­retos.

125.º, Adolar Batista da Costa, 80 anos, na Santa Casa de Olímpia, dia 17.

126.º, Benedito Aparecido do Nascimento, 67 a­nos, no Hospital Nossa Senhora, dia 17.

127.º, Ana Maria Soares Mendonça, 77 anos, no Hospital de Bebedouro, dia 18.

128.º, Francisca Isabel Pangnan Varollo, 60 anos, no Hospital Nossa Senhora, dia 18.

129.º, Dirceu José Mendonça, 69 anos, na Santa Casa de Olímpia, dia 18.

130.º, dia 19, Dejanir Machado da Silva, 64 a­nos, na Santa Casa de Olímpia.

131.º, dia 19, Dorival Isaac, 67 anos, na Santa Casa de Olímpia.

132.º, dia 19, Luciana Cristina dos Santos, 49 anos, Hospital de Bebedouro.

133.º, dia 19, Meire Ver­gamine Lamana Sarti, 60 anos, no Hospital Austa, em Rio Preto.

134.º, dia 22, Maria de Lourdes Gomes Cintra, 74 anos, na Santa Casa de O­lím­pia.

135.º, Francisca Ramos da Cruz, 80 anos, ocorrido na Upa na terça-feira, 23. Chegou na unidade com pa­rada cardiorrespira­tó­ria.

136.º, dia 23, Tereza Maria da Silva, 74 anos, na Beneficência Portuguesa em São José do Rio Preto.

137.º, dia 24, Orlando Moço, 76 anos, na UPA, on­de aguardou por quase u­ma semana por vaga em UTI.

138.º, dia 25, Fernando Monteschio, 78 anos, estava na Unimed Rio Preto.

139.º, dia 25, Antônio Ferrari Filho, 67 anos, estava internado no Hos­pital Austa em Rio Preto.

140.º, Antônia Apare­cida Biazotto, 78 anos, tam­bém dia 25, na UPA (já havia sido internada e morreu por complicações. Chegou na UPA em estado gravíssimo).


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