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Olimpia, 26 de Novembro, 2017 - 22:12
Município precisa de R$ 60 mi para acabar com os problemas do fornecimento de água



De acordo com o prefeito Fernando Augusto Cunha, o município precisa de aproximadamente R$ 60 milhões para aplicar no sistema e dar uma solução nos problemas existentes no fornecimento de água da cidade. A afirmação foi feita quando ele participou do programa Cidade em Destaque, na rádio Cidade FM, 98,7 Mhz, apresentado pelo jornalista José Antônio Arantes, na segunda-feira desta semana, dia 20.


Na ocasião, inclusive, Fernando Cunha falou do problema da água suja que aparece nas torneiras dos consumidores, principalmente na região central da cidade, toda vez que são realizadas manobras para a limpeza da tubulação que é antiga e de ferro.

Quando isso ocorre, a rede fica seca e com o retorno do abastecimento, solta pedaços de ferrugem que acabam incomodando as donas de casa, principalmente. De acordo com ele, isso somente vai acabar quando for feita a troca da rede da região central que ainda é toda de ferro.

Mas esse problema também atinge o Jardim Hélio Cazarini, conhecido por Cohab III, na zona sul, que é abastecida pela água que passa pelo Jardim São José, onde a malha também é antiga.

A renovação dessa rede antiga consumiria cerca de R$ 25 milhões, mas ele informa que por enquanto a Superintendência de Água, Esgoto e Meio Ambiente – Daemo Am­biental, continua atuando com a finalidade de eliminar os vazamentos e o desperdício de água tratada.

Já em relação ao sistema cachoeirinha, que foi modificado para a perfuração de um poço profundo para captar água do Aquífero Guarani, ainda depende de uma aprovação da Caixa Econômica Federal (CEF). A troca do projeto gera uma economia de aproximadamente R$ 10 milhões, baixando dos R$ 25 milhões inicialmente previstos para R$ 15 milhões com a perfuração do poço.

Além disso, já há outorga para a perfuração de outro poço ao lado da Estação de Tratamento de Água (ETA), do Jardim Toledo, cuja produção vai dobrar o volume considerando que atualmente está sendo produzido pelo córrego Olhos D’Água.

Há também o fato do aprofundamento de vários poços espalhados pela cidade (o chamado queijo suíço) que atualmente conta com 75 deles, que buscam água no Aquífero Bauru. A intenção é fechar alguns deles para diminuir o gasto com energia elétrica, ficando apenas os mais produtivos. De acordo com o prefeito, esse sistema somado ao sistema cachoeirinha vai produzir água para atender os 50 mil habitantes de Olímpia.

No entanto, garante o prefeito que não faltará água porque os novos grandes empreendimentos terão que ter produção própria de água, comprovando inclusive no projeto, para que o mesmo seja aprovado pela Daemo Ambiental.

Obra da ETE está travada no jurídico do governo do Estado

A obra para implantação da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE), além da rodovia Assis Chateaubriand, SP-425, está travada no departamento jurídico do Governo do Estado de São Paulo. A informação foi confirmada pelo prefeito Fernando Augusto Cunha, durante entrevista que concedeu à Rádio Cidade FM na segunda-feira desta semana, dia 20, durante o programa Cidade em Destaque, conduzido pelo jornalista José Antônio Arantes.

De acordo com Cunha, há um entrave jurídico entre o DAEE (Departamento de Água e Energia Elétrica), patrocinadora da obra, dentro do Programa Água Limpa, e a empresa responsável pelos serviços contratados, em relação principalmente à formalização de um novo aditivo.

Fernando Cunha explicou que já foi realizado um aditivo no contrato, mas que haveria necessidade de outro. Porém, isso está sendo analisado ainda pelo departamento jurídico do órgão. “Criou-se um imbróglio jurídico”, disse o prefeito.

Faltam R$ 18 milhões para a conclusão da obra, mas esse travamento aponta para uma demora ainda maior. “Precisamos equacionar o problema. Tenho pedido uma solução rápida”, informou Cunha.

O Convênio foi firmado com o Governo do Estado, com investimento inicial de R$ 21 milhões. A sua concepção é suficiente para atender a uma população estimada de 61 mil habitantes. Atualmente, a obra está 60% realizada.

Por outro lado, em razão de mais esse atraso, Cunha informou que vai construir uma estação compacta, nos moldes da existente no córrego dos Pretos, na zona leste da cidade, com a finalidade de tratar o esgoto que é despejado no Olhos D’Água.

 



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