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Ifolha

Olimpia, 15 de Abril, 2017 - 22:16
Réu é condenado a 28 anos de reclusão

Em julgamento que teve cerca de cinco horas de duração, realizado no Fórum de Olímpia, o réu Alef Vieira Branco, de 23 anos, foi condenado a um total de 28 anos de reclusão, em regime inicial fechado. Ele era acusado de prática de homicídio consumado e tentativa, no jardim Santa Fé, em 3014.

O júri foi realizado na última quarta-feira e foi presidido pelo juiz de direito Eduardo Luis de Abreu Costa, teve início às 8h30. O veredicto foi divulgado por volta das 14 horas. Na defesa atuou o advogado Aparecido Alberto Zanirato.

O réu era acusado de homicídio duplamente qualificado contra Luis Fernan­do Perpétuo Celete, vulgo “Bilú”, de 20 anos, morto com dois tiros de revolver em fevereiro de 2014, no Santa Fé. No mesmo local foi ferido com um tiro na cabeça, de raspão, o irmão de “Bilú”, Tarcisio Augusto Celete de Oliveira, o “Porco”.

Pelo crime de homicídio consumado o réu foi condenado a 18 anos de 8 meses. Já pela prática da tentativa, a pena foi de 9 anos e 4 meses, totali­zando 28 anos de reclusão.

O motivo do crime foi ciúme, pois ele não aceitava o fato de “Bilú” já ter tido um relacionamento, no passado, com sua namorada.

Alef Vieira aguardou o julgamento preso. Depois do encerramento do júri ele foi levado e  encarcerado no CDP de Taiúva.

Ifolha

Olimpia, 07 de Agosto, 2017 - 14:49
Nova York, uma cidade que nunca para!

A estátua da Liberdade foi erigida em na entrada do Porto de Nova York. O seu nome oficial é “A Liberdade Iluminando o Mundo” e foi inaugurada em 1886, comemorando o centenário da independência americana / GB Imagem



Os famosos táxis amarelos de Nova York, tendo ao fundo o mais famoso ainda Empire State Building / GB Imagem




Talvez não seja exagero dizer que Nova York é a cidade mais famosa do mundo. É um dos lugares mais mostrados nos filmes de Hollywood e também foi notícia mundial por causa do “11 de setembro de 2001”, mas o que se quer mostrar é porque a cidade encanta e é objeto de desejo nas férias de muita gente.

Conhecida como a “Big Apple” (Grande Maçã), o apelido se popularizou na década de 1970. Não se sabe ao certo sua origem, mas acredita-se que a expressão data de 1921, quando foi usada numa coluna de corrida de cavalos, do jornal New York Morning Telegraph.

Quando se fala em Nova York, a primeira imagem que nos vem à mente é o Central Park e, sem dúvida alguma, a Estátua da Liberdade, monumento que está na entrada do porto desde 1886. O Central Park e a Estátua da Liberdade são apenas dois dos locais bom de se ver, a própria cidade é uma atração constante, com seus táxis amarelos, gente bonita circulando nas ruas e os shows da Broadway; sem contar as inúmeras opções de compras e gastronomia.

Quem já visitou, espera voltar algum dia. Nova York também é o destino preferido de vários famosos brasileiros que, inclusive, mantém apartamentos próprios por lá.

A cidade é o centro da Região Metropolitana de Nova York, uma das mais populosas do mundo e é referência quando o assunto é comércio, finanças, arte, moda, tecnologia, mídia, educação e entretenimento. Por lá é chamada de Cidade de Nova York a fim de distingui-la do Estado de Nova York.

É importante também não iludir-se, como uma grande cidade que se preze, lá também tem poluição, trânsito caótico, desigualdade social, violência, etc etc.

A Cidade de Nova York é formada por quatros distritos: Manhattan, Brooklin, Bronx, Queens e Staten Island, no entanto, é Manhattan que encanta os turistas do mundo inteiro. Pelos idos do Século XVI, a ilha pertencia aos índios e os primeiros colonizadores foram os holandeses. Depois, muita história correu pelas águas do Rio Hudson. 

A ilha foi toda simetricamente dividida em ruas e avenidas e bem no meio localiza-se um enorme retângulo verde de 340 hectares, o Central Park. Maravilhoso e o ponto alto da ilha, sem dúvida alguma.

Ao norte do Central Park tem o lado pobre, o Harlem, também amplamente mostrado no cinema. Enquanto isso, a oeste e a leste forma-se a Uptown, onde moram os chiques e os endinheirados.

A esta altura você deve estar se perguntando, onde fica a Broadway? É ao sul que se estendem Midtown e Downtown. Em Midtown está o Theater District, o pedaço mais famoso da Broadway, a Times Square e outros lugares de nomes assim conhecidos através dos filmes, livros e em luminosos de boates. Em Downtown, seguindo rumo sul, aparecem Greenwich Village e East Village, Lower East Side, SoHo e Little Italy, TriBeCa,Chinatown e o Financial District. Downtown é o pedaço mais boêmio e sedutor da cidade.

Transitar por Manhattan não é difícil. A melhor maneira é andando, as ruas são retas e numeradas de modo crescente, sendo que a referência é a Quinta Avenida, localizada bem no meio. O sentido do trânsito é alternado nas ruas, então fica fácil andar de carro, embora não é aconselhável alugar carro; tem o metrô e os taxis como alternativas viáveis.

Ligando a Ilha de Manhattan ao distrito do Brooklin está a majestosa Ponte do Brooklin, a primeira ponte suspensa do mundo e a que utilizou cabos de aço para sua sustentação; tem sido usada desde 1883.

Não poderia faltar aventura, nem tudo em Nova York é tão certinho. Lá também o crescimento desordenado da cidade não foi previsto, assim, em Downtown o visitante se depara com ruas estreitas e desorganizadas, bem diferentes do restante da cidade, mas nem por isso menos interessante.

Para sentir o gosto da cidade é preciso uma estadia de, no mínimo quatro dias, pelo menos é isso que recomendam os entendidos da cidade. Estando por lá, vale a pena conferir os museus, tais como o Metropolitan, Whitney, Natural History e especialmente o Guggenheim, desenhado em forme helicoidal, você sobre de elevador e desce pela rampa circular, tendo acesso a todas as obras que o museu acolhe.

Hotéis e restaurantes não são problemas, tem de sobra, para todos os gostos e bolsos. Importante dizer que os restaurantes funcionam na base da reserva, se não o fez, vai ter que esperar e, às vezes, não conseguir nada. Quem vai à Nova York também não pode deixar de experimentar o cachorro-quente que se vende na calçada. Nada a ver com o nosso, brasileiro.

Boa pedida é passar algumas horas remexendo as livrarias e lojas de discos.  Os achados irão surpreender; e também conferir uma das apresentações da Broadway e comprar algumas lembrancinhas para aqueles que ficaram em casa. E mais, vale conferir lojas de departamentos, dar uma olhadinha nas roupas e acessórios. Cuidado com a euforia, fique de olho nos limites de compras e impostos incidentes sobre as mesmas porque, na volta, os primeiros que você encontrará serão os fiscais do aeroporto.

Procure uma agência de viagens e contrate o seu “pacote”. Vai valer a pena cada centavo gasto.


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