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Olimpia, 13 de Maio, 2018 - 23:34
OC, um fiasco que escreve “este que voz escreve”

Do Conselho Editorial

O editorial da semana passada cuidou metafórica e filosoficamente daqueles cuja opinião não poderia ser considerada opinião por que mudam de acordo com a opinião desejada pelos patrões que servem.

E, para isto, de forma real e simbólica, utilizou texto do blogueiro OC que hoje pode ser considerado hilário pela mudança que se operou na cabeça variante de quem imagina ser formador de opiniões.

Sim, “opiniões”, pois de sua caixinha de surpresas podem sair as mais diversas opiniões, uma contrariando a outra, que emitida com o objetivo do esquecimento, consciente o autor da falta de memória do brasileiro, vão se mudando ao sabor do emprego e função ocupados.

Assim como outros que militam pelos blogs e facebooks da vida, cujos textos parecem ser tão preocupados com o bem estar social, denunciantes de ações que incomodam a sociedade e que depois, associados aos produtores da ação a ser combatida, desdizem o que foi escrito de forma despu­dorada e cínica, como se todos fossem tolos e esquecidos.

OC, que no editorial representa estas figuras que vêm se ampliando no debate político olimpiense, como a maioria deles, posa de dono da verdade absoluta, do imperativo categórico mutante mesclado a possibilidade do diversionismo e da transformação da realidade criada para outras que contradizem as anteriores, e outras que futuramente contrariarão as atuais em se mudando o proprietário de suas penas e vozes, o que dá pena.

Não se pode escrever que OC seja desinformado, como outros que atuam pela mesma lógica de bajular o patrão do momento.

Escreve relativamente bem, tem texto limpo, às vezes prolixo, às vezes redundante, mas convincente se observado pela ótica dos sofistas a quem não interessa a verdade e sim o convencimento momentâneo e passageiro dos que leem ou ouvem suas pregações desprovidas de comprometimento com as causas sociais.

OC que prestou serviço a outros governos e que como tantas outras biografias que vivem à margem esperando uma boquinha, transformou-se em figura favorável ao desgoverno do irresponsável administrativamente Eugênio José, depois de presenteado por um cargo cujas obrigações e deveres pouco se sabe.

E continua solidário e disposto a desdizer o que afirmou, como estariam e estão outros na mesma condição submissa por conta de cargos conquistados de forma contestável, que geralmente criticam nos outros mas aprovam para si.

Ocupa espaço legislativo ofertado graciosamente pelo ex-vice de Eugênio e ocupa suas inúmeras horas vagas no Facebook, dedicado à tarefa de defender Eugênio José cuja administração muito atacou.

E, para isto, o editorial chamava a atenção por não ser normal um blogueiro, radialista, que usou pena e voz para criticar tanto e com razão, um dos piores governos que Olímpia já teve, enquanto era governo e depois que deixou de ser governo, elogiar tanto.

Fica meio suspeito, passa às pessoas a sensação de que a pessoa não apenas mudou de opinião, o que é direito, mas que mudaram sua opinião através de métodos e fórmulas condenáveis.

Não houvesse a mudança de opinião ocorrida após a oferta e a aceitação de emprego, se poderia cogitar que caiu um meteorito na cabeça do autodidata e livre pensador que jogou suas fórmulas travadas e preconceito e reconheceu os equívocos da péssima administração que criticava.

Contrário a isso fica meio nítido que a relação foi capitalista, econômica e pode se pensar que o mesmo atuava com a verdade antes e com a inverdade agora ou vice versa ou traduzindo, mentiu lá atrás ou mente agora para os seus leitores.

Importante notar, que sendo de segundo escalão, como sempre foi e talvez sempre será sua opinião, por ter sido várias com possibilidade de mudar várias vezes mais e só tem a importância da discussão de como o universo virtual Genial atuava e atua, conseguindo fazer até com que alguém contrarie a si mesmo para agradar e bajular quem direta ou indiretamente lhe paga, só isto.

OC leu o editorial e mandou seu recato recadinho via Facebook:

“Loyd é mesmo um fiasco.
Usa texto jornalístico deste que voz escreve para embasar críticas ao ex-prefeito.
Obrigado pela preferência. Se precisar de quem escreva (bem) para o seu jornal, estamos à disposição!
Este é o nosso ofício!”

Parece ter sido seu ofício, afinal quem escreve “bem” consegue diferenciar “voz” de “vos” e mesmo os que não escrevem tão “bem” aprenderam a utilizar o corretor ortográfico ou o dicionário que explicaria que “voz” é um som ou conjunto dos sons produzidos pelas vibrações das pregas vocais sob pressão do ar que percorre a laringe e Voz pode também ser também aquilo que algumas pessoas que pensam ser formadoras de opinião vendem aos poderosos para defender teses esdrúxulas em favor da manutenção dos mesmos no poder.

Já “vos” é um pronome pessoal de complemento correspondente à segunda pessoa do plural (ex.: não vos apoquenteis; escutai o que vos digo).

Como quem fala para e pelo outro perde a individualidade e passa a ser persona, que, segundo Yung é a personalidade que o indivíduo apresenta aos outros como real, mas que, na verdade, é uma variante às vezes muito diferente da verdadeira, pode ser que a troca do “vos” para o “voz” tenha sido fruto do inconsciente.

Na dúvida, por ser dúbio demais o pensamento dos que mudam de pensamento a todo instante, o jornal não precisa de alguém que escreva tão bem, mesmo trocando as palavras como o Hortelino Troca-Letras ou escrevendo aquilo que mandam.

De resto e finalmente, pois há muitos OCs proliferando pelo mundo real e virtual de forma Genial, importante quando se ler ou se ouvir algo de seres tão camaleônicos é notar se a verdade escrita e falada se refere a um tempo presente e pode vir a ser diversa da do tempo passado, assim como pode não ter nada a ver com o tempo futuro, em síntese, observar que podem ser apenas palavras jogadas ao vento para criar uma falsa ilusão sem nenhum comprometimento com a verdade, visando a modificar a realidade em favor de si e de alguém e em desfavor da sociedade.

 



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