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Olimpia, 08 de Abril, 2019 - 08:39
O Marco Zero da Rússia

Em Novosibirsk no inverno, os termômetros podem chegar aos 50 graus abaixo de zero. Os apartamentos da cidade são adaptados para enfrentar o frio muito rigoroso / GB Imagem



A natureza siberiana em Novosibirsk é simplesmente fenomenal, enchem os olhos de qualquer turista / GB Imagem

 

 

Novosibirsk, na Rússia foi originalmente estabelecido em 1893 como um assentamento para construtores trabalhando na ponte ferroviária através do Rio Ob. O ímpeto para o seu desenvolvimento foi a construção da Ferrovia Transiberiana. Em menos de 70 anos, a população de Novosibirsk atingiu mais de um milhão. Continua a ser a cidade que mais cresce no mundo até hoje, por isso foi incluída no Guinness Book of Records.

No inverno, os termômetros podem chegar aos 50 graus abaixo de zero. Quando chega o verão, a praia beira aos 40 graus; realmente é para agradar todos os gostos.

Esta verdadeira façanha do tempo pode ser vista na cidade de Novosibirsk. Só que a praia é de água doce, às margens do Rio Ob, bem no coração da Sibéria. Em relação ao Brasil são dez horas de diferença. Os apartamentos da cidade, adaptados para enfrentar um frio muito rigoroso, ficam insuportáveis quando é verão. Em todos os lugares, a temperatura é muito quente e o jeito é refrescar-se nas águas do grande "mar".

Além do sol, da areia e das águas azuis escuras do Rio Ob, a diversão fica também por conta dos passeios de barco e o esqui aquático. Os nativos estão acostumados esquiar na neve, e esquiar na água por enquanto ainda é novidade, mas a coisa já está caindo no gosto dos frequentadores, principalmente da ala mais jovem.

A cidade de Novosibirsk é considerada o marco zero da Rússia e tem muito mais de três milhões de habitantes. Bem no centro, foi reconstruída a capela de São Nikolai, destruída pelos revolucionários comunistas em 1917. Este é mais um exemplo que a simbologia religiosa russo-ortodoxa vai retomando o lugar que lhe foi negado durante nove décadas. Foi recuperada ainda a Catedral da cidade que leva o nome de Alexander Nevski. Suas cúpulas renasceram sob o céu da cidade como um verdadeiro milagre para os fiéis. Poucos acreditavam que o prédio da catedral, que era usado como depósito de material de construção, pudesse voltar a ser local de culto.

As ruas de Novosibirsk são tão largas como as de Moscou. Mas é impressionante como o engarrafamento do trânsito toma horas e horas da população.

Uma equipe quase que anônima trabalhou com afinco na restauração e conservação do Museu de Belas-Artes da cidade. No imponente edifício de três andares, dividido em salas que vão do Século XVI até o Século XX, o visitante faz uma verdadeira viagem pela Arte. Entre as obras raras, o visitante pode contemplar o retrato da Czarina Ekaterina II, de Levitski. Aliás, Novosibirsk respira Cultura. São dezenas de museus, galerias e teatros, nos quais podem se apreciar obras famosas, conhecer um pouco da história russa e mundial e se deliciar em espetáculos e muita música de qualidade.

À noite, a diversão pode ser garantida no clube da cidade. Abre às 22 horas e fecha às seis da manhã do dia seguinte. As atrações são uma mistura da música local com o mais moderno do mundo da música ocidental. As saias subiram um pouco mais e pode-se até assistir a shows eróticos. Novos tempos.

E já que o assunto é a Sibéria, para quem prefere um pouco mais de aventura, uma boa saída é pegar o trem da Transiberiana em Moscou e viajar quase dez mil quilômetros por toda Sibéria, passando por vilas e lugares que parecem saídos dos livros de histórias.

Por quase cem anos a Rússia fechou-se em seu mundo, por conta de um sistema de governo totalmente diferente, mas, depois da abertura política, este país se abre para o mundo, e o que se nota é que a Rússia tem muito mais para nos mostrar, além de neve e gorros e capotes de pele.

Gostou? Pesquise e peça mais informações ao seu agente de viagens, depois, é só fazer as malas!


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