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Olimpia, 13 de Agosto, 2018 - 18:03
Passeando pela rota do vinho em Portugal

Em Portugal existe uma oferta muito qualificada de Enoturismo, frequentemente associado ao turismo rural e a hotéis de charme em localizações privilegiadas. A região do Alto Douro é uma das mais famosas / GB Imagem



Conhecer de perto as vinícolas portuguesas e colher com suas próprias mãos uvas de qualidade superior que produzem os melhores vinhos de Portugal não tem preço. As crianças adoram a tarefa / GB Imagem

 

 

Que tal percorrer a rota do vinho do Porto, deliciar-se com a famosa bebida e ainda conhecer o processo de fabricação; tudo recheado com uma linda paisagem e culinária única?

Estamos falando de Portugal, das regiões do Douro e do Alentejo onde se concentra o maior número de espaços dedicados ao Enoturismo. Mas também tem uma infinidade de vinhos produzidos na região de Lisboa. Visite a Península de Setúbal, composta por Montijo, Palmela e Setubal.

É na região do Alto Douro Vinhateiro, criada em 1756, que se produz o famoso vinho do Porto, desde sempre destinado à exportação. Por isso a região tem uma tradição secular de receber visitantes interessados em apreciar o sabor e as belezas do local. Os turistas ficam encantados com a paisagem do vale do Douro, onde o homem construiu plataformas para plantar vinha nas encostas, numa região de solos agrestes, que deu lugar a uma paisagem classificada pela Unesco como Patrimônio Mundial, povoada de quintas tradicionalmente ligadas ao vinho. Comece sua visita pelo Porto, onde ficam as Caves do Vinho do Porto, uma boa maneira de descobrir a região é a bordo de um cruzeiro, que permitirá visitar alguns dos locais mais emblemáticos ligados à produção dos excelentes vinhos do Douro e do Porto.

Já a rota de vinhos da Península de Setúbal possui um conjunto de elementos diferenciadores, nomeadamente o vinho com Denominação de Origem Moscatel, a Casa Mãe da Rota de Vinhos, as adegas e o Parque Natural da Arrábida, além da fácil acessibilidade com a capital portuguesa. A cultura da vinha na região tem um passado longínquo, admitindo-se que tenha sido introduzida em cerca de 2000 a.C.

Os turistas vão se encantar com A Casa Mãe da Rota de Vinhos. Localizada no coração da vila de Palmela é uma antiga adega que surpreende o visitante pela beleza interior do edifício. Lá também funciona uma loja de vinhos certificados da região. Os preços até que são razoáveis e você pode adquirir e degustar o melhor do que é produzido por lá.

A viticultura da Península de Setúbal, com uma área total de cerca de 9500 hectares, tem em Palmela as maiores vinícolas da região, seguidas por Montijo, Setúbal e Sesimbra. No entanto, mais ao sul do distrito de Setúbal destacam-se Alcácer do Sal, Grândula, Santiago do Cacém e Sines.

A viticultura, na região, tem evoluído de forma considerável nos últimos anos, proporcionando aos viticultores a obtenção de uvas de melhor qualidade, com produções economicamente viáveis, ambientalmente sustentáveis e que permitem a obtenção de vinhos com singular relação qualidade/preço.

A região é produtora de vinhos brancos e tintos. Entre os brancos, os apreciadores poderão degustar os das castas Moscatel de Setúbal, de Alexandria ou Graúdo. Esta casta é originária do Egito, tendo-se expandido pelo Mediterrâneo, na época do Império Romano. Fernão Pires é uma das castas brancas mais disseminadas por todo o país. Arinto é também uma das castas portuguesas mais antigas e de grande tradição.

Dos tintos destacam-se Castelão, uma casta tinta cultivada no sul de Portugal. A casta Castelão é conhecida por Periquita nome que teve origem na propriedade Cova da Periquita, localizada em Azeitão. Syrah, embora seja uma casta francesa da região de Côtes du Rhône, na Península de Setúbal ocupa uma área de 300 hectares. Touriga Nacional é uma casta nobre e muito apreciada, talvez a casta mais elogiada em Portugal, estando hoje disseminada por, praticamente, todas as regiões do país.

Nas castas da Península de Setúbal, os turistas vão deliciar-se com a casta Moscatel Roxo, com um vinho de paladar finíssimo onde ressaltam as especiarias, as compotas de ginja e figo.

Seguindo na rota dos vinhos, há um legado vitivinícola que não pode ser esquecido, Colares, reclinada sobre duas colinas da Serra de Sintra, a região é demarcada desde 1908. Ali é produzido o famoso Vinho de Colares de sabor aveludado e tom rubi. Esse é um vinho que precisa de, pelo menos, 24 meses para atingir o ponto certo de ser consumido. São esses tons rubis, aveludados, que colocam Sintra na rota dos vinhos. As vinhas de Colares têm características muito próprias, devido à proximidade do mar e ventos marítimos muito fortes.
O Vinho de Carcavelos, de renome internacional e tradição secular, detêm qualidades reconhecidas e confirmadas, sendo em 1908, por lei, definidos os princípios gerais da sua produção e comercialização. Nos dias de hoje, dada a sua raridade, o vinho de Carcavelos, ou Lisbon Wine como era reconhecido além-fronteiras, é considerado uma relíquia para ser saboreado como um excelente aperitivo, mas também como um valioso digestivo.

Do outro lado do Atlântico destaca-se o Vinho Madeira que nos mais variados pontos do globo ganhou fama e prestígio, um verdadeiro “tesouro” que já no Século XVIII era apreciado por reis, príncipes, generais e exploradores.

Em Portugal existe uma oferta muito qualificada de Enoturismo, frequentemente associado ao turismo rural e a hotéis de charme em localizações privilegiadas. Além dos vinhos, os turistas podem desfrutar de outros produtos de produção própria, como frutas e compotas, queijos, azeites, doçaria artesanal e a própria gastronomia local. Muitas vezes de aspeto tradicional, os hotéis são modernos e com adegas e caves que investiram em avançada tecnologia, algumas com assinatura de renomados arquitetos nacionais.

Que tal passar umas férias diferentes, apreciando lindas paisagens regadas a um bom vinho?


Olimpia, 11 de Janeiro, 2021 - 21:18
O combate ao mosquito continua!

Com a pandemia do novo coronavírus, o assunto foi meio que deixado de lado, mas perigo causado pelo Aedes aegypti continua. O assunto é sempre atual. No verão a população do mosquito causador da dengue aumenta, e muito, por causa da chuva e o consequente armazenamento de água em pneus, latas, garrafas e tantos outros recipientes espalhados pelas ruas, terrenos baldios e lixões. Isso sem contar as caixas de água que ainda estão abertas, vasos de plantas etc etc etc.

A história é assim, o verão ajuda a proliferar a dengue, mas é preciso estar vigilante o ano inteiro.

Nos últimos tempos os ovos do mosquito Aedes aegypti tornaram-se mais resistentes e imunes ao cloro e aos inseticidas, conseguindo, assim, sobreviver por até um ano para eclodir nas primeiras chuvas do verão seguinte.

De acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões a 100 milhões de pessoas são infectadas anualmente no mundo e, segundo o Ministério da Saúde, quase 500 mil precisam de hospitalização e 20 mil morrem em consequência da doença. No Brasil, o problema é grave; já foi considerado epidemia, muitas pessoas morreram e, ano após ano, verificamos que a doença não foi erradicada, ao contrário, principalmente no verão, novos casos acontecem.  E por isso, o mosquito precisa ser combatido SEMPRE.

O papel da população é essencial para erradicar a doença do país. Medidas simples, como não deixar recipientes com água parada, podem evitar a proliferação do problema. O vetor da doença - o mosquito Aedes aegypti - precisa de ambientes úmidos e quentes para procriar, principalmente locais com água empoçada como vasos, garrafas ou recipientes que acumulem líquidos.

Não basta evitar que a água fique acumulada. No caso dos bebedouros de animais, estes precisam ser lavados todos os dias com água e sabão antes de trocar a água a fim de eliminar os ovos caso o mosquito os tenham depositado ali; somente trocar a água não é eficaz no combate.

E vale a pena repetir, cobrir as caixas de água com telhas, colocar areia nos pratinhos das plantas e cuidar para que realmente não fique água acumulada na areia – sendo que o bom mesmo é não ter pratinho nenhum - livrar-se do lixo mantendo quintais e pátios limpos, manter os recipientes de lixo fechados.

Lembrando também que a dengue é uma doença febril, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Lugares quentes, úmidos e poças de água são ideais para o desenvolvimento do mosquito e, consequentemente, da doença. A pessoa contaminada deve repousar e só tomar medicamentos com orientação médica, pois certas substâncias comumente usadas para tratar destes sintomas, parecidos com os da gripe e resfriados, podem agravar a doença.

O ciclo de transmissão começa por meio do depósito de larvas do mosquito em recipientes com água parada. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por uma semana, até se transformarem em mosquitos adultos.

A dengue não é transmitida de pessoa para pessoa. O mosquito Aedes aegypti é o portador do vírus e transmissor da doença. Os sintomas só aparecem a partir do terceiro dia e podem durar entre 5 a 7 dias.

Os sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, perda do apetite, manchas e erupções na pele, náusea e dores nos ossos e articulações. Em casos mais graves, como a dengue hemorrágica, podem surgir sangramentos pela boca e nariz, dores abdominais, vômito e dificuldade para respirar.

E mais, além da dengue o Aedes aegypti também pode transmitir a Chikungunya, uma doença que provoca dor de cabeça, febre e dor nas articulações e cujo tratamento se estende por vários meses.  


 


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