iFolha - O fumo contribui para agravar a incidência de doenças respiratórias

Ifolha - Folha da Região


Olimpia, 21 de Setembro de 2018
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 17/09/2018
REGISTRE-SE
SUGIRA O SITE PARA UM AMIGO

 


Notícias
Arte e Cultura
Cidades
Comportamento
Economia/Turismo
Educação
Esportes
Falecimentos
Geral
Justiça
Polícia
Política
Saúde
Entretenimento
Bastidores/TV
Beleza
CD/Dicas
Cinema
Classificados
  - Casas
  - Carros
  - Motos
  - Diversos
Coluna da Bruna
Culinária
  - Doces
  - Salgados
Datas
Dicas
Empresas
Horóscopo
Humor
Livros
Notícias/TV
Novelas
Perfil/TV
Viagem
Viver Bem
Opinião
Artigos
Coluna do Arantes
Editorial
Zanoliando
Rádio / TV
Canal da Nicole
Radio iFolha
TViFOLHA

Ifolha

Olimpia, 16 de Abril, 2018 - 12:08
O fumo contribui para agravar a incidência de doenças respiratórias

Estamos em pleno Outono; em algumas regiões, o calor ainda está forte e o tempo seco, nada de chuva. Com isso, a qualidade do ar piora bastante devido à concentração de poluentes e poeira. Tendo em vista que em breve teremos o Inverno e daí o tempo é seco mesmo, tal situação é muito ruim para todos, mas pior ainda para quem sofre de doenças respiratórias.

Outra situação que merece ser mencionada é o tabagismo. Fumar faz um mal enorme para quem fuma e também para quem é vítima passiva da fumaça. Não fumar e evitar a exposição passiva ao cigarro são medidas que previnem e evitam o agravamento dos males respiratórios.

Segundo os especialistas, mais de 95% dos casos de enfisema e bronquite ocorrem por conta do tabagismo, seja ativo ou passivo. Já os principais fatores externos associados ao desenvolvimento da asma são os alérgenos inaláveis, ou seja, substâncias do corpo e fezes de ácaros domésticos; antígenos fúngicos, de insetos como baratas e de animais domésticos; polens e os vírus respiratórios, particularmente as infecções pelo vírus sincicial respiratório, que ocasiona doença viral contagiosa que afeta os pulmões, nos primeiros anos de vida.
Os poluentes ambientais – fumaça de cigarro, gazes e partículas em suspensão no ar, como as provenientes da combustão do óleo diesel – podem tornar as pessoas mais sensíveis aos alérgenos e agravar a situação dos brônquios em indivíduos predispostos a essa doença.
Os não fumantes expostos à fumaça do cigarro viram fumantes passivos, que inalam os mesmos elementos tóxicos que os tabagistas.
A fumaça inalada pelo fumante tem 4.700 substâncias, 43 delas cancerígenas. Já a que sai da ponta do cigarro (e que afeta o não fumante) tem 21 vezes mais nicotina, 15 vezes mais monóxido de carbono e 50 vezes mais substâncias cancerígenas.
Também nesta situação, a prevenção é o melhor caminho. Algumas medidas são eficazes, tais como tomar a vacina antigripal antes dos meses mais frios, para evitar agravamento e possíveis internações, pois as infecções por vírus respiratórias são as mais impactantes; evitar ambientes fechados e sem ventilação, aglomerados, poeiras, cortinas, tapetes, animais de estimação dentro de casa, contato com fumaça de cigarro; manter a frequente higienização das mãos com água e sabão e, se possível, o uso do álcool gel; fazer lavagens nasais frequentes, com soro fisiológico.

E não se pode deixar de citar a gripe H1N1 cujos índices têm assustado a todos. Daí as medidas preventivas tornam ainda mais importantes.


Comentários - 0
Seja o primeiro a comentar
 
Ultimas Noticias
17 de Setembro, 2018
Colhendo os frutos - 80
17 de Setembro, 2018
Óculos de sol: mais do que beleza, são uma necessidade! - 68
17 de Setembro, 2018
CD Baile do Nêgo Véio – Alexandre Pires chegou nas lojas - 58
17 de Setembro, 2018
O filme A Morte de Stalin chegou nas locadoras - 63
17 de Setembro, 2018
Patê de Queijo - 70


Compartilhe: Facebook Orkut Twitter
       






























Site oficial do jornal Folha da Região de Olímpia | Fone: (17) 3281 6432
Desenvolvido por Infinity Web Sites