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Olimpia, 30 de Setembro, 2019 - 16:05
O livro "Luanda, Lisboa, Paraíso" já está nas livrarias!

Luanda, Lisboa, Paraíso
Luanda, Angola, anos 1970. Fruto de um parto com complicações graves, Aquiles nasce com uma má-formação que lhe dita o destino e o nome. A promessa de cura reside em uma cirurgia que somente pode ser realizada em Portugal, e até que ele complete quinze anos. Com o fatídico aniversário em vista, Aquiles e o pai, Cartola, partem para Lisboa, crentes de que será uma viagem passageira e de que eles serão recebidos como verdadeiros cidadãos portugueses. Na capital, sentem na pele o preconceito de serem imigrantes da ex-colônia enquanto o regresso a Angola torna-se cada vez mais distante. Autora do aclamado “Esse Cabelo”, Djaimilia Pereira de Almeida constrói com estilo e sensibilidade ímpares uma narrativa — ora triste, ora esperançosa — sobre a diáspora, as relações entre pais e filhos e a constante busca por afeto humano. Com 200 páginas, o livro é da Editora Companhia das Letras.

 

O Instituto
No meio da noite, em uma casa no subúrbio de Minneapolis, um grupo de invasores assassina os pais de Luke e sequestra silenciosamente o menino de doze anos. A operação leva menos de dois minutos. Quando Luke acorda, ele está no Instituto, em um quarto que parece muito o dele, exceto pelo fato de que não tem janela. E do lado de fora tem outras portas, e atrás delas, outras crianças com talentos especiais, que chegaram àquele lugar do mesmo jeito que Luke. O grupo formado por ele, Kalisha, Nick, George, Iris e o caçula, Avery Dixon, de apenas dez anos, está na “Parte da Frente”. Outros jovens, Luke descobre, foram levados para a “Parte de Trás” e nunca mais vistos.
Nessa instituição sinistra, a equipe se dedica impiedosamente a extrair dessas crianças toda a força de seus poderes paranormais. Não existem escrúpulos. Conforme cada nova vítima vai desaparecendo para a “Parte de Trás”, Luke fica mais e mais desesperado para escapar e procurar ajuda. Mas até hoje ninguém nunca conseguiu fugir do Instituto. Tão aterrorizante quanto “A Incendiária” e tão espetacular quando “It: a Coisa”, este novo livro de Stephen King mostra um mundo onde o bem nem sempre vence o mal. Com 544 páginas, o livro é da Editora Suma.

 

Velhice Transviada
Falar de velhice é difícil, sobretudo quando ela é transviada. O psicólogo, escritor e ativista dos direitos humanos João W. Nery constatou que, no Brasil, essa população — constantemente vítima fatal do ódio ou do descaso — não tem direito à longevidade. Por isso, decidiu escrever sobre os “transvelhos”, termo que criou para se referir aos transexuais e travestis que conseguiram ultrapassar a marca dos 50 anos. João sempre foi um pioneiro. Em plena ditadura militar, foi o primeiro transgênero masculino brasileiro a passar por cirurgia de redesignação sexual, aos 27 anos. Obrigado a tirar uma nova documentação para conseguir trabalhar, teve que inventar um expediente: alegou ter dezoito anos e querer servir às Forças Armadas. Deu certo. Renasceu como João, mas perdeu seus registros anteriores, incluindo os diplomas de psicólogo e professor. Com o tempo, se tornou uma referência nos debates públicos e acadêmicos sobre gênero e sexualidade, participando ativamente de uma onda que, pouco a pouco, começava a quebrar preconceitos até então muito arraigados em nossa sociedade.
Neste livro, que traz prefácio de Jean Wyllys, João relata o que passou para chegar a ser um transvelho. Também dá voz, por meio de entrevistas, a outros transidosos, na segunda parte destas memórias. Com 176 páginas, o livro é da Editora Objetiva.

 

Em Plena Luz
Neste romance, Lu, uma fotógrafa e escultora, foge para a França após separar-se de Zeno, homem estranho que aluga limusines. Ela encontra-se em Paris quando ocorrem os atentados à boate Bataclan e ao restaurante Petit Cambodje. Paris não é mais uma festa. Entretanto, nessa cidade tão propícia ao amor, Lu tem um relacionamento com um homem que encontra ao acaso, Étienne, um matemático vibrante, efusivo, recluso, cuja obsessão compulsiva por limpeza torna a vida extenuante. De volta a Fortaleza, sua cidade de origem, Lu é procurada por Caio, jornalista com quem se envolve amorosamente e a quem concede entrevistas sobre a experiência de assistir aos atos de terror. Inquietante e bem estruturado, Em “Plena Luz “ revela uma autora madura, dona de uma voz encantadoramente meiga, ardente, severa e ousada. Em seu segundo romance, Tércia Montenegro constrói uma belíssima obra sobre amor e arte, numa Paris convulsiva e misteriosa. Com 160 páginas, o livro é da Editora Companhia das Letras.

 


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