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Olimpia, 11 de Março, 2019 - 09:04
O livro Deuses Para Clarice chegou nas livrarias

Mulheres na Luta
Há 150 anos, a vida das mulheres era muito diferente: elas não podiam tomar decisões sobre seu corpo, votar ou ganhar o próprio dinheiro. Quando nasciam, os pais estavam no comando; depois, os maridos. O cenário só começou a mudar quando elas passaram a se organizar e a lutar por liberdade e igualdade. Neste livro, Marta Breen e Jenny Jordahl destacam batalhas históricas das mulheres — pelo direito à educação, pela participação na política, pelo uso de contraceptivos, por igualdade no mercado de trabalho, entre várias outras —, relacionando-as a diversos movimentos sociais. O resultado é um rico panorama da luta feminista, que mostra o avanço que já foi feito — e tudo o que ainda precisamos conquistar. Com 128 páginas, o livro é da Editora Seguinte.



O Executivo e o Martelo
Logo na abertura da apresentação deste livro os autores anunciam que pretendem "oferecer uma reflexão filosófica, sociológica e psicanalítica de fácil compreensão sobre os principais temas polêmicos do dia-a-dia das grandes corporações". De fato, as colocações dos professores Clóvis de Barros Filho e Arthur Meucci são facilmente compreensíveis por qualquer leitor interessado no tema central da obra: a ética empresarial. Mas são muito mais do que isso. Os autores se inspiram, entre muitas outras fontes, no pensamento do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que recomenda golpear duramente, se necessário com um imaginário martelo, os preconceitos e a hipocrisia dissimulados em verdades estabelecidas – ou aquilo que Francis Bacon chama de "ídolos". Com esse espírito, e frequentemente em tom bem-humorado, Barros Filho e Meucci demolem os "discursos dominantes no campo da administração", em particular as "fórmulas mágicas do sucesso". A leitura desta obra seminal é um saudável e provocador convite a que o executivo adestrado apenas para bater metas descubra que tem capacidade para muito mais: basta confiar no uso de sua própria razão e no bom senso. Com 214 páginas, o livro é da Editora Alta Books.



Deuses Para Clarice
Quando, em um almoço de família, Clarice revela que está “boiando” nas aulas de Filosofia, sem conseguir fazer a conexão entre todos os deuses gregos abordados pelo Professor Salgado, Clóvis se oferece para contar à filha tudo o que sabe sobre o assunto. E ele não conta apenas para ela; cria um grupo para troca de mensagens com outros alunos que, assim como Clarice, querem mergulhar no complexo universo de Caos, Gaia, Eros, Zeus, Cronos, Afrodite... A curiosidade de Clarice é o combustível para a conversa. Com perguntas e comentários desconcertantes, como só os jovens são capazes de fazer, Clarice ajuda Clóvis a costurar a história dos deuses e a se aprofundar naquilo que mais chama sua atenção, sempre fazendo um paralelo com o mundo contemporâneo, para, como o próprio Clóvis explica, criar “pontos de apoio” e facilitar a compreensão. Ao longo dessa conversa entre pai e filha, passamos pelos acontecimentos mais importantes da mitologia grega: Caos e o começo de tudo; o surgimento de Gaia, nosso planeta azul; a revolta de Cronos, que nos proporcionou a superfície para pisar e o tempo para contar; a guerra dos Titãs; Zeus e suas alianças para manter a ordem – o Cosmos –; entre tantos outros. Em “Deuses para Clarice”, Clóvis nos transporta para um mundo repleto de heróis, disputas, traições, amor e desejo, nos oferecendo sua visão particular sobre a mitologia. De Clóvis de Barros Filho, o livro tem 208 páginas e é da Editora Benvirá.



O Fascismo Eterno
Publicado pela primeira vez em 1997, como parte do livro “Cinco Escritos Morais”, “O Fascismo Eterno” chega aos leitores em nova edição no momento de ascensão mundial do flerte com o fascismo. Segundo Umberto Eco, entre as possíveis características do Ur-Fascismo, o “fascismo eterno” do título, estão o medo do diferente, a oposição à análise crítica, o machismo, a repressão e o controle da sexualidade, a exaltação de um “líder”, um constante estado de ameaça, entre outros. O fascismo denuncia o autor, longe de ser apenas um momento histórico vivo na Itália, na Europa (e no Brasil) do Século XX, é uma ameaça constante da nossa sociedade. Com 64 páginas, o livro é da Editora Record.


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