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Olimpia, 28 de Outubro, 2019 - 15:15
O livro Devoção de Patti Smith está nas livrarias!

Devoção
Por que escrevemos? De onde vêm as ideias para uma história? Como funcionam as engrenagens da inspiração e da literatura? Dividido em três partes, “Devo- ção”  vai refletir sobre questões como essas. O relato se inicia com uma viagem da autora Patti Smith a Paris. Percorrendo as "ruas abstratas de Patrick Modiano" e lendo uma biografia de Simone Weil, Patti Smith começa a esboçar um conto, que vai se materializar no segundo capítulo do livro – a história de uma jovem patinadora, sua jornada em busca de si mesma e de suas origens. Ao fim, Patti volta à cena e narra uma visita à casa de Albert Camus, na cidade de Lourmarin, onde depara com o manuscrito de “O Primeiro Homem”, romance inacabado do escritor argelino. "Por que alguém se sente compelido a escrever?", é a pergunta que nos acompanha até o fim. "Para dar voz ao futuro, revisitar a infância. Para dar rédea curta às loucuras e aos horrores da imaginação", Patti diz. E porque, afinal, "não podemos apenas viver".

 

Crocodilo
"Hoje, meu filho Pedro pulou da janela do seu apartamento". Assim começa o romance de Javier A. Contreras, um relato ágil e surpreendente sobre o suicídio e a angústia dos que permanecem. Ao contar a história dos sete dias que se seguem à morte de Pedro, o autor embarca em uma narrativa única, que aborda temas como a relação pai-filho, o caos do mundo moderno e as expectativas que nutrimos e frustramos no decorrer da vida. Com uma linguagem moderna e de ritmo fluido, os sentimentos de Ruy, pai de Pedro, são trazidos à superfície em um misto de raiva e desolação. Ao perder o único filho, Ruy reavalia não só sua relação com a paternidade, mas com todo o mundo a sua volta. Com 184 páginas, o livro é da Editora Companhia das Letras.

 

Cidade Porosa
Durante a década de 1990, o Rio de Janeiro ganhou o epíteto de "cidade partida", imagem ainda mais exacerbada pelos contrastes sociais e econômicos. No entanto, esse mesmo caldo cultural foi moldado por fronteiras porosas e encontros multiétnicos. Com base em uma ampla gama de fontes, como teorias urbanas, literatura, pintura, música popular e cinema, além de planos urbanos, censos, testemunhos orais, memórias, cartas e relatos de viagens, “Cidade Porosa” renova os estudos sobre o papel do Rio de Janeiro na formação da cultura nacional e sua importância para os principais debates globais sobre modernidade e práticas urbanas. Oferece ainda uma perspectiva original ao concentrar sua análise na Cidade Nova, área tradicional da cidade, desde sua criação, em 1811. Outrora conhecida como Pequena África ou Bairro Judeu, o bairro sempre foi uma referência importante para escritores, artistas, cientistas sociais pioneiros e visitantes estrangeiros – de missionários cristãos a Orson Welles. A Cidade Nova também desempenhou um papel central nas narrativas e mitos do Brasil como "o país do Carnaval" ou da "democracia racial". O que é aparentemente insular em “Cidade Porosa” se revela uma análise abrangente em que Bruno Carvalho cunha um novo conceito, o de porosidade, em vez dos já consagrados "sincretismo" e "miscigenação". Publicado originalmente em 2013 nos Estados Unidos, ganhou o prêmio Roberto Reis da Brazilian Studies Association no ano seguinte. Com 400 páginas, o livro é da Editora Objetiva.

 

Amazona
Publicado pela primeira vez em 1986, “Ama- zona” foi recebido com espanto pelo público. Este retrato transgressor sobre a libertação da mulher não só destoava da produção literária da época, mas acertava em cheio as questões políticas do país, que dava os primeiros passos em direção à transição democrática. O mito grego das mulheres guerreiras é a metáfora que conduz o livro, que narra a ascensão da bela Dionísia, uma típica esposa da classe média carioca, ao poder – primeiro como modelo de revista erótica e depois como uma proeminente figura política do Brasil dos anos 1980. Fazendo uso dos melhores artifícios da ficção, Sérgio Sant'Anna põe lado a lado o mais fino das ironias e digressões machadianas e os elementos vitais dos romances de folhetim – sexo, drogas, chantagens e intrigas políticas – e cria uma obra que permanece única mesmo depois de três décadas de seu lançamento. Com 304 páginas, o livro é da Editora Companhia das Letras.


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