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Olimpia, 11 de Fevereiro, 2019 - 09:14
O livro Maria Bonita chegou nas livrarias

Redação Infalível
Passar em uma boa universidade é o sonho de muitos, mas o vestibular tende a ser um momento cheio de tensão e nervosismo para os alunos. Em “Redação Infalível”, a jovem estudante Débora Aladim dá todas as dicas para quem quer arrasar na prova, construindo uma rotina firme de estudos e motivação. Criadora do canal do YouTube que leva seu nome e tem mais de 1,5 milhão de inscritos, Débora Aladim usa uma linguagem ágil e atual para conversar com o público jovem que precisa aprender os primeiros passos na organização dos estudos. A autora ensina a montar cronograma, priorizar e revisar matérias, e oferece uma ampla lista de temas que podem ser explorados pelo aluno em sessões independentes de estudo. “Redação Infalível” é uma arma inestimável para todos aqueles que querem fazer uma boa prova. Com 120 páginas, o livro é da Editora Objetiva.



Juca Paranhos, O Barão do Rio Branco
Nesta biografia do barão do Rio Branco, Luís Cláudio Villafañe G. Santos se contrapõe à visão convencional de Paranhos Júnior como intelectual distante, absorto em seus infindáveis estudos históricos. Aqui, a complexa e muitas vezes controversa trajetória pessoal do Barão — que buscou ativamente e com grande empenho reforçar a própria posição na diplomacia e na política — é apresentada dentro do contexto das grandes transformações vividas pelo Brasil e pelo mundo entre a segunda metade do Século XIX e o início do XX. Com 560 páginas, o livro é da Editora Companhia das Letras.



Noites Brancas
São Petersburgo, Século XIX. Um homem solitário vaga pela cidade noite adentro, deixando que o sentimento de cada rua, esquina ou calçada o penetre. Durante a caminhada, avista uma mulher aos prantos encostada no parapeito de um canal. Ao acudi-la, tem início um idílio fadado a se dissipar como a tênue claridade das noites de verão na Rússia. Quanto mais o anônimo narrador se aproxima da jovem Nástienka, mais parece se distanciar de sua melancólica vida anterior. Em quatro encontros, no entanto, a crescente intimidade dos dois personagens chega a um inesperado desfecho, quando a última noite por fim termina. A novela de 1848, tida como uma das obras-primas de Fiodór Dostoiévski no gênero breve, é acompanhada neste volume pelo conto "Polzunkov", escrito no mesmo ano, que mostra uma faceta mais caricata de um dos maiores autores da literatura russa. Com 112 páginas, o livro é da Editora Penguin Companhia.



Maria Bonita
Desde os anos 1990, a data de nascimento de Maria Bonita passou a ser celebrada no Dia Internacional da Mulher. Com o tempo, ela transformou-se em uma marca poderosa, emprestando seu nome a centenas de pousadas e restaurantes espalhados pelo Nordeste, salões de beleza, academias de ginástica, cerveja, pizza, assentamento rural, música, bandas de forró e coletivos feministas. Enquanto a companheira de Lampião viveu, no entanto, essa personagem nunca existiu. A cangaceira que teve a cabeça decepada em 28 de julho de 1938 era simplesmente Maria de Déa: uma jovem de 28 anos que morreu sem jamais saber que, um dia, seria conhecida como Maria Bonita. Nos anos em que viveu com Lampião e nos subsequentes à sua morte, despertou pouco interesse em pesquisadores ou jornalistas. E foi essa lacuna de informações sobre sua vida e a das outras jovens que viviam com o bando que contribuiu para que se criasse a fantasia de uma impetuosa guerreira, hábil amazona do sertão, uma Joana D’Arc da caatinga. Essa versão romântica e justiceira de Maria Bonita, rapidamente apropriada pela indústria cultural, tornou-se um produto de forte apelo comercial - e expandiu seus limites para além das fronteiras do sertão. Neste livro, Adriana Negreiros constrói a biografia mais completa até então daquela que é, sem dúvidas, a mulher mais importante do cangaço. De Adriana Negreiros, o livro 296 páginas, o livro é da Editora Objetiva.


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