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Olimpia, 14 de Maio, 2018 - 11:33
O livro Memórias Inventadas chegou nas livrarias

A Assombração da Casa da Colina
Vista por mestres como Stephen King e Neil Gaiman como a rainha do terror, Shirley Jackson entrega um livro perturbador sobre a relação entre a loucura e o sobrenatural. Sozinha no mundo, Eleanor fica encantada ao receber uma carta do Dr. Montague convidando-a para passar um tempo na Casa da Colina, um local conhecido por suas manifestações fantasmagóricas. O mesmo convite é feito a Theodora, uma alma artística e “sensitiva”, e a Luke, o herdeiro da mansão. Mas o que começa como uma exploração bem-humorada de um mito inocente se transforma em uma viagem para os piores pesadelos de seus moradores. Com o tempo, fica cada vez mais claro que a vida e a sanidade de todos está em risco. Com 240 páginas, é da Editora Suma de Letras.



Memórias Inventadas
“Memórias Inventadas” reúne três livros de Manoel de Barros de poesia em prosa. A ideia inicial proposta a Manoel era a de escrever as várias fases de sua vida, cada uma em um volume. Em 2003, ele publicou “Memórias Inventadas: a infância”. Depois do primeiro livro da série projetada, o poeta percebeu, contudo, que a escrita da memória, a memória do poeta, teria que ser sempre a escrita de uma infância — imaginária, sim, porém enraizada na experiência vivida. As três idades do homem seriam três infâncias. A infância é seu manancial permanente de inspiração e trabalho. Em 2006, saía “Memórias Inventadas: A Segunda Infância “ e, em 2008, “Memórias Inventadas: A Terceira Infância”. A Editora Alfaguara publica agora o conjunto, que possui notável unidade temática e formal. Na obra de Manoel de Barros, a dificuldade/originalidade de elaboração da linguagem é, paradoxalmente, revestida de extrema simplicidade. Esse é o segredo de seu sucesso popular e do apreço que os especialistas têm por sua poesia. O livro tem 112 páginas.



1968: O Ano Que Não Terminou (Edição Especial)
Neste clássico da não ficção nacional que já vendeu mais de 300 mil exemplares, o jornalista e romancista Zuenir Ventura conta, com a urgência das grandes reportagens e com a sofisticação da alta literatura, como transcorreu no Brasil o ano que, através do mundo, iria se tornar lendário por conta de manifestações estudantis contra o sistema. O famoso Maio de 1968 começou com dois meses de antecedência no Brasil. Mais precisamente em 28 de março, quando a PM invadiu o restaurante estudantil Calabouço, no centro do Rio de Janeiro, e matou Edson Luis Lima Souto, de 18 anos, com um tiro à queima-roupa no peito. A reação da sociedade civil à truculência da ditadura militar, no enterro acompanhado por 50 mil pessoas e na famosa Passeata dos Cem Mil, realizada em junho, estabeleceu a rota de colisão que culminaria com a decretação do nefando Ato Institucional nº 5 no dia 13 de dezembro daquele ano tornado mitológico. A partir dali, não haveria mais a encenação de democracia que vigorara desde o golpe de 1964: o governo do general Arthur da Costa e Silva deteria nas mãos todos os poderes e não se furtaria a usá-los, fosse cassando, exilando, prendendo ou até matando de forma clandestina. Vinte e um anos se passariam até que um presidente civil eleito democraticamente chegasse ao Palácio do Planalto – Fernando Collor de Mello, que também democraticamente, em 1992, seria impedido de governar pelo Congresso, acusado de corrupção – e a normalidade fosse restaurada na vida nacional. Com 328 páginas, o livro é da Editora Objetiva.



Escola Brasileira de Futebol
Por que o Brasil forma tantos jogadores? O futebol brasileiro é conhecido e admirado no mundo inteiro, mas, por algum motivo, a escola brasileira de futebol nunca foi registrada em nenhum livro. Paulo Vinícius Coelho, o PVC, analisa os diversos esquemas táticos utilizados por times consagrados e pela vitoriosa seleção brasileira, buscando entender como o futebol brasileiro evoluiu ao longo de décadas. A escola brasileira de futebol é uma mescla de estilos, alimentada por técnicos que fizeram história e que formaram jogadores históricos. O Brasil é, sem dúvida, o país do futebol, e por isso a sua escola precisa ser difundida, tanto pela bola nos pés quanto pelo conhecimento sobre sua teoria. Com 294 páginas, o livro é da Editora Objetiva.


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