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Ifolha

Olimpia, 05 de Fevereiro, 2017 - 15:19
Wilquem, Trump, Dória, Cunha, e quem mais vier

Do Conselho Editorial


Wilquem Manoel Neves, em que pese ter sido um dos prefeitos mais a­vançados a ocupar a prefeitura local, pela sua visão de longo alcance, premiando obras criticadas a época e que o tempo provou ter sido sensatas.

Uma delas, e talvez a que mais criou polêmicas no período foi a ponte cons­truída próximo a Câmara Municipal de Olím­pia, com vistas a desviar o Ribeirão Olhos Dágua e tentar combater as enchentes.

A ponte, como não poderia deixar de ser, acompanhando o projeto, foi construída distante do cur­­so do rio, o que deu mar­gens a seus opositores a que levassem a efeito severas críticas ao então prefeito por ter construído uma ponte no seco.

Advogado por formação, em uma das melhores faculdades da época, com discurso bem elaborado e voz potente, costumava enfeitiçar seus seguidores com sua habilidade discur­siva, tanto que ganhou o apelido de Leão do Vale.

Afora suas qualificações políticas e discursos contundentes, era favorável a alguns efeitos populistas para estar em evidência.

Socorria-se e bastante das então tradicionais visitas de surpresa à moda do que o também populista Jânio da Silva Quadros se valia.

Vez em quando uma o­bra ou secretaria eram visitados de “surpresa” pelo prefeito que veio a sentir-se mal durante uma viagem no governo do então demagogo e populista Paulo Salim Maluf.

Wilquem deixou marcas de sua administração e de seu populismo que perduram até hoje, passados tan­tos anos e a história se repete.

Porém, não parece que seja característica deste ex-prefeito, nem de Jânio, nem de Maluf, estimular ações que os colocavam em evidência. Muitos outros fizeram o mesmo, tendo, inclusive, o ex-prefeito do Rio, Cesar Maia, criado o termo factóide para se referir a estas intervenções de extremo mal gosto e que muitas vezes nada têm a ver com a realidade, sendo mais exibição de ego que ações de governo.

Donald Trump tem excedido a raia do normal em suas intervenções, deixando em polvorosa o mundo econômico que tem os Estado Unidos como norte e este tem sua liderança ameaçada no mundo em razão dos exageros de Trump.

A previsão de quedas de vendas e busca de outros destinos já preocupa o setor de turismo americano. Em razão das primeiras medidas, a indústria prevê que a possibilidade de cres­cimento diminui em razão da retaliação desenvolvida por Trump a vários países, isolando, em parte, a nação americana do mundo dos negócios.

A diplomacia brasileira já dá sinais de que poderá vir ter com o atual mandatário da Casa Branca.

Em São Paulo, o almofa­dinha mal resolvido que veio do mundo dos negócios atrelado ao televisivo parece ter transformado o cargo de primeiro mandatário da maior cidade do Brasil em um reality show de quinta categoria.

As extravagâncias são tantas que chega a parecer patetice ao cubo e vão de sentar-se em cadeiras de rodas para ser fotografado de forma a constranger até seus correligionários, a apagar grafites que tinham reconhecimento no mundo pela qualidade apresentada.

O Brasil tem presença no Guinnes em razão dos seus grafites.

E o prefeito Dória como um belo pavão vai exibindo suas plumas na tentativa de esconder seus pés horrorosos que até agora não sinalizaram que São Paulo vá dar algum passo significativo na direção do seu futuro.

Por aqui, Cunha, repete, aquece a mesma prática que é anterior a Wilquem, que teve uma certa elegância na decadência dos gestos e vai conduzindo a mesmice como a montar uma fábrica de factóides para distração geral.

Como não há bem que sempre dure nem mal que nunca termine, necessário lembrar que Trump está em queda livre e já se manifesta parte ilustrada da população americana de forma favorável a seu impeachment, sem contar que aumenta sua reprovação junto ao eleitorado.

Dória, por sua vez, como Trump, que acredita no Deus Mercado em detrimento da insatisfação da população para quem deveria administrar, continua com ações sem conteúdo pragmático do ponto de vista administrativo e começa a colher frutos de sua insensatez vendo crescer significativamente a rejeição ao seu nome junto a população.

Cunha, cujo marketing negativo não tem a qualidade do de Trump, nem de Dória, repetindo o ma­is do mesmo, não consegue se deslocar do lugar comum que a própria ideia da repetição provoca, e de prefeito recentemente eleito parece que ocupa o vácuo dos que foram sem ter sido.

Nada impactante, as ações do atual mandatário, a continuar sem demonstrar que está com as rédeas nas mãos e consciente do que a cidade precisa, já, já começarão a ser contestadas de forma ma­is radical, pois os factoides têm o condão do superficial e não constroem uma imagem segura que crie o espectro de confiança e da credibilidade.

 
Ifolha

Olimpia, 15 de Abril, 2018 - 20:27
Ode a uma respeitável balzaquiana

Do Conselho Editorial

Seria, fosse o caso, motivo para se debruçar sobre as palavras e seus significados mais intensos para se compor uma ode em seu louvor, para manifestar o carinho pelos encontros e desencontros, caminhos e descaminhos promovidos pela poesia de estar intimamente ligada a esta venerada senhora que comemora idade nova.

Sim, merecedora de um poema lírico composto de estrofes de versos com medida igual, sempre de tom alegre e entusiástico pelo tanto que produziu de angustiosa felicidade a alguns.

Há de se notar, porém, que alguns, que em tempos outros por ela se enamoraram, trazem embutido no peito a tristeza e o ódio de não ter conseguido dominá-la como era a pretensão e objetivo.

Importante notar que sua vida sempre foi composta pelas diferenças e indiferenças tracejadas na composição do dia.

Lágrimas foram derramadas, sorrisos bailaram ao sabor do tempo e muito suor rolou para que estivesse sempre na hora exata ao lado dos que a cortejaram como fonte de esclarecimento de suas dúvidas.

Nasceu ciente e consciente de que seguiria pela vida afora desafiando e afrontando os que se colocavam convictos de que poderiam algemá-la à corrente de seus pensamentos, anulando-a para o estar influenciando a que muitos compreendessem o que é ser liberto para si e para o mundo.

Desde o nascedouro assumiu a postura de ser aquilo que deveriam ser todas as coisas que vieram para ser o que são sem se desviar da estrada um milímetro sequer.

Nisto reside sua beleza e feiura, dependendo do olhar de quem olha ou como olha e para isto sempre se preparou, sem adornos ou maquiagem que a tornasse aquilo que nunca foi ou será.

Foi criança e jovem, tida e havida pelos acomodados e autoritários como rebelde, irascível, intolerante, incapaz de negociar a paz dos desejos de consumo dos poderosos e reconhecida pelos humanos pretendentes da seriedade e da relação eterna com a verdade como musa de seus sonhos e projetos de vida feliz e digna.

Cultivou e cativou amores e ódio como ainda hoje entrada em décadas cultiva esta linda balzaquiana que assopra trinta e oito velas de rebeldia e de entrega à notícia e as imparcialidades.

Nossa velha, sempre e eternamente jovem, que renasce todo final de semana comemorou seu trigésimo oitavo ano no último dia 03 de abril incomodando aos que se incomodam quando desejam ocultar a notícia e sendo amante amada dos que sabem que aqui doa a quem doer o que é notícia é publicado.

Se merece parabéns quem deve dizer são seus leitores e assinantes e anunciantes; por eles esta Folha da Região vive e resiste há exatos 38 anos suportando críticas sem se render aos poderosos de plantão, e assim será por todo sempre, enquanto existir.

Grata aos que carinhosamente estimularam e estimulam a que a luta continue, lendo, assinando, anunciando, desta forma continuará esta Folha a cumprir a missão a que veio, bem informar, não empurrando nada para debaixo do tapete e tendo como lema noticiar o que for do interesse do leitor e da sociedade, doa a quem doer.


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