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Olimpia, 07 de Julho, 2019 - 17:18
Olímpia e Santa Casa associações que ninguém queria

Do Conselho Editorial

 A frase de Karl Marx “a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”, nunca foi tão atual em Olímpia como agora.

Os de boa memória irão se lembrar de que a Santa Casa de Misericórdia de Olímpia e o Olímpia Futebol Clube em um determinado momento estiveram a ponto de colocar um ponto final nas suas atividades.

Traduzindo: afundados em dívidas e dúvidas tanto um quanto outro não encontravam quem se dispusesse a enfrentar as dificuldades que apontavam com o cenário desolador nas duas entidades.

O Hospital, no período que antecedeu a ascensão de Geninho ao poder, sob a batuta de um indicado do governo Carneiro, encontrava-se em situação desesperadora, tanto que não havia interessados na disputa pela provedoria da instituição.

O Olímpia FC, anos depois, sendo Geninho governante da cidade, encontrava-se em situação idêntica, sem que alguém se prontificasse a presidi-lo.

Na Santa Casa, por homologação, assim como no Olímpia dois nomes se apresentaram para que continuassem atuantes.

Na Santa Casa após a recuperação do hospital que saiu da condição de dificuldades para a lista das melhores Santa Casa do Estado de São Paulo, um golpe ditatorial levado a efeito pelo grupo de Ge­ninho tirou a fórceps a provedora e colocou no lugar o interventor Gustavo Pimenta. 

O que era solução para o hospital hoje se percebe foi uma aventura irresponsável que respinga nos resultados desastrosos que a saúde pública enfrenta até os dias de hoje.

O Olímpia FC, assim como a Santa Casa, também conseguiu se manter vivo até os dias de hoje.

Ao que tudo indica o “modus operandis” do grupo de Geninho como na farsa levada a efeito na Santa Casa, parece querer se repetir no Olímpia Futebol Clube.

A impressão que se tem, por se apresentar agora um membro do staff de Pimenta como candidato a presidência e que foi exonerado recentemente de cargo em comissão na Câmara pelo atual pre­si­den­te tanto do Olím­pia quanto do Legislativo, é a de que o ex vice-prefeito genial estaria, de certa maneira, tentando intervir no Olímpia FC.

E a palavra intervenção cabe ao caso, pois coincidência ou não, a se confirmar a atual, as duas intervenções guardam semelhanças que caminham muito mais na direção da politicalha do mais baixo nível do que na busca de solução para a estabilidade e continuidade dos trabalhos destas entidades.

O que houve de desastroso no hospital que passou por uma intervenção por questões eleitoreiras, hoje se sabe, o que poderá ocorrer no Olímpia se saberá no futuro, esta a razão da irresponsabilidade e visão de terra arrasada para atuar pensando no interesse individual e não no coletivo.

Na Santa Casa, quase ao final do mandato da provedora se alegava situações graves que colocavam em risco a saúde pública e a própria sobrevivência do hospital, questões que tudo indica permanecem até hoje.

No Olímpia, o que se mostra, pela indelicada pressão pela saída do presidente do clube quase ao final do seu mandato, em razão de uma possível futura parceria que não se sabe com quem é.

Como é início da disputa eleitoral, aquecimento para as disputas do ano vindouro, o que se entende é que pode estar se intentando como no caso do hospital é a fritura do atual presidente do clube, que está polarizando com Pimenta nos embates da Câmara, como se existissem dois grupos políticos em Olímpia, cada um representando um deles.  

Necessário notar que a candidatura em momento algum pode ser questionada, sendo direito do pretendente e de quem estiver habilitado para tanto, no entanto, estando ela atrelada a exigência da saída antecipada do atual presidente evidencia-se ou pretende-se evidenciar que o mesmo é prejudicial ao clube no final de seu mandato.

Partindo de um candidato que foi demitido, caso que encontra-se “sub judice”, do cargo que exercia na Câmara Municipal, pelo presidente do Legis­lativo que é presidente do Olímpia, a sensação que se tem é a de que a disputa é política com cheiro de retaliação.

E se for, como diria Karl Marx, “a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa” e esta é segunda vez que o grupo representado por Pimenta repete a farsa, cujos resultados na Santa Casa se revelaram como tragédia.

 


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