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Olimpia, 12 de Novembro, 2017 - 23:56
Pacientes reclamam do atendimento na Unidade Básica de Saúde do Campo Belo

Os usuários que utilizam os serviços prestados pela Unidade Básica de Saúde (UBS) Dona Dalva Fernandes Moreda Ayus­so, Campo Belo/Paulista, na zona leste de Olímpia, principalmente os pacientes que necessitam de médicos que atendem em clínica-geral, estão reclamando do atendimento que tem recebido naquele local. Inclusive, entendem que são poucos os médicos. Além disso, se queixam também do sistema de marcação de consultas que foi implantado pela Secretaria Municipal de Saúde.

Nesse sistema, as consultas estão sendo a­gen­dadas apenas nas sextas-feiras para todos os mé­dicos, que vão atender na semana seguinte. No entanto, os reclamantes dizem que há somente marcações para um médico de clínica geral.

Dizem que há falta de mé­dicos nessa UBS e que um dos que atendia no local foi transferido para a UBS do Jardim Santa Ifigênia, na zona norte da cidade, deixando uma lacuna aberta.

Por isso, inclusive, estaria gerando grande fila não apenas para marcação de consultas, mas também de possiblidade de a­gen­dar ou não o atendimento, dependendo de haver ou não vagas para não ficar dependendo da ausência de outro paciente já a­gen­dado. Outro problema é que há informações de que idosos têm ficado sem con­sulta.

Tem ainda a situação do médico de saúde da família, que não poderia atender as demandas que vão à UBS. Mas esse sistema atende somente as partes mais carentes do Jardim Santa Fé e do Jardim Harmonia.

Além disso tudo, tem a questão das pessoas que, depois de agendar as consultas, como o médico que atende vai atender às 7 horas, esses pacientes que chegam antes das 7 horas, são obrigados a ficar esperando na rua, inclusive formando uma grande fila. Algumas dessas pessoas, segundo a reportagem verificou, chegam até mesmo antes das seis para serem atendidas pelo médico agendado.

No local, a reportagem ouviu reclamação de pacientes que eram atendidas por outro médico, dizendo que nem mesmo conheciam o profissional que os atenderiam naquela data. “Eu não conheço o médico que vou passar”, queixou-se uma idosa que pediu para não ser identificada.

Saúde diz que sistema testado não deu certo e que já alterou

Da redação com assessoria

Através de nota encaminhada à reportagem desta Folha, a Secretaria Municipal de Saúde esclareceu que a Unidade Básica de Saúde (UBS) Dona Dalva Fernandes Moreda Ayus­so, Campo Belo/Paulista, que atende a moradores da zona leste de Olímpia, possui 2 (dois) médicos clínico-geral, com uma oferta de 192 consultas por semana.

Com relação ao agen­da­mento de consultas, informa que “foi feita uma experiência de marcação de consultas apenas às sextas-feiras, devido ao grande número de pacientes faltantes em consultas a­gendadas, o que prejudicava o atendimento médico e outros pacientes que a­guardavam encaixe.

No entanto, segundo a nota, “a medida não apresentou os resultados esperados e as consultas voltaram a ser marcadas todos os dias, com acompanhamento intensificado da UBS para mini­mi­zar o número de falta dos pacientes”.

No que se refere à transferência de um médico clínico-geral para a UBS do Jardim Santa Ifigênia, na zona norte da cidade, “o mesmo foi transferido de unidade porque se aposentou do vínculo estadual e teve sua carga horária reduzida para 20 horas, o que é insuficiente para a UBS do Campo Belo, que necessita de um médico com carga de 40 horas para atender a Estratégia de Saúde da Família (ES­F), na qual foi alocado um médico cubano com a referida disponibilidade.

Como essa unidade não é 100% coberta por ESF, há um médico clinico geral que atende a outra demanda, que, caso não seja suficiente dentro da semana, há a flexibilidade do médico da ESF atender outra área também.

Por fim, a secretaria ressalta ainda que o horário de abertura da UBS é às 7 horas, não havendo a necessidade do paciente chegar antes desse horário, mesmo porque não prevalece o horário de chegada, mas a idade do paciente.


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