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Olimpia, 08 de Janeiro, 2018 - 16:40
Pensando na velhice do seu bichinho de estimação

Os animais sempre foram companheiros dos humanos desde sempre. Atualmente, ter um animal de estimação é fashion, muito mais fashion ainda é frequentar pet shops para comprar brinquedinhos, roupinhas, xampus, perfumes e uma série de acessórios; alguns necessários à boa saúde do bichinho outros nem tanto assim.

De fato, cachorros e gatos se transformaram nos grandes companheiros das crianças, dos idosos e toda a família. Alguns deles são mesmo tratados como membros dessa família e como tal merecem todo o cuidado e atenção que seriam dispensados a qualquer membro humano da mesma.

Infelizmente, existe uma realidade muito cruel. O cachorro e o gato só têm graça enquanto são filhotes ou enquanto são capazes se brincar e saltar. Quando ficam velhos, não enxergam bem, têm dificuldade para chegar ao lugar onde estavam acostumados a fazer xixi e coco e acabam fazendo isso no chão, passam a ser um estorvo. Bom, não é muito diferente do tratamento que algumas famílias dispensam aos seus idosos humanos.

Por isso, antes de pegar um filhote, pense sobre isso.

Futuros donos de animais de estimação, ao se encantarem por carinhas meigas e fofas e adquirirem um pet ainda filhote, raramente se dão conta de que cães e gatos também ficam velhos. Ainda que as fases de crescimento e de vida adulta sejam fundamentais para uma velhice saudável, é importante que os donos estejam atentos quanto às limitações e as necessidades na "melhor idade" dos pets, fase que requer cuidados especiais.

Como nos humanos, na fase senil, há queda na atividade metabólica do organismo de cães e gatos. Os animais reduzem a atividade física, os dentes ficam enfraquecidos e muitas vezes aparecem doenças geriátricas, como artrites e artroses.

Os veterinários explicam que a alimentação de um animal idoso é o primeiro cuidado a ser adotado pelo dono. Além de um alimento mais tenro, de fácil mastigação, uma alimentação balanceada, condizente com o gasto energético do pet, é indispensável para que o animal não ganhe peso. Na velhice, os animais tendem a apresentar uma diminuição da massa muscular e muitas vezes tornam-se obesos, mostrando a necessidade de alimentação com uma quantidade adequada de proteínas de alta qualidade para minimizar as perdas das reservas de proteína do organismo.

A aparição de placas bacterianas e de mau hálito, além da perda de dentição também é muito comum durante a velhice, podendo dificultar a ingestão dos alimentos e, em casos mais graves, ser a causa da anorexia. Por isso, é importante o proprietário realizar a escovação dos dentes do animal ou uma vez por ano levá-lo ao veterinário para prevenir a formação de tártaro.

Outro cuidado, para prevenir a progressão das mudanças metabólicas naturais, resultantes do processo de envelhecimento, é a prática de atividade física. Os exercícios contribuem para manter o tônus muscular dos pets e favorecem a circulação do sangue. 

Valer-se de paciência e atenção, além de dispensar uma parte do tempo para brincar com o pet, também pode prevenir problemas comportamentais, como resistência a mudanças da rotina diária ou mesmo a depressão. Cães, ainda mais do que gatos, são animais de grande sociabilidade e gostam de ter companhia.

O dono precisa estar atento para qualquer sintoma que fuja ao equilíbrio fisiológico do pet seja rapidamente diagnosticado. Para isso, a medicina veterinária tem desenvolvido produtos cada vez mais completos para o bem-estar dos pets também na velhice. Os cuidados recebidos desde a infância são determinantes da expectativa de vida dos animais. Por isso, ao adquirir um cão filhote, é bom ter em mente que o animal também vai envelhecer e requerer cuidados geriátricos para viver mais. Estar disposto a ter esse amigo fiel significará cuidar dele quando ele mais precisar, na velhice.


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