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Olimpia, 06 de Setembro, 2020 - 17:23
Pesquisas, fraudes e como Flávio Olmos é previsível

“Como Olmos se achou no direito de atribuir
de forma subjetiva a Cunha a responsabilidade
da pesquisa divulgada pelo SBT, não irá
se melindrar se desconfiarem, como estão
desconfiando, de sua participação nesta
pesquisa que até melhor juízo
é
considerada fraudada.”

Do Conselho Editorial

O vereador e pré-candidato a vereador chega a chocar qualquer cérebro maior que uma ervilha e que pense mais que uma galinha choca de tão previsível que parece ser.

Sabe-se por antecipação que não terá condições de governar uma cidade exatamente pela previsibilidade de suas ações e pelo tanto que copia modelos superados.

Caso seja eleito poderemos ter a crônica de uma morte anunciada. O mandato pior do que o feijão com arroz sem sal que fará desta cidade um lugar atrasado e repetitivo como as ações que tem levado a efeito.

Este jornal, no dia 05 de julho, no editorial Eleições, pesquisas e as guerras de versões, contou que Flávio, criador de Fake News e gerente do Escritório do Ódio, andava com uma pesquisa debaixo dos braços a exibir pelas ruas da cidade.

Que esta pesquisa, que podia se chamar de mentirosa, por não ter registro na Justiça Eleitoral, colocava sua candidatura na dianteira de outras pré-candidaturas.

E que, coincidentemente, em u­ma emissora local que rasga elogios, possi­vel­men­­te por simpatia, ou por outras desconhecidas razões ligadas a Flávio, divulgou pesquisa com resultados idênticos aos apresentados na pesquisa fake exibida pelo vereador. 

O Editorial discutia a pesquisa do SBT cujo resultado tanto incomodou Olmos e o seu Gabinete do Ódio por colocar Cunha na dianteira da disputa.

O SBT contratou o Instituto Paraná e não se sabe por que razões, motivações ou interesses, iniciou uma jornada de pesquisas por cidades da região, que estranhamente só fez aquela pesquisa duvidosa e parou por ai.

Flávio, insatisfeito com o resultado, jogou suspeitas sobre a pesquisa realizada pelo Instituto Paraná. As mesmas suspeitas que rondavam nos bastidores sobre as pesquisas que frequentou por dias su­as axilas e foram dedilhadas por muitos a quem pretendia provar seu desempenho eleitoral.

Urrou, berrou, miou, piou que a pesquisa não era confiável, não tinha base na realidade e o editorial retratou sua fúria e a de seus comandados do gabinete do ódio.

O Editorial reconhecia que, em alguns aspectos, Flávio possuía razão em relação as dúvidas que a pesquisa deixava no ar e aconselhava:

“Resta como alternativa ao Flávio contratar um Instituto de Pesquisa com cre­di­bilidade para uma pesquisa e buscar um canal de Televisão com o alcance do SBT dando continuidade a­o duelo de pesquisas duvidosas com Cunha”.

O texto, para além de irônico, tinha um não se sabe o que de futurologia ou, conhecendo o excesso de lugar comum a que a vidinha política de Flávio transita, elencava seu próximo passo.

Oriundo da nova velha e ultrapassada política, com todos os vícios que ela contém e alguns adquiridos nesta onda de polarização e ódio que toma conta do país, não saberia fazer outra coisa que não repetir velhos e condenáveis hábitos de raposas políticas de unhas curtas que frequentam galinheiros.  

Aliado à velha emissora que tantos processos respondeu na justiça eleitoral, que lhe dá espaço e aos seus apoiadores, onde foi divulgada a primeira pesquisa sem registro na justiça eleitoral, foi divulgado, como esperado, a pesquisa que o editorial previra.

Coincidências que a bola de cristal do editor deste jornal não consegue compreender, assim como não compreende porque o SBT não continuou sua série de entrevistas na região.

Mas, entender determinadas coisas é um processo que, como a própria história propõe, leva séculos e séculos de estudos para depois se concluir que o objeto da análise está tão distante que qualquer afirmativa é arriscada.   

Lógico que Flávio Olmos estava em primeiro lugar, senão não teria graça e lógico que seus apoiadores em júbilo divulgassem mesmo não contando com uma emissora da envergadura como o SBT, coisinhas da fragilidade da campanha.

No entanto, como diria Chaves: “Não contavam com minha astúcia!” e o oponente Cunha, ao contrário de Flávio e sua imensa insensatez e imaturidade não foi boquejar nas redes sociais, buscou a justiça eleitoral e a pesquisa a princípio virou fraude.

Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo e Olmos nem bem começou e está na hora de mudar de fraude se comprovada for e se houver seu envolvimento.

Neste mesmo semanário, que previu o sangrento duelo de pesquisas duvidosas ente Olmos e Cunha, foi noticiado que a Justiça Eleitoral proibiu a divulgação da tal pesquisa por conter indícios de que seu resultado seja fraudulento.

Como Olmos se achou no direito de atribuir de forma subjetiva a Cunha a responsabilidade da pesquisa divulgada pelo SBT, não irá se melindrar se desconfiarem, como estão desconfiando, de sua participação nesta pesquisa que até melhor juízo é considerada fraudada.

E desta maneira o que serviria de material de campanha, de agenda positiva, pode ter culminado em um desgastante pesadelo e, se por acaso forem confirmados os indícios da fraude, Olmos terá muito que se justificar durante a campanha eleitoral.

Depois desta manjada estratégia barca furada Chaves diria.   

“Dá zero pra ele!”.


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