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Olimpia, 26 de Outubro, 2020 - 19:24
Pimenta promete aproximar a administração da população, uma nova UPA e internet para todos

PLANEJAMENTO!
Tentou profissionalizar a gestão, mas
esqueceu da humanização. Poderíamos estar mais unidos.

Embora também tenha des­tacado a necessidade de geração de emprego e renda, o ad­vogado e vereador Gustavo Pimenta, do PSDB, o primeiro candidato a ser saba­tinado no programa Cidade em Destaque, na segunda-feira, 19, elegeu a necessidade de promover a aproximação entre a administração e a população co­mo o principal problema que a cidade enfrenta atualmente e que precisa ser resolvido.

Gustavo respondeu as perguntas sobre os vários setores da administração e também as formuladas pelos internau­tas através do “Facebook” e do Youtube. Para gerar emprego e renda ele propôs o incentivo ao agronegócio e um levantamento preciso dos setores da indústria, comércio e turismo para poder estabelecer um planejamento mais decisivo de como interagir para conseguir resultados.

Dentre suas promessas está terminar aquilo que não for concluído na atual administração e a construção de uma nova UPA, além de promover a inclusão digital com pontos de internet em vários locais públicos da cidade.

Veja um resumo da sabatina.

Quem é o candidato e por que está candidato? 

— Nasci em Olímpia, sou advogado e em 2008 entrei na política, sendo eleito por dois mandatos para vice-prefeito e cheguei a assumir a prefeitura por mais de 70 dias. Depois, me elegi vereador e fui presidente da Câmara e não tenho nada que me desabone, diferente de jovens que estão entrando na política e já estão fazendo errado. Toda semana vejo minha candidatura sofrendo represálias de um grupo que não tem experiência e pode prejudicar nossa cidade. Isso tudo vai contrário à política que quero fazer. Hoje o principal desafio da minha campanha tem sido combater esses fakes.

Qual o principal problema de Olímpia? E como espera resolver? 

— Sou candidato de oposição. Hoje, o principal problema de Olímpia é a atual administração. O resto é composto por problemas pontuais dentro da Daemo, da Prodem, na Educação, na saúde, onde estão dando umas trombadas. Vejo também muitos prédios públicos alugados. Mas o mais grave é esse distanciamento da administração com a população, que eu vou resolver se eu ganhar. Tentou se profissionalizar a gestão, mas esqueceu da humanização. Acredito que se tivéssemos esse olhar, a autoestima do olimpiense estaria melhor, estaríamos mais unidos.

Como não depender só do turismo?

—- Hoje o turismo é o carro-chefe, mas temos que pontuar que o agronegócio que sus­tentou a cidade nessa pan­demia. Esses pequenos comércios que sustentaram a cidade. Eu vejo que nós temos que fortalecer a questão do agro­negócio que é uma fonte de renda na cidade, nós temos uma grande usina com sede na nossa cidade, precisamos resgatar essas famílias tradicionais do agronegócio pra voltar a investir em nossa cidade.

A favor ou contra ao subsídio do transporte e a privatização da Daemo?

— Não acredito na privatização da Daemo, acho que nenhum prefeito em sã consciência vai propor um projeto desse pra Câmara. O Daemo precisa ser reestruturado e motivado, é uma autarquia que precisa ser autossustentável. Senão vai ser um monopólio, pois a cidade vive da água. E aí quem é dono da água vai ser dono da cidade? Isso está fora de cogitação. Tem que motivar os funcionários, abrir mais concursos, diminuir terceirizados, cobrar uma contribuição maior dos empreendimentos que usufruem mais para que o morador pague a água mais barata do Brasil.

— Sobre o transporte público, a situação é complicada. Nós temos motoristas por aplicativos, outras alternativas, a gente tem que ver o que é rentável para a empresa. Eu vejo que a Prefeitura então poderia assumir algumas linhas, as que dão prejuízo para a empresa, e o resto que tem mais demanda ela licita para a empresa. Agora, dar subsídio também não.

Quais os projetos para a área da Saúde? 

— A saúde não para, independente de quem ganhar. No dia 1º de janeiro a UPA tem que funcionar, tem que ter remédio. Eu acho que tem que tirar a farmácia aqui do centro, uma que o aluguel é caro e eu acho constrangedor pra pessoa que precisa de medicamento ter que se expor aqui no centro. Nós teríamos que ter outra UPA ou outro pronto-socorro para atender pacientes de fora e deixar uma exclusiva para os olimpienses. Outro problema é a hemodiálise, mesmo com a pandemia isso não podia ter parado porque as pessoas precisam. Nós precisamos continuar.

O que planeja fazer na área da educação?

— Vamos terminar as escolas que estão em obra, antes de construir outras e se precisarmos, abrir mais salas para receber a demanda. E temos também que motivar o professor para que ele cative o aluno, fortalecer essa inclusão social pra que o aluno não abandone a escola, e também fazer o Plano de Carreira. Também pretendo acabar com os ACT, queremos fazer mais concursos, tem muitos professores se aposentando.

— Agora o sistema de internet que ficou patente a necessidade na pandemia, acho que tem que ser investido mesmo, não tem outra forma. A Prefeitura vai ter que passar esses equipamentos para as famílias. Você tem que ter a cidade com pontos de internet públicos na cidade inteira.

Quais as propostas para o setor de emprego e renda?  

— O carro chefe nosso hoje é o Turismo, mas temos que motivar o agronegócio. O que vou fazer a partir de 1º de janeiro é visitar as empresas do distrito industrial, fazer um cadastramento do potencial de geração de emprego deles e planejar o setor. O comércio está muito sofrido em relação a esse abre e fecha e falta de planejamento. Precisamos também voltar a visitar as propriedades rurais, ver se precisa de um caseiro, de um motorista de caminhão, é fazer esses levantamentos. E no setor de hotelaria, que é a indústria que não polui, é conversar sobre esse potencial de estar absorvendo a mão de obra.

— É preciso capacitar a mão de obra. Fazer com que o jovem tome um rumo e não só faça bicos. Se ele não se profissionalizar, vai ficar fora do mercado de trabalho.

Qual o seu projeto para o turismo?

— Hoje o turismo caminha sozinho. O poder público não pode atrapalhar o turismo. Hoje temos um turismo forte e uma cidade fraca que depende do turismo. Então, temos que igualar a cidade com o turismo. A Prefeitura pode ajudar mais o turismo com uma questão de marketing, fazer o arroz e feijão pra deixar a cidade aconchegante pra divulgar. Então, hoje, a ferramenta que a prefeitura pode tá ajudando é conhecer o que tem na cidade, saber as rotas que ele pode fazer, não podemos obrigar o restaurante a abrir a noite se ele abre no almoço, temos que movimentar a praça, trazer o turista pro centro. Então tudo tem que ser analisado.

— A cidade só investiu ali no Vale do Turismo, temos que investir no turismo rural, as capelas, gruta do índio, cachoeira, as histórias de nossa cidade. Isso sim depende do poder público, mas precisa preparar a cidade pra isso. Precisamos também envolver essa parte artesanal que está faltando.

Quais as propostas que pretende implantar na área do Meio Ambiente?

— A questão do meio ambiente tem que começar pela motivação da parte agrícola. Essa questão de incêndio é lamentável e Olímpia já estava na hora de ter uma brigada específica de combate a incêndio. Temos também um projeto de arborização nos bairros, mas dependem da conscientização dos moradores que às vezes não querem porque diz que vai virar ponto de droga. Não podemos deixar de plantar, mas temos que cuidar da segurança. Essa conscientização tem que ter.

— O sistema de tratamento de esgoto não suporta o crescimento da cidade. Acredito que só trate 70%. Hoje temos o projeto de fazer outra lagoa de tratamento no Santa Fé. A atual gestão também tem esse projeto, mas tem que concretizar. Olímpia pra se manter estância tem que ter 100% de esgoto tratado e despoluir o rio. Esse vai ser um dos grandes desafios.

Considerações finais.

— Para concluir, na questão de geração de emprego, eu tenho uma proposta de condomínio de empresas que prestam serviço para a Usina Cruz Alta. A prefeitura poderia adquirir a área, oferecer estrutura de água, esgoto e portaria. Acredito que faz uns 06 anos que elaboramos este projeto, por isso, eu falo em recadastrar as empresas que estão no Distrito, podemos resgatar isso como geração de emprego e renda.


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