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Olimpia, 31 de Março, 2019 - 18:16
Prefeitura faz higienização em salas de creche para evitar avanço da síndrome mão-pé-boca

A prefeitura de Olímpia, através das secretarias da Saúde e da Educação, promoveram na quinta e na sexta-feira desta semana, 28 e 29, a higi­enização de salas da creche Narizinho para evitar o avanço da síndrome mão-pé-boca.

Inicialmente a prefeitura publicou, também no Facebook, um alerta para a população sobre mais este vírus que provoca lesões nos pés, mãos e bocas, como feridas avermelhadas devido a postagens que começaram a surgir na internet do surgimento de casos.


Sobre a higienização, a assessoria de imprensa confirmou que a Vigilância Epide­mi­ológica recebeu informações sobre ocorrência de crianças em uma única creche com sintomas da síndrome mão-pé-boca, tendo dado início à investigação dos casos, uma vez que a doença, que se trata de uma infecção causada por vírus, não é de notificação compulsória (o­bri­gatória). Assim como forma de prevenção, o município está orientando as equipes das escolas municipais e os pais sobre os sintomas e os cuidados básicos.

No comunicado também é informado que na quinta e na sexta-feira, quatro salas da creche, que tiveram algumas crianças com os sintomas, passaram por uma higienização com limpeza do espaço, dos móveis, brinquedos e, entre outros objetos, sendo que as demais salas da escola funcionaram normalmente.

PODE PEGAR EM ADULTOS

Em outro comunicado foi postado: “Visando informar pais de crianças e os moradores em geral, as secretarias de Saúde e de Educação estão realizando ações de orientação sobre os sintomas da síndrome mão-pé-boca, uma doença infecciosa, que geralmente ocorre no verão, causada por vírus, e atinge, principalmente, menores de 5 anos, mas também pode acometer adultos”.

E continua: “Assim, a orientação é para que a população fique atenta aos sintomas inicias que são aparecimento de febre, em torno de 38ºC, dor de garganta, mal-estar e perda de a­petite. Após estes sintomas, surgem lesões nos pés, mãos e bocas, como feridas avermelha­das”.

Apesar de não se tratar de uma doença grave, a infecção é contagiosa e pode ser transmitida pelo contato com as secreções das vias respiratórias, das feridas ou fezes dos pacientes. Ainda não existe vacina contra a doença, por isso, em geral, como ocorre com outras infecções por vírus, ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, na maior parte dos casos, tratam-se apenas os sintomas. O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem.

“Desde o ano passado, os diretores das escolas estão recebendo orientações da secretaria de Educação, com apoio da Saúde, sobre os procedimentos a serem adotados caso sejam identificadas crianças com os sintomas, como o afastamento da sala de aula para evitar o contágio e também a limpeza do ambiente escolar. Outra indicação é que ao perceber os sinais, os moradores devem procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência para iniciar o tratamento”, conclui o comunicado.

OS PRINCIPAIS COMENTÁRIOS:
Gislaine Samuel, confirmou as informações da prefeitura; “Sim, na creche onde minha filha está, já tinha criança. Ligaram até para buscar porque a secretaria da saúde vai higie­nizar a creche”.

Ester Aparecida: “Minha filha teve faz uns 15 dias e muitas crianças da mesma escoli­nha também”.

Daya Crys: “Tem sim. Meus dois filhos pegaram. O de 4 a­nos ficou horrível. Uma febre de 40 graus que nada cortava. Ficou quatro dias com febre”.

Kelly X Eduardo: “Muitos casos na escola do meu filho. Pediram até pra não levar pra escola. Mas nós que trabalhamos o que fazemos?”.

Sueli Tobias: “Tem sim. Minha sobrinha estava. Tem que ficar atento aos sintomas”.

Denise Maria Vilari­nho: “Tem mu­itos mesmo....fui no pediatra particular e tem vários...”

Flávia e André: “Sim, tem, filha do meu amigo está e disse que na escolinha que ela estuda tem várias crianças”.

Amanda Louren­ço: “Minha irmã de 1 ano e 7 meses pegou e na sala dela teve mais 3 casos”.

Giulia Vilarinho: Tem sim, a minha filha está com isso! E ela nem vai em creche. Ela pegou da minha mãe que é professora de creche”.

Paula Mattos: “Tem sim, na “creche Narizinho”. Inclusive ligaram pedindo para suspender as aulas”.


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