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Olimpia, 28 de Outubro, 2018 - 17:07
Rapaz nega que tenha tentado matar o avô de sua ex-namorada

Em depoimento prestado na delegacia de polícia de Olímpia, Guilherme Hen­rique da Costa, 22 a­nos, morador do bairro Morada Verde, nega ter efetuado seis disparos con­tra o comerciante Jesus Delomodarme, avô de sua ex-namorada Brenda Borges Delomo­darme no último dia 19, no bairro São Francisco. Ele admite, porém, que efetuou apenas um disparo e para o alto.

Nas declarações prestadas ao delegado Marcelo Pupo de Paula, quando foi assistido pelo advogado Léo Cristian Alves Bom, Guilherme contou que faz aproximadamente três meses que namorava Brenda, com anuência da genitora dela, já que seus pais são separados.

Contou que na sexta-feira, dia 19, por volta das 10h30, circulava com sua motocicleta pela avenida Cláudia Ledesma Miessa, quando percebeu que um veículo Gol, branco G5, quase o atropelou, tendo acreditado que aquele motorista não havia tido a intenção de atingi-lo. Tal fato foi presenciado pelo cabeleireiro Tiago, salvo engano, com salão na referida avenida, e que durante o almoço já estava em sua casa, quando recebeu uma mensagem pelo WhatsApp de seu amigo Ronaldo, que perguntava se ele havia batido em Brenda, pois Jesus, o avô paterno de Brenda, havia estado na casa do amigo a procura dele (Guilherme), dizendo que iria pegá-lo.

Explicou na polícia que diante daquela situação teria contado o fato para sua mãe Flávia, a qual ligou para Brenda perguntando se realmente Guilherme a havia agredido, tendo Brenda respondido negativamente, e que soube que após sua namorada tomar conhecimento, ela se dirigiu até a casa do avô, para informar-lhe que em nenhum momento Guilherme a havia agredido.

Disse também que apesar de estarem com o relacionamento rompido, Guilherme ainda neste dia encontrou-se com Brenda e sugeriu que fossem até a casa de Jesus para conversarem.

Brenda acabou concordando e foram até um bar onde Jesus se encontrava, cada um com sua moto. No bar Guilherme disse que chamou Jesus num canto, acompanhado por Brenda, ocasião que perguntou sobre o fato do mesmo ter procurado por Guilherme, a respeito de uma eventual agressão física por parte de Guilherme para com Brenda, neta de Jesus. Brenda também disse para o seu avô que Guilherme não a havia agredido, mas mesmo assim, Jesus permanecia alterado e dizia que daria um tiro na cara de Guilherme, quando em dado momento acabou desferindo um empurrão.

O rapaz declarou na polícia que ao perceber que poderia ser agredido, visto que Jesus fazia-se acompanhar de seu filho Mário Lúcio, deixou o local e Guilherme verificou que Brenda também havia saído, porém não mais conversaram.

Muito nervoso com aquela situação, Guilherme dirigiu-se até um rancho da família no bairro Tamanduá, pegou um revólver de sua propriedade que mantinha naquele lugar fazia muito tempo e retornou ao bar. Disse que chegou de moto e viu Jesus postado na frente do bar. Foi quando então Guilherme admitiu ter efetuado apenas um único disparo para o al­to, para amedrontar Jesus, e que na verdade não teria efetuado seis disparos.

Declarou ainda que tem a plena certeza que caso tivesse a intenção de alvejar Jesus, teria acertado o tiro, pois estavam bem próximos. Em seguida saiu do local e jogou o revólver dentro do rio Sapucaí, nas proximidades do posto Buritizinho perto da cidade de Franca, visto que seus familiares mantém um apartamento naquela cidade.

Guilherme afirmou que permaneceu em Franca até na segunda, 22. Contou que não possui registro do revólver utilizado, tendo adquirido a arma de um desconhecido há aproximadamente quatro anos, em São José do Rio Preto, pagando R$ 1.200,00.

Em seu depoimento também fez questão de frisar que nunca agrediu Brenda fisicamente e que em nenhum momento quis alvejar o avô dela.

Neta confirma que nunca foi agredida pelo ex-namorado

Também em depoimento prestado na delegacia de polícia de Olímpia, Bren­­da Borges De­lo­mo­darme, de 21 anos, con­tou que manteve um relacionamento amoroso com Guilherme Henrique da Costa por aproximadamente três meses, porém há cerca de uma semana resolveram se separar.

Narrou que depois do término do relacionamento, o seu avô Jesus Delo­modarme procurou um amigo de Guilherme, de nome Ronaldo, para avisar que Guilherme a havia a­gredido, quando ainda estavam se relacionando.

Afirmou também que diante do fato, Ronaldo avisou a genitora de Guilherme sobre estes boatos in­verídicos, motivo pelo qual, ela ligou para indagar sobre esta suposta a­gressão, bem como para saber a veracidade do boato, oportunidade em que informou que não era verídico, ou seja, que nunca havia sido agredida por Guilherme.

Depois, Brenda conta que se dirigiu ao encontro de seu avô Jesus, o qual estava em um Bar, local onde esclareceu que não havia sido agredida, oportunidade em que seu avô lhe relatou que tempos antes havia tentado atropelar Guilherme, bem como informou que iria “dar um tiro na cabeça dele”.

Brenda esclareceu que depois de conversar com avô, retornou até o seu local de trabalho, porém no meio do trajeto encontrou Guilherme, o qual pediu a ela que o acompanhasse até o local onde Jesus estava, para que fosse explicado o litígio.

Aceitou o convite de ir conversar com o seu avô. Relata que ao chegar a­com­panhada de Guilherme no local onde seu avô se encontrava, constatou que estava visivelmente nervoso/alterado e, começou a proferir diversas o­fensas a Guilherme, bem como desferiu um empurrão, motivo pelo qual Guilherme ficou nervoso e se evadiu do local em rumo incerto.

Em seguida, Brenda con­tou que retornou até seu ambiente de trabalho, on­de mais tarde foi procurada por integrantes da Polícia Militar que lhe avisaram que supostamente Gui­lherme havia efetuado disparos com arma de fo­go em face de seu avô e de seu tio Mario Lúcio, co­mo também lhe indagaram se saberia onde Guilherme poderia ser encontrado, instante que informou que não possuía informação alguma a respeito do paradeiro dele.  Esclarece que em momento algum presenciou Guilherme ameaçando seu avô Jesus De­lomodarme. Por fim, deixou claro que nunca foi agredida por seu ex-namorado, bem como não possui contato próximo com os integrantes de sua família.


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