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Olimpia, 03 de Setembro, 2018 - 11:39
Saúde através de acupuntura

Um dos ramos da medicina tradicional chinesa, a acupuntura só foi reconhecida no Brasil como especialidade médica em 1995 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A prática é exercida por inúmeros profissionais, que popularizam o alívio das dores e a solução de problemas de saúde, com bom resultado em cerca de 70% dos casos.

A acupuntura pode ser entendida, segundo a Sociedade Médica Brasileira de Acupuntura, como um conjunto de procedimentos terapêuticos que introduzem estímulos em áreas anatomicamente definidas. São os pontos de acupuntura. Massagens, ventosas e raios laser, além das agulhas, podem ser utilizados para estimular os diversos pontos distribuídos pelo corpo. Com os sinais enviados através dos pontos de acupuntura, ocorre o estímulo do sistema nervoso central, liberando neurotransmissores e hormônios que aliviam a dor, dão impulso ao sistema imunológico e regulam funções corporais.
Considerada um procedimento invasivo, a acupuntura exige conhecimentos de anatomia topográfica, fisiologia e, sobretudo, clínica médica. É essencial observar as regras básicas de esterilização de agulhas para evitar o risco de transmissão de doenças. Agulhas descartáveis aumentam ainda mais a segurança para médicos e pacientes, prevenindo a transmissão de doenças como a hepatite e a AIDS. Para evitar também o mascaramento de sinais e sintomas, é preciso haver o correto diagnóstico da doença e o tratamento adequado acupunturista.

Assim é preciso ficar atento quanto aos falsos profissionais que atua nesta área também. Acupuntura não é simplesmente enfiar agulhas no corpo.
A acupuntura tem boa resposta em cerca de 70% a 80% dos casos. Possíveis falhas no tratamento e reações adversas a ele estão relacionadas a despreparo profissional, a problemas constitucionais do paciente, como deficiência genética de receptores de endorfina nas membranas das células nervosas, e ao uso de medicamentos, como corticoides. A técnica é indicada ao tratamento de doenças reumatológicas ou ortopédicas, respiratórias e alérgicas, neurológicas, psiquiátricas ou psicológicas, dermatológicas, otorrinolaringológicas e dos aparelhos gênito-urinário e digestivo. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere aos países que adotem as práticas alternativas em saúde, dentre elas a acupuntura, e considera a técnica eficaz no tratamento de cerca de 40 doenças. Em 2006, o Ministério da Saúde autorizou a adoção de terapias alternativas, como acupuntura, fitoterapia e homeopatia, no Sistema Único de Saúde (SUS).

O tratamento com a acupuntura começa com uma consulta em que é estabelecido um diagnóstico clínico, envolvendo os conhecimentos da medicina contemporânea e da medicina tradicional chinesa, e são pedidos exames complementares necessários. Quando o profissional tem todos os dados de que precisa, seleciona os pontos de acupuntura, podendo orientar ou associar o tratamento a outros métodos, de acordo com o diagnóstico.
Durante as sessões, é feita a limpeza da pele com um produto antisséptico e as agulhas são inseridas e deixadas nos locais, sendo retiradas após um tempo que pode variar de 20 a 30 minutos. As sessões posteriores podem ser iguais ou ter os pontos modificados, conforme a evolução de cada caso. Geralmente, são realizadas uma vez por semana, mas há casos que exigem sessões diárias.
A sensação de dor na acupuntura é causada pelo uso de agulhas, mas ela apresenta pequena intensidade, é rápida e às vezes até imperceptível. Após a inserção das agulhas, que têm um diâmetro de um fio de cabelo, pode ocorrer uma sensação discreta de choque elétrico, o que é resultado da ativação de terminações nervosas responsáveis pela condução do estímulo da acupuntura.
Pode ocorrer discreto sangramento se pequenos vasos sanguíneos forem atingidos, mas é facilmente estancado, com uma simples compressão. Sangramentos e hematomas ocasionais não devem trazer preocupações quando o tratamento é realizado por um médico experiente, já que geralmente são superficiais.
O princípio da acupuntura é um só, mesmo que apresente variações: craniopuntura, aurículo-acupuntura, moxabustão, eletroacupuntura, laserterapia e ventosas.


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