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Olimpia, 08 de Julho, 2018 - 22:51
Semana do Meio Ambiente no Thermas discutiu arborização, resíduos sólidos e recursos hídricos

A Semana do Meio Ambiente, que aconteceu no Parque Aquático Thermas dos Laranjais, em Olímpia, SP, nos dias 2, 3 e 4 de julho, em parceria com a Prefeitura da Estância Turística de Olímpia e Daemo Ambien­tal, discutiu três temas durante os três dias de realização: arboriza­ção, resíduos sólidos e recursos hídricos.

O evento terminou na quarta-feira, 4 de julho, com uma interação entre atores de uma peça teatral simulando o que acontecerá no futuro se não forem tomadas atitudes drásticas em termos de preservação ambiental e o público presente, que posou para fotos e saiu levando mudas de árvores frutíferas e para plantio em passeio público, mudas de cebolinha, pimenta e até salsinha, além de pés de alface.

O tema abordado no último dia foi Gestão de Recursos Hídricos, quando a engenheira ambiental Pollyana Rodero Fernan­des, além de trabalhar o público presente para a necessidade de preservação da água que é utilizada, também relatou todos os projetos que vêm sendo desenvolvidos pelo DAEMO Ambiental para poder, no próximo ano, dotar a cidade de um sistema de tratamento e distribuição de água e de tratamento de esgoto que atendam com qualidade toda população.

A engenheira também mostrou todos os programas que estão sendo desenvolvidos no sentido de conscienti­zar os munícipes a adotarem práticas simples que levem à chamada sustentabilidade ambiental.

Ao final do evento, dois ato­res, Malu Oliveira e Davi­son Miranda, da Ativa Sipat – Teatro Corporativo, encenaram um quadro em que dois seres-humanos voltam do futuro, mais especificamente de 2098 para os dias atuais e contam como estaria o planeta em seu tempo, partindo da premissa de que não tenhamos adotado medidas de preservação do meio ambiente.

Com interatividade com a plateia, os atores cobraram dos presentes quais as medidas que eles iriam adotar a partir daquele instante para que o ser humano não precise, no futuro, viver se alimentando de comida sintética e tendo direito a apenas cinco litros de água por dia, enquanto cada um, hoje, gasta aproximadamente 150 litros diariamente.

ABERTURA

Na solenidade de abertura, na segunda-feira, dia 2, o diretor social do Thermas e Secretário Municipal do Turismo, Selim Jamil Murad e o vice-presidente, arquiteto Jorge Noronha, colocaram aos presentes a preocupação do Thermas em continuar crescendo, sempre com novas atrações, necessárias ao fomento da economia local, mas focando e trabalhando incansavelmente para alcançar o chamado desenvolvimento sustentável. Neste dia, inclusive, foi exibido um vídeo mostrando as atividades que vêm sendo desenvolvidas pelo parque, como reaprovei­tamento da água usada nas atrações e a utilização de energia solar.

O prefeito Fernando Cunha ressaltou a importância do parque aquático na economia de Olímpia, enalte­cendo o trabalho do presidente Benito Benatti e do vice Jorge Noro­nha, responsáveis pela implantação das mais de 50 atrações e pelo próprio parque que considera a mola propulsora do turismo local. Também destacou a importância do evento para trabalhar a conscienti­za­ção de que o desenvolvimento não pode acontecer sem a preocupação com a preservação do Meio Ambiente.

Já pelo Daemo Ambien­tal, o superintendente geral, José Augusto Gianotto destacou as atividades de seu departamento cujas funções estão diretamente ligadas à própria preservação, destacando as obras que estão sendo levadas a efeito, no sentido de fazer Olímpia resolver seus problemas crônicos de fornecimento de água, tratamento de esgoto e até do recolhimento de materiais tóxicos com o Ecoponto.

O tema abordado no primeiro dia foi a vegetação em ambientes urbanos com as palestras da engenheira ambiental Pollyana Rodero Fernandes e da professora doutora Valéria Stranghetti, com enfoque principal na arborização.

O SEGUNDO DIA

No segundo dia, na terça-feira, o tema abordado foi “resíduos sólidos – o desafio da gestão urbana com a palestra do professor coordenador do curso de Ciências Biológicas da Unip, campus de Rio Preto, Augusto Azevedo da Silva, que enfatizou a importância da conscien­tiza­ção de que todos são responsáveis direta ou indiretamente no processo de desti­nação dos resíduos sólidos, mostrando o que diz a legislação atual sobre cada uma das partes envolvidas: população, indústrias e poder público.

Primeiro dia da Semana do Meio Ambiente mostra a importância da árvore para a vida nas cidades

O primeiro dia da Semana do Meio Ambiente, que foi realizado nesta semana no Parque Aquático Thermas dos Laranjais, buscou demonstrar a importância das árvores para a vida das pessoas na cidade. No entanto, também apontou problemas que são verificados em Olímpia, como o fato de que cerca de 99% das árvores existentes, além de ser predominante uma única espécie, foram plantadas irregularmente.

De acordo com o que foi relatado durante a palestra, o plantio não observou o tamanho dos passeios públicos (calçadas) e nem mesmo as distâncias dos mesmos, bem como a exigência legal de largura e profundidade para o plantio das mudas. O fato é que da forma como se vê na cidade as árvores estão destinadas a serem vilãs por depois quebrarem as calçadas ou mesmo uma galeria existente na lateral das ruas ou avenidas.


No primeiro dia do evento, no dia 02, o tema abordado foi a vegetação em ambientes urbanos e as palestras da engenheira ambiental Pollyana Rodero Fernandes e da professora doutora Valéria Stranghetti enfocaram a necessidade da arborização de maneira correta no ambiente urbano para a melhora do próprio ambiente.

Quem assistiu a palestra ficou sabendo a diferença entre palmeiras, arbustos e árvores e que o melhor para a área urbana, principalmente nos passeios públicos. Mas, também, passaram a ter a noção de que as árvores são seres vivos que respiram e descartam como lixo um elemento primordial para a nossa vida: o oxigênio.

Ainda passaram a ter o entendimento de que não é simples plantar uma árvore na frente da calçada de cada casa. É preciso tomar algumas precauções para não prejudicar os passeios públicos e a própria convivência no centro urbano entre árvores e humanos. Mas a árvore como ser vivo, não pode ser vista como produtor de sujeira e nem postes onde se podem afixar enfeites, e pregar propagandas.

SEGUNDO DIA

Já no segundo dia, o tema abordado foi “Resíduos Sólidos – O Desafio na Gestão Urbana”, com palestras da engenheira ambiental Pollyana Rodero Fernandes e do professor coordenador do curso de Ciências Biológicas da Unip, campus de Rio Preto, Augusto Azevedo da Silva que trabalharam as várias formas de destinação dos resíduos produzidos nas residências.

Pollyana apresentou números sobre a situação atual do munícipio que hoje já faz coleta seletiva de 12% de seus resíduos e mostrou os trabalhos de conscientização e do descarte de certos tipos de resíduos e materiais reciclados que são recebidos no Ecoponto.

Já o professor Augusto, enfatizou a importância da conscientização de que todos são responsáveis direta ou indiretamente no processo de destinação dos resíduos sólidos (e pagam por ela), mostrando o que diz a legislação atual sobre cada uma das partes envolvidas: população, indústrias e poder público.

O professor mostrou acreditar que, embora as cidades ainda estejam engatinhan­do no sentido de se realizar a coleta seletiva e o reaproveitamento do lixo produzido que em Olímpia pode ser de até mais de 70%, esta será uma das saídas fundamentais para se reduzir os danos que estão sendo causados ao planeta.

Ele destacou também que os custos do sistema atual, que simplesmente coleta o lixo e o deposita em aterros sanitários, aparentem ser sensivelmente inferiores ao da coleta seletiva e do reaproveitamento. Mas o passivo ambiental (os estragos gerados ao meio ambiente e o próprio custo dos locais dos aterros ficam inservíveis por mais de 20 anos) e as divisas que podem ser geradas pelo reaproveitamento do lixo vão acabar levando à implantação do sistema que agride menos a natureza.

Outro dado importante destacado na palestra é que cada olimpiense produz diariamente quase um quilo de lixo domiciliar, portanto, mais de 50 toneladas diariamente, onde quase 80% poderiam ser reaproveitados.


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