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Olimpia, 05 de Novembro, 2017 - 23:39
Situação da UPA volta a gerar polêmica nas páginas do Face

Embora as informações deem conta de que as coisas estão sendo realizadas com o intuito de sanar os problemas que atingem a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ainda há coisas visíveis que tem preocupado e causado reclamações de parte de u­su­ários que se dirigem ao local em busca de atendimento. Foi o que se verificou na tarde do domingo, dia 29, às 16h45, quando o internauta Ivair Augusto Ribeiro (foto) postou uma reclamação.

Com o título: UPA LI­XÃO - VERGONHA DA ES­TANCINHA, ele relata que tinha ido ao local havia po­uco tempo, com seu pai, não reclama do atendimento: “Quanto ao a­ten­dimento, da aten­den­te, passando pelo segurança, médico e enfermeiros, só elogios pelo modo cortes que nos trataram”.

Mas a situação do prédio lhe causou revolta: “To­davia, observando as precárias condições das instalações da unidade, fiquei pensando cá com meus botões: os administradores do município não sentem vergonha de oferecer um lixão para atender a sociedade? Como ousam chamar este podre mu­nicípio de estância”, questiona.

De acordo com ele, “o prédio e os equipamentos deveriam estar interditados pela vigilância sanitária. Senhor prefeito, dez meses de governo e a pergunta inevitável é a seguinte: quando irá tomar posse? Nesta tarde de domingo, apenas três enfermeiros atendiam às dezenas de pessoas. Uma média de 300 pessoas/dia são atendidas na UPA e por apenas três enfermeiros. VERGONHA DE SER OLIM­PI­ENSE. Jamais indicaria Olímpia a um turista”.

Nesta sexta-feira, a reportagem desta Folha esteve no local para conferir a situação indicada e não deparou com tantos problemas conforme foi questionado por Ivair Augusto Ribeiro, mas apenas sujeira nas paredes o que também não deveria ocorrer.

Prefeitura diz que reforma da UPA está sendo licitada

Da redação e assessoria

Indagada por esta Folha, a assessoria da Prefeitura Municipal de O­lím­­pi­a, respondeu que a reforma da Unidade de Pronto Atendimento (U­PA), que, inclusive foi cobrada pelo Ministério da Saúde ainda em 2016, quando o município ainda era administrado pelo ex-prefeito Eugênio José Zuliani, Geninho, já está em andamento e deve ser concluída neste mês de novembro.

“A Prefeitura, por meio da secretaria de Saúde, informa que está sendo licitada a reforma do Prédio ainda neste mês”, diz trecho da nota encaminhada à reportagem. Porém, avisa que “já foram instalados os climatiza­dores e estão sendo instalados os aparelhos de ar condicionado”.

A Prefeitura informa também que “estão sendo comprados os equipamentos que estavam quebrados ou deteriorados e licitado uma empresa para manutenção do equipamento de raio X”.

Aliás, também de acordo com a assessoria, “o mu­nicípio está implantando tudo que foi identificado no ofício de auditoria do Ministério da Saúde em 2016, que estava arquivado sem nenhuma providência”.

Mas a Prefeitura informa ainda, “que a equipe de trabalho é a mesma estipulada pelo Ministério da Saúde para Unidades de Pronto Atendimento”.


Comentários - 1
Dourado
Publicado em 06 de Novembro, 2017

Também estive, recentemente, na UPA, acompanhando uma parente que teve uma crise respiratória, e o atendimento não ficou nada a desejar seguindo os parâmetros indicados pelas instituições nacionais e internacionais que regulamentam os procedimentos hospitalares de 1ºs socorros. E quanto ao ambiente, em se tratando de limpeza, ordem e demais aspectos do prédio que atendem as recomendações da Vigilância Sanitária (ANVISA), dando ênfase para os banheiros, que normalmente são o fundo de bordel desses locais, estavam razoavelmente limpos e só mesmo papéis pelo chão e sujeira de calçados vindos de fora que normalmente são obra dos usuários. Só como comparação, as UPA´s de S.J. Rio Preto (as 24 hs, como Tangará) que são novinhas em folha, nestes aspectos denunciados pelo IAR, não são muito melhores que a UPA olimpiense. Parte dos problemas, como sujeira nas paredes, papéis pelo chão, restos de lanches, terra trazida pelos calçados e outras, são o desmazelo dos próprios usuários que não têm a educação necessária e o comprometimento com o bem público que mais necessitam usar. Quanto à reclamação, fica evidente que não passa de chororô (eou pau-mandado politicamente para desestabilizar o atual prefeito) de pessoas que migraram de planos de saúde particular (na maioria das vezes pelo arrefecimento econômico) e se sentiram como peixe-fora-d´água ao depararem, principalmente com a qtde. de pessoas que é atendida no local, e que, por si só, causa uma série de atropelos, que normalmente não ocorreria nas salas acarpetadas e com ar-condicionado dos planos. É bom lembrar que também nestes locais privilegiados, diante da atual situação econômica que provoca uma fuga incomum de clientes, ocorrem atrasos, há sujeira pelo chão e nas paredes, lâmpadas queimadas, aparelhos de senha quebrados, cadeiras quebradas, sem almofadas, e o atendimento deve estar muito aquém do contratado. Sequer conheço o atual prefeito (e muito menos a equipe de sua administração), por isso tenho isenção de crítica eou elogio, mesmo porque as reclamações, se confirmadas, do IAR, devem ser prontamente erradicadas pela prefeitura em atendimento ao mandamento constitucional que prevê atendimento de saúde universal, obedecendo o ordenamento mínimo da OMS. Quanto ao dístico UPA lixão - vergonha da Estancinha seria de bom alvitre que o leitor em geral soubesse que o título de Estância pode, sim, ter dado um UP na arrecadação do município e evitado que Olímpia entrasse numa situação de caos que apenas a Usina não seria capaz de evitar com toda a arrecadação dali proveniente. Talvez para as pessoas de maior capacidade econômica-financeira (Renda) este aspecto não lhes atinge, quando se é facilmente, buscado recursos quase de 1º mundo, na cidade vizinha de S.J.Rio Preto. A população, em geral, sabe do que estamos falando!

 
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