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Olimpia, 19 de Maio, 2019 - 17:04
Sogra diz que foram obrigados a comprar remédios receitados pela UPA duas vezes para tratar Larissa

A barman Valquíria Andreia Lopes da Silva, que é sogra da estudante Larissa Alves Matheus, de 21 anos de idade, afirmou durante entrevista que concedeu a reportagem da rádio Cidade FM, que, dentre outras dificuldades encontradas para o atendimento da nora na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), foi a falta de medicamentos. Segundo ela, por duas vezes tiveram que comprar os medicamentos receitados para a medicação em sua casa.

“A gente comprou o medicamento e demos para ela. Ela tomou e começou a vomitar”, reclamou durante entrevista que foi exibida dentro do programa Cidade em Destaque, que é levado ao ar diariamente pela rádio Cidade FM, sob a direção do jornalista Jose Antônio Arantes.

De acordo com Valquíria Andreia no primeiro dia Larissa Alves Matheus sentia muita dor na barriga. Na UPA, após um exame de sangue, afirmaram que se tratava de uma infecção na bexiga. Em seguida mandaram comprar os remédios e ministrar em casa.

A sogra relatou também que na segunda ida a UPA, depois de novo exame de sangue, falaram que Larissa estava com anemia e que tinha de tomar medicamentos em casa. Essa foi outra vez que tiveram que comprar os remédios para tratar de Larissa. “Na UPA ela só tomou soro”, contou.

Depois de voltar a vomitar, Larissa foi levada a UPA pela terceira vez, quando foi acompanhada pela mãe. Desta feita como a dor na barriga era muito intensa e estava com a aparência bastante amarelada, o diagnóstico foi de dengue.

No domingo, segundo conta Valquíria Andreia, receitaram tramal e não resolveu. Já para a dor foi aplicado morfina. “Hora que aplicaram a morfina ela começou a ficar toda dura. Ela pediu para ir ao banheiro, caiu no chão e ficou dura. Ela não se mexia.

Ao comentar a situação que ocorreu com Larissa, Valquíria afirmou que percebeu eventuais erros. “Teve falha da UPA sim. A UPA não fez um raio x, não fez um ultrassom. Não fez nada na menina. Só deu medicamentos que a gente comprou e se a gente não tivesse condição de comprar”, questionou.

 


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