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Olimpia, 09 de Agosto, 2020 - 18:23
TJ revoga preventiva de acusada de tráfico no caso dos 600 quilos de maconha apreendidos em Olímpia

REVOGAÇÃO!   
Por enquanto, apenas um suspeito está
preso. Cinco investigados estão
foragidos ou em liberdade.

A Primeira Câmara de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, revogou a prisão pre­ven­tiva decretada em des­favor da faxineira/co­zi­nhe­­ira Kelem Apare­ci­da dos Santos Laranja, de 40 anos, moradora no bairro Nova Esperança, em Mi­ra­s­sol.

Ela é suspeita de estar en­volvida em caso de tráfico quando foram apreendidos quase 600 quilos de ma­conha numa chácara em Olímpia, no início do mês passado.

O pedido de Habeas Cor­pus foi impetrado pelas a­dvogadas Maelina Mayra de Paula Sanches Curi e La­ra Caroline de Almeida, de São José do Rio Preto. A de­fesa alegou, entre outras coisas, que a ré era primária e tinha a guarda de dois netos, um de 10 e outro de 7 anos e que ela era ex-mulher de Carlos Laranja, preso em flagrante, justificando o fato de seu documento de identidade ter sido en­contrado na chácara. Com a revogação da preventiva, Kelem também poderá trabalhar, mas terá que cumprir as medidas caute­la­res impostas.

Por enquanto, apenas um suspeito está preso (Carlos Laranja). Outros cinco estão sendo investigados. Sabe-se, que a justiça de Olímpia decretou prisões de alguns deles, mas os nomes não foram revelados. Apenas agora, com a revogação da preventiva em favor de Kelem Laranja é que foi dada divulgação ao ocorrido.

ARMAZENADO

EM OLÍMPIA

Um total de 583 quilos de maconha, distribuídos em 738 tabletes, foram a­preendidos pela Polícia Militar de Olímpia, em u­ma casa na “chácara dos coqueiros”, localizada no km 25 da rodovia vicinal Natal Breda, próximo do local conhecido como ma­tinha dos macacos.

O motorista, Carlos Antônio Laranja, de 54 a­nos, natural de São Paulo, mas ex morador de Mirassol, foi autuado em flagrante. O “estouro” dessa suposta distribuidora de drogas em Olímpia, foi feito pela Polícia Militar, durante um patrulhamento no local, a princípio para coibir abusos de motociclista.

Durante a atividade notaram a presença de um ho­­mem desconhecido no portão da chácara em atitude suspeita. Questionado pelos policiais se ele conhecia a região, o homem desconversou e apresentou nervosismo. Ao mesmo tempo, os policiais notaram movimentação de pessoas no interior da casa e quando questionaram o suspeito, ele simulou um mal súbito.

Com isso, os policiais en­­traram na residência e notaram que três pessoas correram e entraram em meio a um canavial. Posteriormente, segundo a polícia, as pessoas que fugiram foram identifi­ca­das como Már­cio Pinheiro da Silva, natural de Santos, de 34 a­nos, armador, morador em Praia Grande; Guilherme Fer­reira Santos Souza, de 18 anos, natural de São Jo­sé do Rio Preto e sua mãe Ke­­len Aparecida dos Santos Laranja, de 40 a­nos, natural de Barretos, moradora em Mirassol. Documentos de outros envolvidos foram encontrados na residência.

Na casa foi encontrado um documento em nome de Wander Paulo Augusto Oliveira, de 34 anos, natural de São Vicente, moto-boy, morador em Praia Gran­de, apontado como investigado e não encontrado. Também é suspeito Agostinho de Faria Junior, natural de Santos, de 63 a­nos, operário, morador em Araraquara. Na chácara foi encontrado o veículo For­d/Ka, 2017, branco, placa GGR 7409 de Araraquara, em nome do operário, que não foi localizado.

Outro veículo, uma caminhonete Fiat Toro, 2018, branca, placa GFV­1G57 de Guaraci, em no­me de Evelin, que não foi arrolada como suspeita. Este veículo está relacionado como utilizado pe­lo Carlos Laranja, preso em flagrante.

No interior da casa, além da grande quantidade de maconha, também foram localizados produtos que seriam utilizados para o refino de cocaína. Informalmente, Carlos Laranja teria contado aos policiais que uma pessoa viria ensi­ná-lo a preparar o entorpecente. No entanto, não foi encontrada cocaína na chácara.

MAIOR APREENSÃO EM OLÍMPIA

O total de maconha a­pren­dido está sendo considerado nos meios policiais como a maior apreensão de drogas encontrada em depósito dentro do município de todos os tempos. O maior volume em trânsito continua sendo quase uma tonelada de ma­conha apreendida em 2016, em uma caminhonete na rodovia Assis Cha­­teaubrian­d. Aquele entorpecente estava sendo trans­portado do Mato Grosso para Go­iás e não tinha ficado armazenado na cidade.


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